Casas de palafita: a alternativa das populações ribeirinhas

São construções que surgiram na Era Neolítica, ou seja, na Pré-História, de acordo com os restos dessas habitações encontrados nos sítios arqueológicos europeus. Sua maior aplicação ocorre em áreas alagadiças, como na região Amazônica, no Pantanal e na Ásia, em que as populações ribeirinhas devem se adaptar ao ciclo das águas (6 meses de seca e 6 meses de cheia de rios).

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O material básico para a construção de palafitas é a madeira, visto que ela possui uma maior resistência a água. Contudo, ainda pode ser usada a palha e a taipa, sendo a última uma espécie de barro sobre uma armação feita de galhos e ripas. Assim, as casas são sustentadas por troncos ou pilares, evitando que a água adentre o interior da mesma.

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Caso a água invada as casas, os moradores fazem uso da maromba, que é uma espécie de piso elevado que permite que os mesmos continuem vivendo no local até que a enchente diminua.

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É nítido a precariedade desse tipo de casa no Brasil por causa dos constantes riscos que os habitantes vivem, tanto com relação a integridade da construção, quanto aos acidentes proporcionados pela proximidade com a água e sua correnteza. Desse modo, a manutenção e troca das madeiras é primordial, especialmente se a água sob as casas for poluída. Entretanto, o tempo em que a manutenção deve ser feita varia conforme as características da região, do tamanho da palafita e da quantidade de chuva.

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Palafita, Maromba, Casa de palafita e Imagens.

OS 10 ANOS E O KIT MOLA

O PET Civil UFJF encontra-se em comemoração dos seus 10 anos de criação!

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Logo dos 10 anos do PET Civil UFJF idealizada pelo petiano egresso Matheus Saggioro.

E mais uma vez gostaríamos de divulgar esse momento festivo que é tão especial para os integrantes do grupo: bolsistas, não-bolsistas, tutores, egressos… enfim, petianos!  E uma vez petiano, sempre petiano, não é mesmo?!

Além disso, parabenizamos a comunidade acadêmica por fazer o PET acontecer! Trabalhamos por um curso melhor, por uma Faculdade mais acessível… por vocês! Por você estudante, ou professor, calouro ou veterano!

Àquel@s que nos procuram em nossa salinha (5123 do Itamar Franco, hein?!), participam dos aulões, visitas técnicas, minicursos, Concurso de Pontes das Escolas Públicas, Olimpíada de Engenharia Civil e Concurso Mola, obrigado!

O EVENTO

E para completar, vamos relembrar a programação do último dia da Semana dos 10 anos do PET Civil UFJF.

SEXTA-FEIRA (12/05)

14H – PALESTRA COM CRIADOR DO KIT MOLA

Às 14h, teremos a ilustre presença do criador do Mola Structural Mola, o arquiteto Márcio Sequeira de Oliveira.

Em setembro de 2016, durante a XXXIX Semana da Engenharia UFJF, ele visitou nosso grupo pela primeira vez com a palestra magna “Mola Structural Model: A maior campanha de financiamento coletivo do país”. Desta vez, o Márcio irá acompanhar a segunda edição do Concurso Mola que, segundo ele, é o primeiro concurso da história do Kit Mola.

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Márcio Sequeira em sua primeira visita ao PET Civil.

A temática de sua palestra irá girar em torno de aspectos de empreendedorismo, alimentando os desejos de estudantes de todas as engenharias da UFJF, com particular ensejo na Engenharia de Produção. Fique ligado!

Mini currículo do palestrante:

Márcio Sequeira é arquiteto pela UFPA, com especialização em estruturas metálicas pelo Instituto Isabela Hendrix e mestrado em Construção Metálicas pela UFOP. Desenvolveu o projeto Mola lançado em uma plataforma de financiamento coletivo , Catarse, bateu o recorde nacional em 2014 e arrecadou R$ 600 mil em 45 dias. O projeto teve 1.583 apoiadores vindos de 30 países. Vencedor do prêmio Brasil Criativo 2014 (categoria Design) e finalista no Creative Business Cup Brasil 2014.

“Márcio Sequeira é arquiteto pela UFPA, com especialização em estruturas metálicas pelo Instituto Isabela Hendrix e mestrado em Construção Metálicas pela UFOP. Desenvolveu o projeto Mola lançado em uma plataforma de financiamento coletivo , Catarse, bateu o recorde nacional em 2014 e arrecadou R$ 600 mil em 45 dias. O projeto teve 1.583 apoiadores vindos de 30 países. Vencedor do prêmio Brasil Criativo 2014 (categoria Design) e finalista no Creative Business Cup Brasil 2014.”

 

16H – II CONCURSO MOLA

Após um intervalo com um delicioso Coffee Break, teremos o II Concurso Mola.

O Concurso MOLA já está no calendário de atividades do PET Civil UFJF dada a repercussão da primeira edição, realizada em julho do ano passado. E, ainda, foi tema de trabalho apresentado no último CONPET Civil (Congresso Nacional dos Grupos PET de Engenharia Civil), que aconteceu em Fortaleza na semana passada. (Post do IV CONPET em breve!)

ORGANIZAÇÃO

Serão 12 equipes competindo numa atividade dinâmica com a (des)construção de estruturas em escala reduzida, aplicando conceitos aprendidos nas disciplinas de Desenho Técnico, Mecânica, Análise Estrutural e Resistência dos Materiais. Mesmo assim, o concurso é voltado para todas as Engenharias, Arquitetura e cursos do ICE (Instituto de Ciências Exatas).

Como PREMIAÇÃO, a equipe vencedora vai ganhar R$500 em vales da Livraria Saraiva e pendrives para a segunda colocada. Além disso, ambas as equipes receberão as medalhas do Concurso Mola.

Aguardem novidades para a segunda edição!

INSCRIÇÕES ABERTAS! PARTICIPEM!

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II Concurso MOLA nos 10 anos do PET Civil UFJF.

Link para inscrição no Concurso Mola: aqui

Para mais informações, leia o edital: aqui

Evento de 10 anos: aqui

Contamos com sua presença mais uma vez em nosso evento! Venha comemorar conosco nossos 10 anos de muitas histórias!

Histórias que serão compartilhadas aos poucos aqui no blog ao longo de todo este ano! Podem se preparar para muitas emoções!

Abraços,

PET Civil UFJF.

Atrações da semana dos 10 anos do PET Civil – UFJF

É com muita alegria que o grupo comunica seu décimo aniversário.
Tal tema será tópico das próximas postagens do blog, assim como foi a última (para conferir, clique aqui!).

A semana de comemorações terá início no dia 10 de Maio, quarta-feira, e se estenderá até sexta-feira, dia 12.

O primeiro evento a ocorrer, dia 10/05, será o minicurso de Instalações Hidráulicas Prediais, ministrado pelo engenheiro da Tigre, Fabio de Carvalho Guimarães. Ele tem caráter básico porém muito elucidativo, de forma a complementar os conhecimentos dos alunos da graduação, na parte de hidráulica. Além disso, será gratuito e contará com certificado, porém, serão somente 60 vagas! Ocorrerá no período de 14:00 às 17:00 horas no anfiteatro 3 do Edifício Itamar Franco da Faculdade de Engenharia.

 

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Logomarca TIGRE, parceira do evento.

No dia seguinte, 11/05, acontecerá uma visita técnica. Dessa vez, visitaremos o ginásio da FAEFID, o qual se encontra em construção e conta com novidades. A visita será guiada pelo engenheiro responsável da obra. É pedido que todos estejam vestindo sapato fechado. Serão dois grupos de 20 pessoas cada: o primeiro de 14:00 às 15:30 horas e o segundo grupo de 15:30 às 17:00 horas.

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Foto da obra do ginásio da FAEFID ainda no ano de 2015

Ficou interessado? Se inscreva no evento pelo link:

Neste link você terá a opção de demonstrar seu interesse, tanto no minicurso quanto na visita técnica.

Para mais informações, não deixe de nos acompanhar nas redes sociais.
Você também faz parte desse evento!

Link do evento no Facebook;

Inscrição para o II Concurso Mola;

Edital do II Concurso Mola.

Esperamos por vocês!

 

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O Engenheiro Empreendedor

A maior parte dos cursos de Engenharia nas universidades brasileiras possuem uma grade de matérias em sua maioria voltada para uma formação técnica de engenheiros. De fato, tal formação é importante, mas a falta de disciplinas que incentivam a criatividade e o senso de inovação da comunidade acadêmica está afetando diretamente a eficiência industrial do país.

Diante de um mercado cada vez mais competitivo, um engenheiro recém formado precisa se destacar de alguma forma para se engajar em diferentes oportunidades. Enquanto uns buscam pós graduação em cursos de mestrado e doutorado, outros visam especialização fora do país. Entretanto, um fator que pode diferenciar o profissional no mercado de trabalho são experiências de empreendedorismo. Liderança, trabalho em equipe e a facilidade para enxergar inovações pertinentes são atributos catalizadores de sucesso nas carreiras de engenheiros de hoje em dia.

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Uma referência na relação do empreendedorismo com a engenharia é a Olin College, em Needham (EUA). Neste modelo de curso, os alunos aprendem a prática com uma rede de proteção de projetos que vão sendo retiradas pelos professores ao longo do curso. No último ano, o aluno lida diretamente com clientes reais em seu projeto, com os professores atuando como conselheiros.

Segundo Stephen Schiffman, um dos criadores do currículo da escola, “você tem que ser empreendedor no seu trabalho. Você não pode só ficar lá e aceitar o que pedem para você fazer, seja você um engenheiro ou um artista”.

