IV Concurso de Pontes de Papel das Escolas Públicas

Mais uma edição do Concurso de Pontes nas Escolas Públicas foi concluída! Como era de se esperar, a bagagem de experiências do grupo PET Civil UFJF ficou ainda mais cheia. Mas, o que não se esperava era o total envolvimento da comunidade da Zona Norte, que abrilhantou o concurso. Mais uma vez, a realização do concurso se deu pela parceria com a empresa ArcelorMittal e o Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Participantes no Centro de Ciências após o 1º dia de montagem

Participaram dessa edição 11 equipes de escolas municipais da zona norte e uma da zona rural de Juiz de Fora. Cada equipe era composta por 6 alunos de 9º ano do ensino fundamental. As escolas municipais participantes foram: Álvaro Lins (São Judas Tadeu); Engenheiro André Rebouças (Milho Branco); Antônio Carlos Fagundes (Francisco Bernardino); Professora Áurea Nardelli (Vila Esperança); Carlos Augusto de Assis (Barreira do Triunfo); Carlos Drummond de Andrade (Nova Era); Cecília Meireles (Nova Era); Gilberto de Alencar (Náutico); Henrique José de Souza (Cidade do Sol); Jerônimo Vieira Tavares (Dias Tavares); Núbia Pereira de Magalhães (Santa Cruz); Padre Wilson (Igrejinha).

O Concurso teve início com a ida dos petianos até as escolas, onde foram criadas as equipes de 6 integrantes. Cada equipe contava com um líder, para o qual foram passadas todas as instruções quanto a montagem das pontes. A montagem foi feita nos dias 06 e 07 de junho, no recém-inaugurado Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Os alunos contaram com a supervisão dos integrantes do PET Civil para a confecção das pontes. No dia 10 de junho, ocorreu a cerimônia de ruptura das pontes, na praça CEU, em Benfica. A equipe vencedora seria aquela cuja a ponte aguentasse o maior peso.

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Pontes das equipes participantes

Muitos alunos que estavam participando da montagem nunca haviam ido à UFJF, nem haviam participado de eventos fora de suas respectivas escolas. O semblante de muitos deles era de admiração e orgulho no trabalho que estavam desenvolvendo. Atividades como essas mostram para o grupo PET Civil a importância de atuar além dos portões da universidade.

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Cerimônia de Ruptura, Praça CEU

A cerimônia foi marcada por muita expectativa e emoção por parte de todos os presentes. Muitos alunos, familiares, professores e diretores acompanharam a última fase do concurso, que contou com sorteios, além do conhecimento dos vencedores do concurso. Estiveram presentes, também, os representantes da empresa ArcelorMittal, do Centro de Ciências da UFJF, da Secretaria Municipal de Educação e da Praça CEU.

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Representantes dos patrocinadores do evento com o tutor do PET Civil

Ao ser chamada para a ruptura de sua ponte, cada equipe passava por momentos de muita tensão, torcendo para que a ponte aguentasse o máximo possível. Os participantes chegaram a ficar de mãos dadas, outros rezaram e outros nem queriam ver. Era muita emoção!

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Equipe apreensiva na ruptura da ponte

As equipes vencedoras do concurso foram:

  1. Padre Wilson (Igrejinha) – 6,108 kg;
  2. Carlos Augusto de Assis (Barreira do Triunfo) – 6,048 kg;
  3. Carlos Drummond de Andrade (Nova Era) – 5,752 kg.

O trabalho foi bem aceito por toda a comunidade, e a repercussão foi grande em toda a cidade. Várias matérias foram feitas por jornais da cidade:

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Selfie com os participantes e organizadores do Concurso

 

 

 

 

Fique (des)ligado?! – Iniciativas para Eficiência Energética

Talvez o leitor pense que o tema de hoje esteja relacionado apenas à engenharia elétrica. Mas engana-se. Conhecimentos sobre matriz energética, geração de energia elétrica e práticas sustentáveis também fazem parte da formação de outros profissionais, inclusive o engenheiro civil. Mais do que isso, devem estar presentes no dia a dia de cada cidadão.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, fomentar ações de incentivo à eficiência energética é um dos desafios que vêm sendo enfrentados com bons resultados. Por isso, faz-se necessário conhecer algumas das iniciativas voltadas para essa área. Vamos apresentar, então, dois programas de importantes instituições que não podem passar despercebidos.

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PROINFA

Existe um programa de incentivo às fontes alternativas de energia elétrica. Sabia disso?