No Brasil, algumas ferramentas de formação do engenheiro empreendedor já existem no âmbito acadêmico. Destaca-se programas extracurriculares como grupos PET’s, empresas juniores, dentre outros. A aplicação prática das técnicas adquiridas dentro da sala de aula é fundamental na formação do engenheiro. Entretanto, mais que isso, tais movimentos são fomentadores de visão empreendedora, já que faz com que os estudantes acrescentem em seus currículos experiências de competitividade, negociações com clientes, possíveis fracassos e capacidade para reverter situações através de inovações.
Uma situação comum que leva ao empreendedorismo é quando o engenheiro aproveita todos os recursos que estão a seu alcance, seja no meio acadêmico ou em casa. Para isso ser treinado nas universidades é necessário um ambiente multidisciplinar dentro da instituição, com softwares, maquinários e tudo que se precisa para inovar. No Brasil, a maior parte das universidades ainda está distante deste modelo e a pergunta é: somos treinados como empreendedores na mesma proporção que somos formados como técnicos?

Seja diferente, pense além da caixa. Saber inovar pode salvar sua carreira e até mesmo transforma-la em algo grandioso. O engenheiro do futuro é o engenheiro empreendedor.

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Blog da engenharia; Massa cinzenta.

Desdobramentos sobre o desastre de Mariana

Há exatos 1 anos, 5 meses e 5 dias, acontecia o maior desastre ambiental da história do país e um dos piores a serem registrados pela humanidade. Tal acontecimento já foi tema de um post do blog, onde se é possível ter ideia da dimensão da catástrofe vivenciada pelos moradores do pequeno distrito de Bento Rodrigues e que trouxe uma realidade turva para os moradores do leito do Rio Doce e preocupações a toda população do país.

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Carros e destroços de casas em meio a lama, em Bento Rodrigues (foto: Christophe Simon/AFP)

Barragens são complexas em todas as premissas que um projeto de engenharia possa apresentar. São obras caras, de alta complexidade e com demasiado impacto socioambiental. Sendo assim, é de se esperar que sejam obras de altíssimo risco associado. Estima-se que 1 em cada 10.000 barragens sofrerá um acidente com ruptura por ano. Exige-se um controle estrito no projeto, construção e controle. O que, obviamente, não foi observado na barragem do Fundão.

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Após longas investigações, constatou-se que houve inúmeras falhas por parte da responsável pela barragem, a Samarco S.A, que vão desde a etapa de construção até a parte de monitoramento. Relatórios comprovaram que a companhia tentou explorar ao máximo a capacidade da barragem, mesmo que evidências claras indicassem o contrário.

Consultores contratados atribuem a falha da barragem a uma sucessão de eventos:

  • 2010 : Instalação de tapete drenante: ampliou-se a capacidade de saturação das paredes, levando a um maior potencial de falha por liquefação;
  • 2011-2012 : Lama chegou a lugares onde não era esperada
  • 2012: Galeria de concreto é considerada incapaz de suportar as cargas as quais estava submetida, o que impedia o alteamento das paredes da barragem
  • 2013: Durante o processo de alteamento, nota-se presença de agua no recuo da ombreira
  • 2014: Tapete Drenante se apresentava em sua capacidade máxima

Soma-se a tudo isso, um sucessão de pequeno abalos sísmicos, que podem ter acelerado o processo de liquefação da barragem, que já era considerado avançado.

Infelizmente, esse não foi o primeiro, e nem será o último, acidente envolvendo barragens em nosso país. São muitos os manuais, artigos e livros sobre o assunto, o que descarta incapacidade técnica por parte da Engenharia Civil brasileira. Espera-se que esse acidente tenha servido de lição e que outros responsáveis técnicos por barragens tenham aprendido sobre a importância de todos as etapas, sempre colocando segurança em primeiro lugar.

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Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais/ Corpo de Bombeiros/MG – Divulgação

Fontes: Jornal Valor, CBDB

Casas de madeira: uma solução rápida

Ainda pouco adotada, as casas de madeira são uma das atuais opções para quem busca economia e conforto. Economicamente, é possível diminuir a contratação de pedreiros e arquitetos, além de evitar grandes gastos com materiais de construção e acabamento. Assim, em média, reduzem-se o custo em cerca de 60% e o tempo para construção, quando comparadas as casas de alvenaria. Já em relação ao conforto, sua cor natural quente influencia o estado de espírito de maneira positiva, acalmando o sistema nervoso e transmitindo sensação de aconchego.

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A maior vantagem desse tipo de empreendimento é a sua manutenção barata. Para garantir a durabilidade e resistência da mesma, deve-se usar um verniz de base aquosa na parte externa e interna, com a sua reaplicação dependente das condições climáticas do local. Desse modo, é provável que a casa sobreviva, sem grandes manutenções, por cerca de 100 anos.

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Antes do início da construção, é fundamental tratar o solo a fim de evitar infestação de pragas, tais como o cupim, mesmo que a madeira seja maciça e resistente. Ademais, a fundação da construção é feita em alvenaria, assim como os banheiros e cozinhas, para que seja possível garantir o isolamento acústico necessário. Já o isolamento térmico fica garantido pelo uso da madeira, que mantém casa em temperatura neutra, ou seja, não muito quente no verão e nem muito frio no inverno.

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Mas como qualquer tipo de construção civil, as casas de madeira também apresentam alguns riscos. A falta de estabilidade e força em áreas de riscos de desastres naturais, como enchentes, furacões e deslizamentos, e os rangidos típicos da madeira, são alguns dos fatores que podem levar a preferência por uma casa de alvenaria.

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Palavras chave: Madeira, Imagens, Casa de madeira, Construção.

Estudante de Engenharia Civil pode realizar o papel de um técnico de edificações?

Em meio às questões relativas à elaboração e execução de obras, as profissões de engenheiro civil, técnico em edificações e arquiteto estão completamente vinculadas. E, apesar de cada profissional possuir suas atribuições e limitações, é comum se confundir quanto à atuação de cada um.

O técnico em edificações tem por atribuição realizar o elo entre os responsáveis técnicos, que são os engenheiros e arquitetos, e os executores da obra, que são os mestres de obras, pedreiros, entre outros. Com isso, uma dúvida que surge comumente é se os estudantes de engenharia, a partir de um certo período, poderiam atuar realizando essa mesma função. Será que os graduandos, que já buscam oportunidades de estágio, possuem competência e conhecimento iguais ao que o profissional técnico tem?

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Após sua graduação, o Engenheiro Civil é especialista em projetar, planejar e construir obras como edifícios, pontes, barragens, entre outros. Muitos confundem o trabalho do engenheiro com o técnico em edificações, porém o nível de responsabilidade dos dois é muito diferente.

Já o Arquiteto, que também é especializado em projetar, planejar e construir, possui conhecimentos ligados à engenharia civil, elétrica e hidráulica além de questões como ocupação urbana, tratamento da paisagem e muito mais, tendo assim, uma área de atuação também muito ampla.

O Técnico em Edificações possui um papel de extrema importância no canteiro de obras, e sua atuação é regulamentada e fiscalizada através do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

Durante o curso de Técnico em Edificações, os alunos recebem ensinamentos sobre arquitetura, elétrica, hidráulica além de estudarem também muitas leis e normas, principalmente no que diz respeito às técnicas de segurança.

Em síntese,  o Técnico em Edificações pode:

♦ Prestar assistência técnica no desenvolvimento de projetos e pesquisas;

♦ Atuar em empresas nas vagas relacionadas à construção civil, como, por exemplo, agente de fiscalização, consultor técnico e assistente dos responsáveis pelo projeto;

♦ Elaborar orçamentos, memoriais descritivos e fazer a supervisão das etapas de processos construtivos.

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No que diz respeito à emissão de laudos técnicos, os profissionais registrados no Conselho Federal são autorizados a emitir um registro de responsabilidade técnica. Porém nenhum profissional de nível médio técnico pode realizar um laudo ou um parecer técnico.

No mais, apesar dos estudantes de engenharia estarem continuamente recebendo um treinamento técnico profissional, eles não estão habilitados para emitir laudos. E por não terem completado sua formação, em certas áreas, também não podem exercer as mesmas funções que um técnico em edificações. Se o aluno não possui atribuições para exercer certas atividades, perante a justiça, ele estará fazendo o uso indevido de outra profissão. Então, nesse caso, é melhor que ele espere pela conclusão do curso. Afinal, tudo no seu tempo.

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SudestePET 2017 – VITÓRIA/ES

Após o encontro local dos grupos PET e GET (PET Institucional) no XV InterP(G)ET, os petianos da Universidade Federal de Juiz de Fora aguardavam ansiosos  pela integração de toda a região sudeste do país, evento de maior alcance que proporcionaria grandes discussões acerca dos trabalhos realizados, das lutas futuras e da importância do Programa de Educação Tutorial: o XVII SudestePET.

E nos dias 17 a 19 de março deste ano, aconteceu o SudestePET 2017 em Vitória/ES, sediado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com o tema “Política e Educação: Influências no Programa de Educação Tutorial”. A UFJF foi representada pelos PET’s das faculdades de Educação Física, Psicologia, Engenharia Elétrica, pelo GET Engenharia Computacional, e é claro que o PET Civil não poderia faltar!

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Logo do SudestePET 2017.

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Grupos PET’s da UFJF que participaram do evento.

 

O EVENTO

Os (participantes) da UFJF foram recebidos pelos petianos da Universidade Federal de Juiz de Fora na noite do dia 16 de março para credenciamento no evento.

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Programação oficial do evento.

 

SEXTA-FEIRA (17 de março)

ABERTURA

                Na manhã do dia 17, sexta-feira, todos os petianos foram recebidos para a Abertura Oficial do XVII SudestePET. A mesa era composta por:

  • Mario Lima Brasil, tutor do PET Conexão de Saberes | Música do Oprimido (UNB – Brasilia/DF) e presidente do CENAPET (Comissão Executiva Nacional do PET);
  • Zenólia C. Campos Figueiredo, diretora da PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação) da UFES.
  • Silvia Neves Salazar, tutora do PET Serviço Social da UFES;
  • Samara Henrique Maschetti, petiana do PET Engenharia Florestal (UNESP – Botucatu/SP) e diretora de comunicação do CENAPET;
  • Camila Maria Grijó de Almeida, estudante de Artes Visuais e egressa do PET Conexões – Projeto Educação (UFES).

 

Durante a abertura, realizada no Teatro Universitário da UFES, os petianos foram apresentados à criação e trajetória do Programa de Educação Tutorial. Todas as dificuldades enfrentadas pelo Programa e destacadas na fala de Mario Lima, presidente do CENAPET, foram efetivas para entendermos a importância desse sistema do qual fazemos parte e o porquê de estarmos nesse encontro regional.

ABERTURA

Na mesa de abertura, temos, da esquerda para direita: Camila Grijó, Samara Maschetti, Zenólia Figueiredo, Mário Lima e Silvia Salazar.

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Todos reunidos para abertura do evento no Teatro Universitário da UFES.

 

Aproveitando o tema “Política e Educação: Influências no Programa de Educação Tutorial”, os petianos e tutores que compuseram a mesa ressaltaram nosso dever, como integrante da comunidade petiana, de agir e não ficarmos restritos apenas aos trabalhos individuais. Os 842 grupos precisam mostrar presença nas atividades e lutar pelo o que é nosso, afinal, somos todos agentes políticos. É por isso que precisamos marcar presença no MOBILIZA PET e no próximo ENAPET, eventos apresentados durante a abertura. Ambos acontecerão em Brasília, em julho deste ano.

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Alguns petianos vieram de Brasília para divulgar o XXII ENAPET, que ocorrerá em julho deste ano.

 

GDT’S

Nesse primeiro dia de evento, foram organizados os GDT’s (Grupos de Trabalho) com a ideia de convidar os petianos a participarem de debates sobre temas importantes para a atuação do PET. Dentre os vários GDT’s organizados pelo SudestePET, estes são os grupos que PET Civil participou:

  • PET e o colegiado – relações com o CLAA e a IES.
  • Desafios, Integração dos grupos PET.
  • Financiamento do programa: custeio.
  • PET, ação e prática política: MobilizaPET.
  • Intervenção dos grupos PET na Sociedade.

 

SÁBADO (18 de março)

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

Dando sequência à programação, a manhã do dia 18 de março foi reservada para a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos diversos grupos PET da região sudeste. Cada grupo poderia submeter até 2 trabalhos, que seriam apresentados na forma de banner.

A proposta é conhecer as atividades de cada grupo, conhecendo novas pessoas, formas de atuar de seu respectivo PET e, quem sabe, motivar-se para também colocar em prática alguma ideia que tenha gostado. Além disso, haveria avaliação dos trabalhos por uma comissão do Sudeste PET.

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Apresentação de trabalhos.

 

O grupo PET Civil enviou trabalho sobre o “III Concurso de Pontes de Papel das Escolas Públicas de Juiz de Fora”, que foi apresentado pelos petianos Gustavo e Letícia Spínola. Os mesmos comentaram que foi uma experiência bacana e que ficaram felizes pela maneira como o Concurso foi bem recebido: “Todos gostaram muito!”.

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Gustavo e Letícia Spínola preparados para sua apresentação.

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PET Civil ao lado de seu banner.

 

A programação para sábado estava realmente cheia. Ainda para esse dia, teríamos o GAPD e a Plenária, as Oficinas, Reunião de Tutores e Festa Oficial do evento.

  • GAPD (Grupo de Ajustes às Propostas Deliberativas)

Com base na ementa do GAPD, disponível no documento final das propostas, “O Grupo de Ajustes às Propostas Deliberativas (GAPD) é composto por três representantes de cada universidade, a priori um tutor e dois petianos, e tem como objetivo ajustar e melhorar a redação das propostas advindas dos GDTs, a fim de facilitar o entendimento e a compreensão das mesmas na Assembleia Geral.”

  • PLENÁRIA

A plenária constituiu-se uma sessão de debates, que abordou temas como diversidade, pluralidade e gênero, discutindo uma formação crítica e livre de quaisquer preconceitos.

Em consonância com deliberação do último ENAPET, constituiu ótima iniciativa, pois trouxe espaço para assuntos importantes que merecem ser ouvidos e debatidos.

  • OFICINAS

Criando um momento de descontração, o SudestePET 2017 trouxe também algumas atividades lúdicas para aprendizagem e também interação entre os participantes. Tivemos oficinas de Circo, Teatro, Luta, Mosaico, Vídeo, Dança Afro e, ainda, Visita ao Centro Histórico de Vitória.

DOMINGO (19 de março)

ASSEMBLEIA GERAL

No último dia do evento, estava programada para acontecer a Assembleia Geral, com a reunião de toda a comunidade petiana participante do SudestePET.

Reunidos no Teatro Universitário da UFES, todos votaram a fim de acordar sobre o regimento interno do SudestePET, moção sobre rotatividade desse encontro regional e, por fim, o documento final do GAPD foi lido e as propostas discutidas e votadas. Após a Assembleia, deu-se por encerrado o XVII SudestePET.

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Leitura dos documentos redigidos durante o SudestePET para votação final.

 

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Comunidade petiana erguendo seus crachás para computar os votos na Assembleia Geral.

AGRADECIMENTOS

Foram dias de muita inspiração para todos os petianos, que chegaram motivados a compartilhar essas experiências e, claro, participar do Encontro Nacional dos Grupos PET (ENAPET), que será realizado em julho de 2017, em Brasília/DF.

O PET Civil agradece aos organizadores, à UFES e também à nossa UFJF, que possibilitaram a participação nesse evento enriquecedor.

E, ainda, agradecemos ao estado do Espírito Santo e à Vitória, que nos conquistou com suas belezas naturais, suas pontes, nos recebeu na praia do Camburi, no Convento da Penha (Vila Velha) e na Rua da Lama, com sua deliciosa pizza em cone.

Até a próxima!

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Visita ao Convenho da Penha pelos grupos PET da UFJF, com vista para a famosa Terceira Ponte – Vila Velha/ES.

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PET Civil no SudestePET 2017.

 

Para saber mais, acesse:

Site oficial do evento: SUDESTEPET 2017

Mais fotos do evento em: SudestePET no Facebook

Comissão Executiva Nacional do PET: CENAPET

Tema do trabalho apresentado no  SudestePET: III Concurso de Pontes das Escolas Públicas de Juiz de Fora

Brasília, Capital da Esperança

Entre os dias 23 e 30 de julho de 2017 acontecerá o XXII ENAPET,  Encontro Nacional do Programa de Educação Tutorial. Esse é um encontro anual dos grupos PET, que tem como objetivos:  discutir os temas relevantes à manutenção e ao desenvolvimento do Programa; discutir temas conexos à educação em geral e à educação superior em particular, em suas inter-relações com as universidades e os Grupos PET; promover a troca de saberes e construção coletiva entre os grupos por meio da socialização acadêmica no âmbito da tríade ensino-pesquisa-extensão; entre outros. O evento será realizado na cidade de Brasília – DF, também conhecida como “Capital Federal” e “Capital da Esperança”.

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Folder de divulgação do evento e Mascote do evento

Brasília apresenta uma arquitetura moderna e possui a maior área do mundo tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. O projeto inicial da cidade foi concebido pelo urbanista Lúcio Costa e os principais edifícios projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

A cidade possui o maior produto interno bruto per capita em relação às capitais , o quarto maior entre as principais cidades da América Latina e cerca de três vezes maior que a renda média brasileira. Como capital nacional, Brasília abriga a sede dos três poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) e 127 embaixadas estrangeiras.

No que diz respeito ao turismo, Brasília apresenta inúmeras opções como passeio pelos monumentos da Esplanada dos Ministérios, projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer ; vista ao Museu Nacional Honestino Guimarães, na via S1, que recebe exposições de arte moderna e contemporânea e está aberto à visitação de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30.

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                                                    Museu Nacional Honestino Guimarães

Uma das atrações mais visitadas da capital é a Catedral Metropolitana de Brasília, que se destaca pelos detalhes da sua arquitetura, o vitral de Marianne Peretti e as esculturas de anjos penduradas no teto, de Alfredo Ceschiatti.

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                                                       Catedral Metropolitana de Brasília

A cerca de um quilômetro da Catedral, encontra-se o Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970. O Palácio foi concebido como edifício que serviria ao propósito de apresentar o Brasil aos visitantes estrangeiros e, portanto, foi construído apenas com materiais nacionais e seus salões abrigam obras apenas de artistas nascidos ou naturalizados brasileiros – como Athos Bulcão, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Frans Krajcberg, Franz Weissmann, Maria Martins, Mary Vieira, Iberê Camargo, Ione Saldanha, Rubem Valentim, Sérgio de Camargo e Tomie Ohtake. O paisagismo é autoria de Roberto Burle Marx. O visitante que percorre o interior do palácio pode conhecer um pouco da história do País por meio de objetos e obras de arte.

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                                                                   Palácio do Itamaraty

O Congresso Nacional também pode ser visitado, esse é a sede do Poder Legislativo brasileiros. Os blocos em forma de H têm 28 andares e abrigam atividades administrativas. No seu interior, encontra-se vasto acervo cultural e paisagístico.