Exatamente! É o PROINFA: Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica. Um programa coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com o objetivo principal de promover a diversificação da Matriz Energética Brasileira, buscando alternativas para aumentar a segurança no abastecimento de energia elétrica, além de permitir a valorização das características e potencialidades regionais e locais. E essa diversificação visa fomentar o uso de fontes renováveis de energia, como a eólica, a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCH).

 

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Atividades da PROINFA por matriz energética para cada região do Brasil.

 

 

Suas ações já apresentaram grandes resultados. Em pouco mais de 3 anos, de apenas cerca de 22 MW de energia eólica instalada, aumentou-se para 414 MW. E, além disso, há previsão de instalação de 3.300 MW de capacidade, distribuídos em 1.100 MW de fontes eólicas, 1.100 MW de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e 1.100 MW de projetos de biomassa.

 

 

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Incentivo à energia eólica.

 

PROCEL

Também coordenado pelo MME, e executado pela Eletrobras, temos o Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica).  O programa foi instituído em 1985 para promover o uso eficiente da energia elétrica e combater o seu desperdício.

  • SELO PROCEL

      Você já deve ter visto este selo! Mas sabe o que é?

    Selo Procel Institucional (Sem ano)

    SELO PROCEL.

     “O Selo Procel de Economia de Energia, ou simplesmente Selo Procel, tem como finalidade ser uma ferramenta simples e eficaz que permite ao consumidor conhecer, entre os equipamentos e eletrodomésticos à disposição no mercado, os mais eficientes e que consomem menos energia.

    Para isso, são estabelecidos índices de consumo e desempenho para cada categoria de equipamento. Cada equipamento candidato ao Selo deve ser submetido a ensaios em laboratórios indicados pela Eletrobras. Apenas os produtos que atingem esses índices são contemplados com o Selo Procel.”

 

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Modelo de uma etiqueta PROCEL.

 

  • PROCEL EDIFICA – Eficiência Energética nas Edificações

Dentro desse programa, há um projeto muito interessante que promove o uso racional da energia elétrica em edificações desde sua fundação. Atendendo às demandas da construção civil, do Ministério das Cidades, das universidades e centros de pesquisa, o PROCEL EDIFICA possui ações cujos objetivos incluem incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (como água, luz, ventilação) nas edificações, reduzindo os desperdícios e os impactos sobre o meio ambiente.

 

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Esse subprograma entrou em vigor em novembro de 2010 com a etiquetagem de prédios residenciais, incentivando as construtoras a buscarem um uso mais racional da eletricidade e alertando os consumidores sobre as opções mais econômicas.

Segundo Maria Tereza Marques, chefe da Divisão de Eficiência Energética em Edificações da Eletrobras, nas novas edificações, com tecnologias mais eficientes elaboradas no projeto, a economia no consumo pode superar 50%. Em edificações adaptadas, ela chega a 30%.

O selo classifica os imóveis de A até E, num nível decrescente de eficiência. Cada edificação pode receber mais de uma etiqueta, com a avaliação do projeto, do edifício construído, de cada unidade e das áreas comuns. Para obter o selo, o proprietário do edifício deve procurar um organismo de inspeção creditado pelo Inmetro, que irá fazer a análise. O Ministério de Minas e Energia (MME) ressaltou o papel do selo “para motivar o mercado consumidor a adquirir e utilizar imóveis mais eficientes.”

 

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Gostou? Para mais informações, acesse:

Matriz Energética

PROINFA

PROCEL

PROCEL EDIFICA

 

E fique sempre ligado nessas iniciativas!

 

 

Engenharia de Portas Abertas

Recentemente os alunos da Faculdade de Engenharia da UFJF começaram a perceber que informações sobre as carreiras e os recursos acadêmicos disponíveis  para os estudantes ingressantes na universidade eram pouco divulgadas, por isso, foi criado o projeto “Engenharia de Portas Abertas” que tem como objetivo auxiliar os estudantes do ensino médio na escolha mais adequada do curso de graduação, e consequentemente, reduzir o número de evasões e retenções nos primeiros períodos dos cursos, evitando assim a frustração do ingressante.

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Figura 01: Folder do evento distribuído para os visitantes

A primeira edição do “Engenharia de Portas Abertas” ocorreu no último sábado, 03 de junho, de 09:00 às 13:00. Os alunos do ensino médio de diversos colégios de Juiz de Fora e a comunidade em geral tiveram a oportunidade de visitar as instalações da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e conhecer um pouco mais sobre os 10 cursos de Engenharia ofertados e os segmentos existentes, dentre eles, as empresas juniores, os PET`s , GET`s e as equipes de competição.