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                                                         Edifício do Congresso Nacional

A sede do Poder Executivo, lugar de trabalho do Presidente da República, é o Palácio do Planalto que pode ser visitado aos domingos. No primeiro andar estão as salas nobres de audiências e salões de banquetes; no segundo fica o gabinete do Presidente da República; e no terceiro, os gabinetes Civil e Militar.

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                                                                      Palácio do Planalto

Dentre as atrações turísticas, pode-se destacar também o Palácio da Alvorada, uma das mais importantes obras da arquitetura de Brasília, é o primeiro prédio construído em alvenaria na nova capital. Está localizado numa península que divide o lago Paranoá em Lago Sul e Lago Norte. Residência oficial do presidente da República, o Palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. À frente do Palácio existem duas esculturas: “As Laras”, de Ceschiatti, e “O Rio dos Ritmos”, de Maria Martins. Ao lado, uma capela com fachada de Athos Bulcão.

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                                                                  Palácio da Alvorada

Fonte: Turismo em Brasília ; Portal de Brasília ; Viagem e Turismo

Fortaleza – Capital Alencarina

No ano de 2017, além de visitar a cidade de Vitória em março, o PET Civil UFJF tem sua presença confirmada no IV Conpet Civil, no mês de abril. O evento será realizado na capital cearense, Fortaleza, terra do ilustre poeta romantista José de Alencar.

Capital brasileira mais próxima da Europa, a cidade de Fortaleza é responsável por conectar o Brasil ao mundo, sendo o principal ponto de transferência (entrada e saída) de dados e de alto tráfego de informação. Além disso, é a cidade nordestina com a maior área de influência regional e possui a terceira maior rede urbana do Brasil em população, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.

 

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Mercado Central e Catedral de Fortaleza iluminados à noite, no centro da capital cearense.

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Avenida Beira Mar.

A vegetação de Fortaleza é tipicamente litorânea. O litoral da cidade possui uma extensão de 34 quilômetros, com um total de 15 praias principais. Tem como limites a foz dos rios Ceará, ao norte, e Pacoti, ao sul. As praias mais frequentadas pelos fortalezenses são a Praia do Futuro, Praia de Iracema, Meireles e Mucuripe,  unidas pela Avenida Beira Mar, ponto de encontro de turistas e moradores ao entardecer. Além de praias, a capital cearense oferece ainda muitas opções de lazer, como o maior parque aquático da América Latina, “Beach Park”, as lagoas de Cumbuco e o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, construção com arquitetura moderna que oferece atividades relacionadas a teatros, cinemas, shows, museus e bares.

As principais obras de Fortaleza estão presentes nos portos da cidade. Reformas nos portos do Pecém e do Mucuripe atraem investimento em infraestrutura e moradia na capital cearense. Apesar das reformas de modernização do litoral, a engenharia civil ganhou muito destaque na cidade durante a construção do estádio “Castelão” para a Copa de 2014. Muito se falava que a construção se tornaria um “elefante branco” no Ceará, entretanto, as torcidas apaixonadas dos times Ceará e Fortaleza utilizam o novo estádio de forma que o mesmo gere lucro para a capital, com jogos de casa cheia e muita emoção.

Existe na cidade um teatro totalmente dedicado ao humor. Chamado de Teatro do Humor Cearense, ele conta com cinco apresentações por semana. Outra atração curiosa é o Museu do Humor Cearense, com acervo e apresentações totalmente dedicadas ao riso. Por sinal, alguns dos melhores comediantes brasileiros são cearenses, entre eles Chico Anysio e Tom Cavalcante. Como vemos, o humor é coisa séria para os cearenses. Portanto, espera-se que o evento a ser realizado na cidade de Fortaleza seja recheado de aprendizado, integração e felicidade.

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Último post do ano: Apresentações e Boas Festas!

Mais um ano se finda e o grupo encontra-se em nova formação. Como de costume, uma mistura entre alunos dos períodos iniciais da graduação com outros dos períodos finais. Tal mistura proporciona um convívio bastante enriquecedor!
Dessa forma, segue abaixo o nome de cada um deles, acompanhados do período em que se encontrarão no semestre letivo 2017.1.

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Adriele Valle – 5º Período

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Bruno Salgado – 3º Período

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Cassia Freitas – 8º Período

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Diana Rubim – 4º Período

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Gabriela Oliveira – 5º Período

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Guilherme Neumann – 7º Período

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Gustavo Carvalho – 7º Período

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Isaque Souza – 5º Período

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Júlio Araújo – 6º Período

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Letícia Leal – 5º Período

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Letícia Spínola – 5º Período

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Luciano Araújo – 9º Período

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Lucas Scarton – 6º Período

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Matheus Saggioro – 7º Período

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Sarah Kirchmaier – 4º Período

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Thiago Nascimento – 3º Período

 

Nas próximas postagens, será possível identificar o autor de cada texto publicado, incluindo os recentes integrantes do grupo. Basta conferir o nome do petiano abaixo do título do texto.

Não deixe de acessar a página Sobre os autores para saber mais informações sobre os petianos que atuam no blog, como seus interesses e motivações ao participarem desta atividade.

Além desses integrantes, temos o tutor do PET Civil UFJF: é o professor Marconi Moraes, que segue sendo tutor do grupo pelos próximos 3 anos.

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Marconi Moraes – Professor do Departamento de Engenharia Ambiental e Sanitária.

 

E neste mês de dezembro, aconteceu a confraternização de fim de ano do grupo, reunindo tutor, petianos ativos e petianos egressos!

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Grupo PET Civil UFJF.

 

Tomados, então, por esse espírito de festividades, o grupo PET Civil UFJF deseja a todos os leitores um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

Com a chegada do próximo ano, desejamos que se inicie um outro ciclo, repleto de paz, saúde e infinitas alegrias.

Encerramos aqui as postagens de 2016, retornando às atividades do blog em fevereiro de 2017. Até a próxima e… Boas Festas!

 

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III Concurso de Pontes de Papel das Escolas Públicas de Juiz de Fora

Na última semana, aconteceu o III Concurso de Pontes de Papel das Escolas Públicas de Juiz de Fora. Tradicionalmente, o projeto é organizado pelo PET Civil UFJF em parceria com o Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora e já obteve apoio e reconhecimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em suas duas últimas edições.

E a edição de 2016 foi especial por contar com duas novidades:

  1. Presença da ArcelorMittal: Nesta edição, trabalhamos, pela primeira vez, em conjunto com a ArcelorMittal, grande empresa referência na produção de aço no Brasil e no mundo. Essa parceria possibilitou a materialização de uma das diretrizes da empresa: o incentivo à educação científica;
  2. Participação do ensino fundamental: Em virtude da parceria da empresa com a Prefeitura Municipal e Secretaria Municipal de Educação de Juiz de Fora, responsáveis por escolas de ensino fundamental, os alunos do 9º ano foram os grandes protagonistas do evento.

As escolas participantes foram:

  • E. M. Cosette de Alencar, sendo representada por 2 equipes;
  • E. M. Presidente Tancredo Neves, com 4 equipes;
  • Colégio de Aplicação João XXIII, também com 4 equipes.

Segundo edital, poderiam ser enviadas até 4 (quatro) equipes por escola, com um máximo de 6 (seis) alunos integrando cada equipe.

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Cartaz de divulgação do Concurso.

 

PROGRAMAÇÃO

 

DIVULGAÇÃO NAS ESCOLAS: Na última semana de outubro, petianos e tutor do grupo PET Civil começaram a visitar as escolas, de sala em sala, para divulgar o concurso, no intuito de despertar a curiosidade de alunos do 9º ano sobre a construção de pontes de papel e animá-los a participar.

INSCRIÇÕES: as equipes tinham até o dia 11 de novembro para se inscreverem e se aventurarem nessa empreitada.

REUNIÃO DE LÍDERES: No dia 18 de novembro, no Centro de Ciências, foi realizada uma reunião entre integrantes do PET Civil e os líderes de cada equipe para melhor explicar o funcionamento do concurso e as tarefas a serem realizadas, além de breve explicação sobre alguns conceitos, como a aplicação da 3ª Lei de Newton e o esperado comportamento da ponte.

MONTAGEM DA PONTE: Nos dias 21 e 22 de novembro, também no Centro de Ciências, foi dada a largada para a construção das pontes. Os alunos tiveram 12 horas para tal atividade, de 13h às 19h em cada dia. Durante todo esse momento, foram auxiliados pelos integrantes do PET Civil e, em meio à árdua tarefa, fizeram algumas pausas e ainda tiveram lanches oferecidos pela ArcelorMittal, preparando-os para o segundo tempo.

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Alunos do Cosette de Alencar e Tancredo Neves dando início à construção das pontes.

Diferentemente da Olimpíada de Engenharia Civil, concurso realizado pelo PET Civil com estudantes de engenharia e arquitetura da UFJF, os alunos do 9º não realizaram seus próprios projetos das pontes. Cada equipe recebeu o projeto, em folha A1, desenvolvido pelo PET, com medidas e instruções.

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Projeto como “molde” da ponte a ser construída.

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Petiano Júlio dando instruções acerca da montagem.

A fim de estabelecer justas e iguais condições, todos construíram sua ponte sob o mesmo projeto com materiais fornecido pelos organizadores, apenas. Tais materiais formaram um kit contendo 2 folhas de papel cartão, lápis, borracha, réguas, tesouras, estiletes e colas-branca.

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RUPTURA DAS PONTES: Na manhã do dia 26 de novembro, sábado, o evento tem seu encerramento com a cerimônia de ruptura das pontes, realizado em anfiteatro do prédio Itamar Franco, na Faculdade de Engenharia da UFJF. Os participantes do 9º ano, pais, amigos e professores foram convidados a assistirem à etapa mais aguardada, em que poderiam saber o quão resistentes eram suas pontes.

 

O EVENTO

 

No evento de ruptura das pontes, também contamos com a presença do Elói, diretor do Centro de Ciências da UFJF, que nos ajudou em todas as edições; da Elaíne, representando a Secretaria Municipal de Educação de Juiz de Fora e do Ricardo Schmidt, gerente de Recursos Humanos da ArcelorMittal. Além disso, contamos com a presença do Tribuna de Minas, jornal da cidade e região, que acompanhou parte do evento.

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Abertura do evento com direito a palavras do tutor Marconi, Ricardo Schmidt, Elói e Elaíne. (da direita para esquerda)

Na etapa final, todas as pontes foram submetidas a um teste de carregamento, de modo a verificar qual a carga máxima suportada pelas estruturas. Antes do rompimento, cada ponte foi pesada, sendo sua massa um dos critérios de desempate. A equipe vencedora seria aquela cuja ponte suportou maior carga.

De acordo com a ordem de entrega das pontes, cada equipe se apresentou, recebeu certificado de participação e, com muito nervosismo, torceram por suas pontes. Ao final do rompimento da ponte, aplausos. Expectativas foram superadas e emoção até o final: a ponte vencedora foi a última a ser rompida!

 

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Pórtico preparado pelo PET Civil para ruptura das pontes.

EQUIPES VENCEDORAS

1º LUGAR: equipe “Unidos do XXIII”, do João XXIII (carga de ruptura: 7,910 kg)

Premiação: medalha de ouro, livro Manual do Mundo, um caderno e um kit com brindes da ArcelorMittal.

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Parte da equipe UNIDOS DO XXIII.

2º LUGAR: “Pontes GIKSMY”, do Tancredo Neves (carga de ruptura: 7,392 kg)

Premiação: medalha de prata e um jogo de xadrez.

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Alguns integrantes de PONTES GIKSMY.

 

3º LUGAR: equipe “Vamo Dali”, do Cosette de Alencar (carga de ruptura: 6,812 kg)

Premiação: medalha de bronze e caderno da ArcelorMittal.

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Equipe VAMO DALI.

Durante o evento de ruptura, foram sorteados vários brindes da Arcelor, como chaveiros, canetas, camisas e também camisa da XII Olimpíada de Engenharia Civil.

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Prêmios para os três primeiros classificados.

 

FEEDBACK’S

 

  • Dos professores presentes:

“COMO UMA PONTE DE PAPEL AGUENTARIA TANTOS QUILOS?”, questionava Jerusa, professora do Cosette de Alencar que acompanhou seus alunos durante os dois dias de montagem e na ruptura. A princípio desacreditada, depois que viu o projeto da ponte, começou a acreditar nessa possibilidade. Jerusa achou o evento muito interessante e elogiou o empenho dos alunos participantes.

  • Dos pais:

“ELA ACREDITOU MUITO EM SI. ACHO QUE VALEU A PENA TODO O NERVOSISMO E PREOCUPAÇÃO.”, comentou Francisco, pai da ganhadora Juliana. Ele ficou entusiasmado com o evento e satisfeito por ter acompanhado sua filha. Por fim, agradeceu e completou: “É uma grande oportunidade para os alunos.”.

  • Dos alunos participantes:

A aluna Tatiane, do Tancredo Neves, que se mostrou interessada desde a divulgação nas escolas, vivenciou e superou os desafios propostos. No segundo dia, sua equipe se reorganizou, soube dividir bem as tarefas e conseguiu refazer toda sua ponte a tempo. Ela gostou muito e já está aguardando os próximos concursos.

“FOI BEM LEGAL A EXPERIÊNCIA DE FAZER ISSO. NA HORA, PENSEI QUE FOSSE MAIS FÁCIL.”, comentou Vanessa, integrante da equipe vencedora.

Segundo Juliana, outra integrante da equipe Unidos do XXIII: “Como eu gosto de matemática e quero fazer faculdade de arquitetura, me interessei muito. Na hora de fazer, tivemos nossas discussões, mas todos se ajudaram. Foi muito legal trabalhar em grupo.”.

Ambas concordaram que uma das partes mais difíceis foi colar cada barrinha. Essa dificuldade já era esperada em todos os grupos, uma vez que a atenção na montagem e as técnicas utilizadas são decisivas para uma ponte resistente. Para contornar essa situação, a equipe foi atenciosa, refizeram barrinhas que não ficaram boas e só montaram a ponte no segundo dia, esperando a cola secar.

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Equipe vencedora sendo premiada.

O PET Civil gostaria de agradecer a todos os envolvidos, em especial à ArcelorMittal, que possibilitou a realização e sucesso do nosso evento nessa primeira das muitas possíveis parcerias, e parabenizar todos os participantes do Concurso! Até o próximo!

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Toda a galera que fez esse Concurso possível!

Para mais fotos da 3ª edição do Concurso de Pontes de Papel das Escolas, acesse: Álbum do Concurso

E ainda CONFIRA:

Reportagem do Tribuna de Minas: Concurso de pontes de papel reúne mais de 70 estudantes em JF

Site da ArcelorMittal: http://brasil.arcelormittal.com.br/

Site do Centro de Ciências da UFJF: http://www.ufjf.br/centrodeciencias/

Post sobre o I Concurso de Pontes das Escolas: aqui

Post sobre a XII Olimpíada de Engenharia Civil: aqui

 

 

Um exemplo vindo dos gramados

Real Madrid e Bayern de Munique ganharam camisas especiais da Adidas em parceria com a Parley for the Oceans, feitas com resíduos plásticos retirados do oceano. O uniforme do Real Madrid é totalmente branco, e do Bayern na cor vermelha. Segundo a Adidas, “para refletir a história exclusiva da camisa e o compromisso com os oceanos da Parley, os dois clubes e patrocinadores concordaram em não ter os logos visíveis para tornar as camisas o mais sustentável possível”. Como imagens de divulgação, o lateral Marcelo e o meia Xabi Alonso aparecem tomando um banho cercados de lixo na água do mar.

As novas camisas foram usadas por Bayern de Munique contra Hoffenheim no dia cinco de novembro, e Real Madrid joga com as suas contra Real Sporting de Gijón no dia 26 do mesmo mês.

Além das camisas, a linha reciclada conta com o primeiro tênis de corrida UltraBOOST Uncaged Parley. O tênis tem um design inspirado nas ondas do mar e é feito de  uma mistura de Ocean Plastic (95%) e poliéster reciclado (5%).  Cadarços, base, suporte do calcanhar e forro, também foram feitos com materiais reciclados.

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Os resíduos plásticos retirados do oceano para a confecção de tais produtos são recuperados pela intervenção e operações de limpeza de Parley em áreas costeiras das  Ilhas Maldívas, com objetivo de gerar interesse global e soluções para a ameaça da poluição plástica nos oceanos.

Parley for the Oceans é o espaço em que criadores, pensadores e líderes se juntam para aumentar a  conscientização das pessoas a respeito da beleza e da fragilidade dos oceanos, bem como colaborar com projetos que podem acabar com essa destruição. A Parley acredita que o poder de mudança está, principalmente, nas mãos dos consumidor – uma vez que ele tem a escolha – e o poder de moldar uma nova mentalidade do consumidor está nas mãos das indústrias criativas.

“Esses lançamentos representam um novo passo na jornada da Adidas com a Parley for the Oceans. Nós não somente conseguimos criar um calçado de plástico do oceano reciclado, como também criamos a primeira camisa feita 100% com resíduos do oceano”, explica Eric Liedtke, membro do conselho executivo do Adidas Group e responsável por Global Brands. “Nós não vamos parar aqui. Vamos fazer um milhão de tênis usando a Parley Ocean Plastic em 2017 – nossa principal ambição é eliminar plástico virgem na nossa cadeia de suprimentos”, completa.

“Agora não estamos pensando só em gerar conhecimento para o problema. Queremos colocar em ação e implementar estratégias que possam acabar com o ciclo de poluição de plástico para sempre. Inovação ecológica é um campo novo de atuação e com o lançamento das camisas Ocean Plastic e o UltraBOOST Uncaged adidas X Parley, nós convidamos cada consumidor, jogador, equipe e torcedor para impactar junto com a Parley e definir seu papel no meio ambiente”, afirma Cyrill Gutsch, fundador da Parley for the Oceans.

O projeto da marca para 2017 significará que pelo menos 11 milhões de garrafas plásticas retirada das áreas costeiras pela Parley Global Clean-up Network serão recicladas e repostas em produtos de elite de performance.

Fonte: Globo EsporteParley for the OceansCiclo Vivo

As grandes pirâmides e suas construções

     Ao estudar a história da antiguidade, muitas questões podem chamar a atenção, mas é inegável que o fato de seres humanos conseguirem construir com eficácia estruturas complexas e pesadas, sem o auxílio de grandes máquinas e softwares avançados, é algo fascinante.


      As grandes pirâmides possuem como principal material de construção blocos de pedras que chegavam a pesar 2 toneladas. O formato escolhido é justificado pela estabilidade característica do polígono piramidal. Contudo, ao analisar as pirâmides que ainda se mantêm intactas, encontra-se alguns aspectos que diferem umas das outras. Enquanto a pirâmide Guise no Egito é lisa, as pirâmides de Huaca del Sol no Peru e a Tigre na Guatemala possuem degraus que separam a estrutura em vários níveis.


    Desde milhares de anos atrás, muito se discute sobre a construção em si das grandes pirâmides. Até hoje, não foi descoberto exatamente todos os métodos usados pelos construtores antigos, entretanto, algumas ideias foram consolidadas.