Os visitantes foram recepcionados no hall dos anfiteatros da Faculdade de Engenharia. A programação do evento contou com vídeos explicativos; palestras sobre os cursos de engenharia ofertados; e apresentações dos segmentos. Além disso, foram feitas visitas aos laboratórios e um debate com alunos e professores da Engenharia.

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Figura 02: Mapa das visitas 

Na área da Engenharia Civil, os seguintes locais foram visitados: Sala do PET Civil; Sala da Porte Empresa Jr, Laboratório de Mecânica dos Fluidos; Laboratório de Mecânica dos Solos; Laboratórios de Materiais de Construção Civil; e Laboratório de Pavimentação.

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Figura 03: Projeto apresentado pelo PET Civil da UFJF no “Engenharia de Portas Abertas”: Concurso de Pontes de Papel nas Escolas Públicas

Na Sala do PET Civil os visitantes puderam conhecer um pouco sobre o que é o Programa de Educação Tutorial e as atividades que o PET Civil da UFJF participa e desenvolve. Dentre essas atividades, podemos citar as de ensino que são os aulões das disciplinas iniciais do curso de Engenharia Civil, minicursos para os alunos da graduação,o Concurso Mola e a Olimpíadas de Pontes de Papel da Engenharia; as de extensão que são as desenvolvidas com a comunidade extra acadêmica, como o Concurso de Pontes de Papel das Escolas Públicas, doações de sangue, arrecadação de alimentos entre outras campanhas e eventos que envolvam a sociedade no geral; e as de pesquisa que são os projeto de Iniciação Científica que cada petiano realiza com um determinado professor da faculdade. Também foram citados os eventos que o PET Civil participa, com o objetivo de promover a integração e a troca de experiências com os demais grupos, que são : o INTERPET , encontro de todos os PET`s e GET`s da Universidade Federal de Juiz de Fora, o SUDESTEPET, encontro de todos os PET`s da região sudeste, o ENAPET, encontro de todos os PET`s do Brasil e o CONPET que é o encontro nacional de todos os PET`s Engenharia Civil do Brasil.

Na visita à Porte Empresa Júnior os visitantes tiveram a oportunidade de saber o que é uma Empresa Júnior e qual a sua importância na formação dos estudantes, além disso eles conheceram um pouco dos serviços que essa empresa realiza em cada área de atuação, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental e Sanitária e Arquitetura e Urbanismo. Na área de Engenharia Civil, foram destacados os seguintes serviços: projetos de usucapião, regularização, hidrossanitário, aquecimento solar, captação de águas pluviais e estrutural.

No Laboratório de Mecânica dos Fluidos, inicialmente, foi explicado o conceito de “Fluido”, que é uma substância sem forma definida, que não resiste a tensões normais e cisalhantes, e se deforma livremente. Depois foi feita a simulação de uma calha aberta, cujo escoamento se assemelha ao de um rio. O petiano responsável por apresentar esse laboratório também explicou o conceito de vertedouro, e mostrou a importância de um equipamento, conhecido como molinete, no cálculo da velocidade e da vazão de um rio.

No Laboratório de Mecânica dos Solos foram apresentados assuntos básicos de caracterização dos solos bem como a aplicação prática desses. Entender a geometria dos grãos, relacionar com a sua permeabilidade e sua capacidade de se deformar ou resistir a esforços são assuntos que estão intimamente ligados à composição de cada solo. Foi realizado um ensaio de peneiramento para mostrar como o solo pode ser rico em grãos de diversos tamanhos , desde siltes e argilas , até pedregulhos e matacões. Também foi analisado como o índice de vazios presentes no solo pode ser um fator determinante para a drenagem de um grande volume d`água, para demonstrar isso, realizou-se o experimento de utilizar dois solos com granulometrias diferentes, o primeiro com grãos diametralmente maiores e o segundo com grão menores, o resultado foi que a água adicionada à amostra passava pelo primeiro solo com grande facilidade, enquanto que , no segundo solo, a água ficava retida por algum tempo na superfície.

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Figura 04: Visita ao Laboratório de Mecânica dos Solos

Durante a visita ao laboratório de Materiais de Construção Civil, dois integrantes do PET Civil explicaram a finalidade dos ensaios realizados com os agregados e aglomerantes do concreto, mostraram algumas máquinas como a prensa hidráulica, a retificadora e a estufa, e também a câmara úmida, onde ocorre a cura dos corpos de prova de concreto no período de 28 dias. Um ensaio de compressão axial com um corpo de prova de concreto foi realizado durante a visita, com a intenção de mostrar aos alunos uma das atividades desenvolvidas no laboratório.

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Figura 05: Câmara úmida do Laboratório de Materiais de Construção Civil.