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     Pode-se separar o processo de construção das pirâmides em 3 fases: escavação, obtenção de material e transporte. Na fase de escavação fica claro que egípcios, maias, macedônios e mongóis levavam a sério as fundações. Para evitar inclinações e desmoronamentos, buracos de estacas eram cavados em intervalos regulares ao longo do relevo, levando em conta que as laterais da pirâmide fossem paralelas aos eixos leste-oeste e norte-sul (no caso dos egípcios). Porém, havia um grande desafio pela frente: o nivelamento da construção. Atualmente, ainda não se tem certeza como o nivelamento foi executado, mas a teoria mais provável diz que os trabalhadores despejavam água nos buracos escavados e nivelavam todo o material acima da linha da água, depois repetiam o processo.

Os grandes blocos usados eram formados por granito, calcário, basalto, argamassa e tijolos de barro. A falta de ferro obrigou os trabalhadores a usarem pedra e cobre para obter e modelar os materiais de construção.

Por fim, vale ressaltar a dificuldade enfrentada na fase de transporte dos enormes blocos de pedra sem ajuda de veículos resistentes. Tratando-se dos egípcios o desafio era ainda maior, já que o solo arenoso do deserto dificultava o uso das rodas. Assim, os meios utilizados baseavam-se em trenós, embarcações e rampas.

Além de impressionar com sua vista externa, muitas das grandes pirâmides fascinam estudiosos com seus ambientes internos. Labirintos, divisão complexa de cômodos, câmaras de descarga e grandes galerias provam que a engenharia é mais antiga do que parece e sua importância sempre será grande, tanto na antiguidade quanto nos dias atuais.

 

Fonte: Ultracurioso, Kalyzatf, Revista Planeta, Sempre Tops.

Mulheres na Engenharia

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As mulheres conquistam cada vez mais seu lugar no mundo moderno. Um exemplo claro disso é a engenharia, que deixou de ser um campo de universo masculino para dividir espaço com as qualidades femininas. Turmas que antes formavam com uma ou duas representantes do sexo feminino, hoje são metade compostas por elas. Observar as bibliotecas de faculdades de engenharia cheias de mulheres é motivo de orgulho para toda a sociedade.

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Enedina Alves Marques

Voltando um pouco na história, em 1917, mesmo ano em que na Rússia o dia 8 de março consagrou-se como o dia da mulher, Edwiges Maria Becker Hom´meil entrava para a história como a primeira engenheira do Brasil formada pela Escola Polythecnica do antigo Distrito Federal (RJ), que hoje seria a Escola Politécnica da UFRJ. Vinte e oito anos depois de Edwiges, em 1945, na UFPR, formava-se a primeira engenheira do estado do Paraná e primeira engenheira negra do Brasil, Enedina Alves Marques, também considerada uma pioneira da engenharia brasileira.

Trazendo a história um pouco mais para perto, na Universidade Federal de Juiz de Fora, em 1933, Marilia D’Alva Fabiano Alves torna-se a primeira mulher engenheira (geógrafa) formada pela Escola de Engenharia de Juiz de Fora e Dulce Palmer é a primeira mulher a se formar pela Escola de Engenharia como engenheira civil e eletrotécnica em 1938.  Essas são apenas algumas mulheres, dentre muitas outras de igual importância, que superaram limites para fazer história na engenharia brasileira.

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Apesar da participação feminina crescer a cada dia, alguns preconceitos precisam ser vencidos. Embora a legislação brasileira, em seu artigo 7º, inciso XXX da Constituição Federal de 1988, proíba a diferença de salários e a discriminação trabalhista relacionada ao sexo, idade, cor ou estado civil, quando se observa os gráficos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), percebe-se que a média salarial das engenheiras, no Brasil, é 14% menor que a dos homens. Além do desafio da desigualdade, aos poucos as mulheres têm saído dos escritórios e vencido o preconceito da presença delas em canteiros de obras. Afinal, o mundo precisa de mais mulheres de botina e capacete fazendo história.

Reportagem especial mostra a inserção das mulheres na Engenharia Civil

 

Fontes: Blog da EngenhariaUNOCHAPECÓ ; UFJF .

Ponte de vidro na China bate 10 recordes mundiais

Citada no post mais recente do blog, a ponte de vidro chinesa foi construída a 300 metros acima do Grand Canyon de Zhangjiajie, na cidade de Hunan. Inaugurada em 20 de agosto de 2016, a ponte tem uma vista extraordinária de montanhas íngremes, geralmente cobertas com névoa, as quais inspiraram o diretor James Cameron na produção do filme “Avatar”.

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É a ponte de vidro mais alta e a mais longa do mundo, com 430 metros de extensão, sendo 375 metros de parte suspensa. Além disso, tem a maior plataforma do mundo para bungee jumping e o balanço mais longo da Ásia. Logo, esses são alguns dos 10 recordes mundiais já alcançados por essa incrível obra de engenharia.

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Ela foi projetada pelo arquiteto israelense Haim Dotan e sua construção, que demorou cinco meses a mais que o previsto para ser concluída, custou cerca de 10,9 bilhões de reais. Para Dotan, a ponte deveria ser a mais “invisível possível, para não obstruir a visão”.

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A ponte tem 6 metros de largura e é composta por 99 painéis com três camadas de vidro em cada um. Ademais, ela une os dois penhascos do Cânion, através de quatro vigas de aço e concreto (duas em cada extremidade) que permitem a sustentação da mesma.

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Entretanto, a segurança de uma obra de tal porte era motivo de dúvida para os futuros visitantes. Com isso, antes da inauguração, voluntários foram convidados a testar a resistência da ponte. Foi permitido que eles batessem, repetidas vezes, com um martelo em um dos vidros da estrutura.  O resultado foi a quebra de apenas uma das três camadas de vidro, sendo que as outras duas ficaram intactas. Após esse teste, um carro ainda circulou várias vezes sobre esse vidro rachado e não produziu nenhum outro dano.

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A ponte é capaz de receber cerca de 800 visitantes simultaneamente e 8000 visitantes diariamente. Com isso, a China espera que Hunan aumente a atratividade turística para o parque natural de Zhangjiajie.

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Imagens Ponte da China Notícia

Ponte de Beipanjiang: a nova ponte mais alta do mundo

Não é novidade que a China seja pioneira na construção das pontes mais altas do mundo. Como já abordado anteriormente no blog (Confira o post!), 4 das 5 pontes mais altas do mundo são chinesas. Entretanto, esse dado já mudou. Em setembro do presente ano, foi concluída a obra da Ponte de Beipanjiang, que fica a 565 metros acima do rio Nizhu, no sul da China.

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Essa ponte tem 1341 metros de comprimento e irá ligar as províncias de Guizhou e Yunnan. A construção contou com cerca de 1000 engenheiros e técnicos, sendo que foi iniciada há três anos. Segundo a Televisão Central da China (CCTV), o custo da obra valor equivale a 133 milhões de euros (aproximadamente 470 milhões de reais). A inauguração para o público está prevista para o fim de 2016.

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Há poucos meses antes da conclusão dessa obra, a China concluiu outra grande construção, que recebeu o título de ponte de vidro mais cumprida do mundo.

A seguir, podemos observar o perfil do terreno em que foi construída a ponte, evidenciando o desafio da construção devido à elevada altura até o rio.

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Construir uma ponte com uma altura equivalente a um prédio de 200 andares não é uma tarefa simples, mas o relevo característico da China instiga o país a quebrar seus próprios recordes, desafiando os limites da Engenharia.

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Confira o vídeo da CCTV sobre a finalização da obra:

Fontes: Maiores Pontes do Mundo, Ponte de Beipanjiang.

AquaRio: o maior aquário da América do Sul

Com vias de inauguração no próximo dia 09 de novembro, a Cidade Maravilhosa abre as portas para uma experiência que, até então, não podia oferecer aos turistas. Localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, o aquário “AquaRio” está situado em uma área cercada pelo Museu do Amanhã , o Museu de Arte do Rio (MAR) e pela praça Mauá.

A atração foi orçada em R$130 mi de reais e custeada totalmente pela iniciativa privada. Com uma expectativa de receber cerca de 1000 visitantes por hora, acredita-se que, no primeiro ano, 1 milhão de pessoas terão passado pelo local.

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A infra-estrutura é de um prédio de 5 andares, com 26 mil m² de área construída e 4,5 milhões de litros de água salgada. Em um mesmo corredor, terão 28 aquários seguidos, numa tentativa de imergir o visitante numa atmosfera semelhante ao fundo do mar, com tons azuis que variam do claro ao escuro e uma iluminação tênue.

O que mais chama atenção no projeto é um túnel que passa no meio do tanque principal. A estrutura de acrílico tem 26 metros de comprimento, 3 de altura e 2 de largura. Situada 7 metros abaixo do nível d’água, a passagem está sujeita a uma pressão de 3,5 milhões de litros de água. É possível interagir visualmente com os peixes e se sentir realmente submerso. Alguns eventos já ocorreram no local, como um desfile de moda; outros, por sua vez, são os sugeridos pelo próprio estabelecimento: como o de dormir com os tubarões; crianças a partir de 6 anos e adultos poderão dormir sob o acrílico como se estivessem deitados no fundo do oceano.

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Além dos números impressionantes, o aquário assume um caráter tecnológico que permite ao visitante criar um peixe virtual que o acompanhará por todos os lugares e disponibiliza telas led em todos os aquários para passar as informações dos respectivos habitantes. Com capacidade para 8 mil animais de cerca de 350 espécies diferentes, o local já começou a fase de povoamento e pretende inaugurar com 3 mil criaturas.

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Conversando com os museus ao seu redor, contará com instalações que alertem para a importância da preservação da fauna e sobre o impacto do ser humano nos oceanos. E, em consonância com a preocupação ambiental, os animais ali colocados são de origem da costa brasileira, onde alguns sofriam ampla perseguição por serem o pescado comum da população; dessa maneira, os tanques estarão possibilitando a preservação de algumas espécies fora do meio selvagem. No futuro, o museu/aquário terá um centro de reprodução em cativeiro que será anexado à estrutura inicial.

A água salgada dos aquários é bombeada do alto-mar por meio de navios, uma vez que a Baia de Guanabara é contaminada por metais pesados. Após canalizada e devidamente tratada, ela segue para os tanques.

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Segundo o biólogo marinho Marcelo Szpilman, o aquário conta com a função de ensinar: ensinar as pessoas sobre a importância de preservar a natureza; e, a partir do momento em que elas entenderem como o ecossistema aquático funciona e se sentirem conectadas a ele, elas terão uma perspectiva diferente no seu dia-a-dia.

Maior Aquário da América do Sul

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Concreto branco e suas variações

O Concreto Branco é um tipo de concreto produzido a partir do Cimento Portland Branco (CPB), onde a cor branca é obtida através da utilização de matérias primas com baixo teor de óxido de ferro e manganês, areia com doses extras de calcário moído e, principalmente, utilizando o caulim no lugar da argila. Vale apena ressaltar também que o  cimento a ser utilizado varia de acordo com a necessidade da obra, podendo ser ele estrutural ou não estrutural. O CPB-Estrutural é normalmente aplicado em concretos branco para fins arquitetônicos, enquanto o CPB-Não Estrutural é destinado principalmente ao rejuntamento de peças cerâmicas, pedras naturais e pastilhas.

125aparente2Imagem 1: Fundação Iberê Camargo – Porto Alegre

pontebranca1.Imagem 2: Ponte Estaiada em Concreto Branco – Brusque, Santa Catarina.

O concreto branco está relacionado diretamente à estética, e é muito utilizado para dar destaque às formas arquitetônicas ou, misturado a pigmentos, obter texturas e efeitos rústicos.

A utilização de pigmentos no Concreto Branco define o chamado Concreto Colorido. Tais pigmentos são insolúveis, o que os diferencia dos corantes, podem ser orgânicos ou inorgânicos e podem estar na forma de pó ou dispersões aquosas. A cor dos pigmentos orgânicos varia de acordo com os componentes presentes, de forma que o Óxido de Ferro III está relacionado com a tonalidade vermelha, o Óxido de Cobalto com a tonalidade azul, entre outros.

Dentre as vantagens do Concreto Colorido destaca-se a sua maior durabilidade estética, a não necessidade de revestimentos e pinturas e sua boa resistência à poluição, ação solar e outras intempéries.

museu-paula-regoImagem 3: Casa das Histórias Paula Rego – Portugal.

 

A surpreendente ideia do cimento sem água

    Muito se discute sobre o uso do cimento na sociedade atual. O material tem grande importância e se tornou indispensável no mundo da engenharia, porém possui alguns pontos a serem discutidos. Riscos à saúde humana e ao meio ambiente são as principais vertentes que geram críticas ao uso do cimento tradicional. Doenças de pele e pulmonares e a considerável emissão de dióxido de carbono são exemplos desses fatos que incentivam pesquisadores do ramo da Engenharia Civil a procurarem melhorias e adaptações a uma das matérias primas mais utilizadas atualmente na construção civil.

Por essas e outras razões, pesquisadores e professores da Universidade Estadual de Oregon, nos EUA, tiveram a ideia de modificar a composição do cimento tradicional de maneira simples. Ao substituir a água por dióxido de carbono e silicato de cálcio, foi criado o “cimento de silicato de cálcio carbonatado” ou “CCSC”. Além de diminuir a emissão de gases de efeito estufa e ser menos impactante à saúde humana, o “cimento sem água” se mostrou mais durável e com baixo custo. Outro fator a ser destacado é a diminuição do consumo de água que o uso dessa nova alternativa acarreta, já que vivemos em tempos de crise hídrica.

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O novo material se parece muito com o convencional, entretanto suas propriedades geram maior durabilidade e resistência, em decorrência da carbonatação. Dessa forma, é muito possível que o produto ganhe credibilidade no mercado do cimento, principalmente para o uso de produtos de concreto pré-moldados, que podem ser criados em uma fábrica e transportados para onde serão usados.

A inovação da Universidade Estadual de Oregon pode se tornar uma alternativa muito interessante, uma vez que o cimento é indispensável na composição do concreto, o qual possui uma produção anual de 2 a 4 toneladas. Desse modo, adesão pela nova tecnologia impulsionaria a diminuição da emissão de CO2 no mundo a uma taxa de 1 a 3%.

Um dos únicos pontos negativos da inovação tecnológica é a sua produção, já que esta demanda mais trabalho do que uma simples mistura de água sobre a massa. A carbonatação, por exemplo, exige botijões com CO2 sob pressão. Assim, a aderência generalizada por parte de engenheiros e empresas pode demorar mais tempo.

Fonte: inovacaotecnologica, acertar

Estrada do Atlântico

    A Estrada do Atlântico, Atlanterhavsveien em norueguês, está longe de ser uma estrada qualquer! Além de ligar a costa continental à cidade Averøy, saltando de ilha em ilha, é um dos destinos turísticos mais procurados na Noruega.

    Sua inauguração foi em 1989, tendo um custo superior a 120 milhões de dólares. A obra teve a duração de seis anos, enfrentando durante esse período um total de 12 tempestades fortes, com registros de furacões, provenientes das intensas correntes de ar presentes no local. Durante o projeto, foi necessário levar em conta também os fortes choques do mar com a estrada em diversos pontos. Porém, atualmente, isso é um dos fatores que chamam a atenção dos turistas, que a qualquer momento podem ser surpreendidos por uma onda batendo em seu carro (Imagem 1).

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Imagem 1: Ondas quebrando sobre a Ponte do Atlântico

    Esse maravilhoso percurso, construído literalmente a beira-mar, conta com mais de 8 quilômetros, que incluem curvas peculiares (que provocam a sensação de estar em uma montanha-russa), formas atípicas, oito pontes sobre o Oceano Atlântico, além de passar por pequenas ilhas, recifes e fiordes (profundas entradas do mar no continente) que proporcionam uma paisagem inexplicável. Em determinadas épocas do ano, quando o mar está calmo, as focas, baleias e golfinhos, deixam as ondas de lado para se tornarem a atração. Tal obra harmoniza arquitetura e engenharia, chegando, inclusive, a ganhar em 2005 o prêmio de melhor construção norueguesa.

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Imagem 2: Estrada Atlântica – Rota conectando ilhas cênicas

Fonte: Estrada do Atlântico e Noruega Estrada do Atlântico

Concreto translúcido

Diante de um cenário onde as técnicas na construção civil avançam a todo momento, aumentam-se a as possibilidades de aplicações dos materiais de acordo com os desejos e necessidades dos clientes. Com o concreto não e diferente, hoje já e … Continuar lendo

Energia limpa pode ser gerada a partir do lodo de esgoto

Com  intuito de reduzir a geração de resíduos sólidos através de hábitos de consumo mais sustentáveis e propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização desses resíduos foi criada a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada pela Lei 12.305/2010 e regulamentada pelo Decreto 7.404/2010.

A PNRS define seus princípios, diretrizes, objetivos da mesma forma que seus instrumentos, distribuição de responsabilidades e a forma compartilhada da gestão dos resíduos sólidos, envolvendo Municípios, Estados, setor empresarial e sociedade civil, além de impor que empresas elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Em resposta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) lançou recentemente o edital para construção de uma estação de geração de energia elétrica a partir do biogás que é naturalmente produzido durante o processo de tratamento de esgoto e com isso eliminar o volume de lodo descartado no aterro sanitário – 500 toneladas por dia. O projeto inicial deve ser construído na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Barueri.

A empreitada será feita por meio de um contrato de concessão de 30 anos com a iniciativa privada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Barueri, a maior de São Paulo. Nessa ETE são tratados mais de 20 bilhões de litros de esgoto por mês de 4,4 milhões de pessoas da região, incluindo parte da capital. A Sabesp vai fornecer o lodo e o biogás gerados na ETE e a empresa entrará com a tecnologia para gerar energia térmica e elétrica.

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Embora esse resíduo represente em média 1% a 2% do volume total do esgoto tratado, seu gerenciamento é bastante complexo e demanda custos elevados de disposição final, além disso, após o tratamento de esgoto, o lodo é o resíduo mais valioso devido à sua grande quantidade e riqueza de matéria orgânica. Assim, o projeto pretende aproveitar este potencial para “minimizar custos e impactos ambientais”.

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O biogás é um combustível gerado no processo de biodigestão para a secagem do lodo que fica na estação após o tratamento do esgoto e pode virar energia. Só que hoje esse potencial energético é queimado na própria ETE e lançado na atmosfera, enquanto o lodo seco é transportado até o aterro de Caieiras, na Grande São Paulo, onde sofre decomposição.

Em contrapartida ao descarte de lodo no aterro usado pela Prefeitura de São Paulo, a Sabesp trata todo o chorume da decomposição do lixo da cidade. Segundo o diretor metropolitano da estatal, Paulo Massato, com o novo negócio, o lodo também poderá ser usado pelo parceiro para a produção do biogás.

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O edital prevê que nos primeiros cinco anos de concessão deverão ser gerados 5 megawatts de energia e 10 megawatts a partir do sexto ano. Essa energia é suficiente para suprir de 60% a 75% o consumo de energia da própria ETE.