No Laboratório de Pavimentação, uma integrante do PET Civil explicou como são feitos os ensaios de misturas asfálticas a frio e a quente, mostrou alguns dos equipamentos utilizados na compactação e na caracterização dos corpos de provas, como o equipamento Marshall, a estufa, e o equipamento Superpave. Além disso, foi executado o ensaio de Resistência à Tração por Compressão Diametral de um corpo de prova, que tem o objetivo de obter a carga de ruptura de um corpo de prova submetido ao esforço de compressão para que se determine a resistência à traçao do mesmo, através de uma fórmula que relaciona a carga de ruptura com o diâmetro e a altura do corpo de prova.

Figura 06: Visita ao Laboratório de Pavimentação

O evento superou as expectativas, pois mais de 200 estudantes do ensino médio estiveram presentes e eles se mostraram muito interessados em conhecer os laboratórios e participar das atividades propostas. A ideia é que esse projeto seja divulgado e quem sabe futuramente implantado nos demais cursos da Universidade para que os ingressantes saibam fazer a escolha mais adequada da carreira que eles querem seguir.

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Boas práticas para prevenção de acidentes na construção civil: programas de treinamentos

O setor da construção civil apresenta índices de acidentes de trabalho mais elevados em relação à maioria dos demais setores industriais. As consequências destes eventos podem afetar diferentes grupos, tais como os profissionais de obra, suas famílias e os empregadores. A adoção de boas práticas de segurança e saúde no trabalho é considerada por diversos pesquisadores como uma estratégia de impacto na redução das taxas de acidentalidade.

Com objetivo de sugerir boas práticas consideradas eficazes na prevenção de acidentes, foram desenvolvidas diretrizes de um programas de treinamento dividido em quatro fases específicas em prol da maior eficiência do mesmo: diagnóstico, desenho, execução e avaliação.

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O estudo foi baseado na leitura de diferentes artigos em língua inglesa disponíveis em bases de dados. Essa pesquisa foi feita por meio de strings de busca como, “Health and safety committe” e “Safety training construction”.

Além disso, foi aplicado um questionário piloto em obras de diferentes portes, gerando informações para a fase de desenho. Dessa forma, realizou-se o levantamento de necessidades para que se planeje um treinamento direcionado a um ou mais determinados problemas.

É necessário analisar o público alvo do programa de treinamento, já que este em maioria é formado por cidadãos com baixo nível de escolaridade, inexperiência e falta de apoio. Diante da alta diversidade de mão de obra encontrada na construção civil, sugere-se a divisão de “clusters” em nível de escolaridade e experiência. Com isso, há mais clareza na escolha de um método de ensino para determinado grupo. Alguns empregados podem ter mais facilidade de aprendizagem ao receberam informações através da audição do que através de didáticas visuais, por exemplo.

Outro fator importante a ser diagnosticado é a recorrência e o tipo de situações que geram acidentes na obra. As principais situações de perigo nos canteiros de obras são acidentes envolvendo quedas e eletrocussão.

A execução do treinamento consiste na aplicação do desenho formado a partir do diagnóstico. Ao executar o treinamento é aconselhado o treinador a escolher um dos espectadores como uma espécie de monitor, assim, a mensagem é passada com maior confiança e o treinamento é encarado com mais respeito pela mão de obra da construção. Observa-se também que o feedback reforça muito a aprendizagem da segurança. O mesmo deve ser contínuo para alcançar desempenho de segurança que está alinhado com o desempenho planejado.

Após a execução do programa e capacitação da mão de obra na construção civil, deve-se avaliar se as expectativas foram atingidas. De acordo com os resultados, é necessário corrigir eventuais erros no treinamento e aplicar o mesmo em diferentes universos, para que este seja eficiente em vários tipos de obras.

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O processo resultou em 11 elementos de transferência de informações que impactam o reconhecimento de perigo e treinamento de segurança: alto compromisso de gestão, supervisão, material de treinamento, atividades em pares, feedbacks formais e informais, avaliações de campo, incentivos, trabalhos motivacionais, cultura de segurança, orientação, retenção de aptidão dos profissionais.

Enfim, a criação de um programa de treinamento com alto nível de envolvimento não só de engenheiros, mas também com profissionais da área de psicologia e pedagogia e a formação de um comitê participativo e heterogêneo, com diretoria da empresa, técnicos em segurança e funcionários que trabalham diretamente no canteiro de obra, discutindo problemas e apresentando soluções, se mostram aplicáveis num grande universo amostral, já que apresentaram bons resultados diante das dificuldades do público alvo e das deficiências nos locais de execução.

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