Fontes: PNRS    Sabesp    Estadão    Ciclo Vivo

 

 

 

XXXIX Semana da Engenharia UFJF

Na XXXIX Semana da Engenharia UFJF, que ocorreu do dia 12 ao dia 17 de setembro de 2016, o Grupo PET Civil ofereceu algumas atividades que serão listadas abaixo:

  • Palestra Magna com Márcio Sequeira – Mola Structural Model: A maior campanha de financiamento coletivo do país

No primeiro dia do evento, o arquiteto mestre em Engenharia Civil pela UFOP, Márcio Sequeira, dissertou sobre sua experiência durante o processo de idealização e comercialização do Kit Estrutural de Mola, que inspirou o I Concurso de Mola realizado pelo PET Civil ainda este ano.

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O Kit Estrutural de Mola e o palestrante Márcio Sequeira.

A palestra foi enriquecedora e muito elogiada pelos presentes. Márcio demonstrou, por meio de sua longa trajetória até a concretização de projeto, que persistir em meio as inúmeras adversidades foi o fator principal para o sucesso do Mola Structural Model.

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O Grupo PET Civil com Márcio Sequeira.

O PET Civil agradece a sua presença e esperamos nos encontrar novamente!

  • Quiz Cultural:

Tradicional na Semana da Engenharia, o Quiz Cultural é composto de 20 perguntas sobre conhecimentos gerais de mundo, ciências exatas e humanas. As equipes, compostas por 3 participantes, tem um tempo limitado para responder as questões e assim definir a equipe melhor pontuada e, consequentemente, vencedora.

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Os vencedores ganharam pen-drives e camisas do Concurso de Pontes!

  • XII Olimpíada de Engenharia Civil – Concurso de Pontes de Papel

No dia 14 de setembro de 2016, na Faculdade de Engenharia da UFJF, foi realizado a XII Olimpíada de Engenharia Civil – Concurso de Pontes de Papel.

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O concurso propõe a construção de uma ponte treliçada, feita através de papel-cartão (disponibilizado pelo Grupo PET) e cola, que seja capaz de suportar uma carga próxima de 100N. Além disso, a ponte é julgada pelos quesitos estrutural (divisão da carga de colapso pelo peso-próprio da ponte) e estética (concede-se uma menção honrosa para a equipe que tiver a ponte e o pôster melhores avaliados).

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Exposição das pontes para votação de alunos e professores no quesito estética.

A realização de tal concurso permite que o aluno identifique na prática os conceitos aprendidos em sala de aula, tais como em Mecânica e Resistência dos Materiais. Ademais, promove uma integração entre os cursos da faculdade por meio de um trabalho que deve ser realizado em equipe.

Antes da montagem, os petianos realizam uma reunião com os líderes de cada equipe para explicar o edital e ainda oferecem um minicurso de Ftool para auxiliar no dimensionamento das pontes. Assim, após a conclusão do projeto, a montagem é realizada na faculdade sob supervisão do PET e a ponte deve ser entregue no prazo previamente estipulado.

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Montagem das pontes.

Após alguns dias dedicados a secagem da cola das pontes, o evento de ruptura foi realizado no dia 14 de setembro. A etapa final do concurso é sempre a mais esperada e atrai um grande público para a faculdade.

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Assim, cada ponte é submetida a um teste de carga para estabelecer uma lista classificatória baseada na exatidão e eficiência no projeto das mesmas. Durante a ruptura das pontes ocorreram ainda sorteios de camisas do concurso e distribuição de descontos para o Curso Alfa, a mais nova parceria do PET Civil.

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As pontes vencedoras foram:

  • 1º lugar: Palace II (carga de ruptura de 8,51 kg)

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  • 2º lugar: Cortante Zero (carga de ruptura de 8,695kg)

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  • 3º lugar: Pinguela 3.0 (carga de ruptura de 7,235kg)

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Prêmio das equipes vencedoras.

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Golden State Legends: premiada como a ponte mais bonita pelo quesito estética.

 

Para mais fotos do evento acesse a página do PET Civil  e para assistir a cobertura completa feita pela TV Integração clique no link: http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/mgtv-2edicao/videos/t/edicoes/v/competicao-movimenta-semana-da-engenharia-em-juiz-de-fora/5306430/.

O PET Civil agradece a todos que participaram da Semana da Engenharia e parabeniza os vencedores da XII Olimpíada de Engenharia Civil – Concurso de Pontes!

 

Engenharia em favor do trânsito, educação em favor da vida

Quando o assunto é trânsito, muitas pessoas não têm consciência da abordagem de profissionais especializados para que haja fluência, eficácia e segurança nas ruas das cidades. Entretanto, mesmo com inúmeros estudos para melhoria do trânsito, a população, de maneira geral, não se atenta para a importância da educação e respeito ao exercer a função de motorista, ciclista ou pedestre. Fato esse é comprovado ao se observar o número de mortos em acidentes de trânsito, no Brasil, até 2014:

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Essas estatísticas não param de subir, e trazem vários questionamentos: A engenharia não tem sido eficaz? Quais são as causas? De quem é a culpa?


  • Engenharia e trânsito:

Atualmente, há inúmeros programas no mercado que ajudam a solucionar problemas de trânsito; e os profissionais especializados desenvolvem cada vez mais melhorias através desses programas. A seguir, pode-se observar a interface de um desses programas, o Simulation of Urban Mobility (SUMO), que auxilia na simulação do trânsito a partir da criação de malhas viárias. A partir dele, é possível observar o fluxo de veículos, causa de congestionamentos e vários outras características de determinado local. Com isso, pode-se criar soluções para melhoramentos.

Além de estudos na área de mobilidade urbana, a engenharia está diretamente ligada na construção de pontes, viadutos e estradas inteligentes a fim de beneficiar a população. Em Juiz de Fora, por exemplo, a construção de novas pontes é um assunto recente, pontes essas que contribuíram para desafogar o trânsito na região central da cidade.

  • Educação e trânsito:

Mesmo com diversas ações para melhorias, as estatísticas de acidentes de trânsito só aumentam. Em Juiz de Fora, tem se visto muitas notícias de atropelamento nos últimos dias, principalmente na Avenida Rio Branco (39 atropelamentos em 2016). Esse dado leva a uma conclusão: o pedestre ou o motorista está desrespeitando as leis de trânsito. Se houvesse educação no trânsito, muitos dos acidentes seriam evitados.

No anel viário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), observa-se constantemente o desrespeito dos motoristas, principalmente em horários de pico. Muitos motoristas não enfrentam a fila pra sair do campus, e optam por furá-la, podendo ocasionar acidentes.

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A fim de conscientizar os motoristas e pedestres, todo ano é feita uma Semana Nacional do Trânsito (SNT), que conta com panfletagem e palestras que têm por objetivo colocar em prática a importância do respeito às leis de trânsito. Nesse ano, o tema é “Eu sou + um por um trânsito + seguro”. A SNT teve início ontem, 18/09, e se encerra no sábado, 25/09. A programação conta com panfletagem nas ruas da cidade e no restaurante universitário da UFJF. Além disso, alunos das Faculdades de Engenharia e Arquitetura farão “short talks” nas salas de aulas de ambas as faculdades.


Aliando a tecnologia por parte dos profissionais e a educação no trânsito por parte de todos, pode-se mudar as estatísticas em relação a acidentes e mortes. E isso não é difícil, basta que cada um comece a adotar práticas simples, mas que têm efeitos positivos imediatos.

Fontes: Acidentes de Trânsito, SNT 2016, Anel Viário UFJF

Sustentabilidade em alto nível

Na cidade alemã de Heidelberg está sendo construído o maior complexo residencial sustentável do mundo. O empreendimento localiza-se em uma área antes ocupada por um terminal de trem de carga, correspondente a aproximadamente 108,6 hectares. O Heildelberg Village, como é conhecido o complexo, terá 162 apartamentos equipados com painéis solares, varandas individuais e jardins verticais, que podem abrigar confortavelmente até 5 pessoas.

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O Heildelberg Village, foi projetado no escritório alemão Frey Achitekten com o objetivo de ser uma obra exemplar em termos de eficiência energética, utilizando vários princípios da arquitetura bioclimática.

Os apartamentos são conectados à geração de energia através de micro-usinas solares e também contam com um moderno sistema de ventilação, que adapta-se automaticamente às necessidades reais dos moradores, garantindo a eficiência energética do complexo. Os gastos com energia são de no máximo 15 kilowatts/ por hora, enquanto em apartamentos convencionais esse valor varia de 100 a 300 kWh.

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Além dos painéis solares instalados nos telhados dos prédios, o que já é habitual em outros empreendimentos, o Heildelberg Village  terá estes “geradores de energia” também nas fachadas, o que contribui para uma significativa redução no gasto energético. O presidente da Frey Architekten, Wolfgang Frey, afirma que “os painéis solares terão dupla função: produção constante de energia e arrefecimento da temperatura no verão”.

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A vegetação presente nos chamados “telhados verdes” e nas paredes dos edifícios ajudarão no controle térmico e na manutenção da qualidade do ar. A tinta utilizada no acabamento dos edifícios tem também uma função eco-friendly, por terem incorporadas em sua mistura o titânio, que será responsável por transformar uma parcela da poluição atmosférica em oxigênio e nitratos inofensivos em um processo natural .

O Heildelberg Village deverá ser finalizado até 2017, e será mais do que um simples complexo residencial, pois o projeto é de que este seja o maior complexo de casas passivas do mundo, que unirá inovação, sustentabilidade e rentabilidade .

Fontes:

Ciclo Vivo

Green Savers