Casas de madeira: uma solução rápida

Ainda pouco adotada, as casas de madeira são uma das atuais opções para quem busca economia e conforto. Economicamente, é possível diminuir a contratação de pedreiros e arquitetos, além de evitar grandes gastos com materiais de construção e acabamento. Assim, em média, reduzem-se o custo em cerca de 60% e o tempo para construção, quando comparadas as casas de alvenaria. Já em relação ao conforto, sua cor natural quente influencia o estado de espírito de maneira positiva, acalmando o sistema nervoso e transmitindo sensação de aconchego.

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A maior vantagem desse tipo de empreendimento é a sua manutenção barata. Para garantir a durabilidade e resistência da mesma, deve-se usar um verniz de base aquosa na parte externa e interna, com a sua reaplicação dependente das condições climáticas do local. Desse modo, é provável que a casa sobreviva, sem grandes manutenções, por cerca de 100 anos.

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Antes do início da construção, é fundamental tratar o solo a fim de evitar infestação de pragas, tais como o cupim, mesmo que a madeira seja maciça e resistente. Ademais, a fundação da construção é feita em alvenaria, assim como os banheiros e cozinhas, para que seja possível garantir o isolamento acústico necessário. Já o isolamento térmico fica garantido pelo uso da madeira, que mantém casa em temperatura neutra, ou seja, não muito quente no verão e nem muito frio no inverno.

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Mas como qualquer tipo de construção civil, as casas de madeira também apresentam alguns riscos. A falta de estabilidade e força em áreas de riscos de desastres naturais, como enchentes, furacões e deslizamentos, e os rangidos típicos da madeira, são alguns dos fatores que podem levar a preferência por uma casa de alvenaria.

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Palavras chave: Madeira, Imagens, Casa de madeira, Construção.

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Um exemplo vindo dos gramados

Real Madrid e Bayern de Munique ganharam camisas especiais da Adidas em parceria com a Parley for the Oceans, feitas com resíduos plásticos retirados do oceano. O uniforme do Real Madrid é totalmente branco, e do Bayern na cor vermelha. Segundo a Adidas, “para refletir a história exclusiva da camisa e o compromisso com os oceanos da Parley, os dois clubes e patrocinadores concordaram em não ter os logos visíveis para tornar as camisas o mais sustentável possível”. Como imagens de divulgação, o lateral Marcelo e o meia Xabi Alonso aparecem tomando um banho cercados de lixo na água do mar.

As novas camisas foram usadas por Bayern de Munique contra Hoffenheim no dia cinco de novembro, e Real Madrid joga com as suas contra Real Sporting de Gijón no dia 26 do mesmo mês.

Além das camisas, a linha reciclada conta com o primeiro tênis de corrida UltraBOOST Uncaged Parley. O tênis tem um design inspirado nas ondas do mar e é feito de  uma mistura de Ocean Plastic (95%) e poliéster reciclado (5%).  Cadarços, base, suporte do calcanhar e forro, também foram feitos com materiais reciclados.

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Os resíduos plásticos retirados do oceano para a confecção de tais produtos são recuperados pela intervenção e operações de limpeza de Parley em áreas costeiras das  Ilhas Maldívas, com objetivo de gerar interesse global e soluções para a ameaça da poluição plástica nos oceanos.

Parley for the Oceans é o espaço em que criadores, pensadores e líderes se juntam para aumentar a  conscientização das pessoas a respeito da beleza e da fragilidade dos oceanos, bem como colaborar com projetos que podem acabar com essa destruição. A Parley acredita que o poder de mudança está, principalmente, nas mãos dos consumidor – uma vez que ele tem a escolha – e o poder de moldar uma nova mentalidade do consumidor está nas mãos das indústrias criativas.

“Esses lançamentos representam um novo passo na jornada da Adidas com a Parley for the Oceans. Nós não somente conseguimos criar um calçado de plástico do oceano reciclado, como também criamos a primeira camisa feita 100% com resíduos do oceano”, explica Eric Liedtke, membro do conselho executivo do Adidas Group e responsável por Global Brands. “Nós não vamos parar aqui. Vamos fazer um milhão de tênis usando a Parley Ocean Plastic em 2017 – nossa principal ambição é eliminar plástico virgem na nossa cadeia de suprimentos”, completa.

“Agora não estamos pensando só em gerar conhecimento para o problema. Queremos colocar em ação e implementar estratégias que possam acabar com o ciclo de poluição de plástico para sempre. Inovação ecológica é um campo novo de atuação e com o lançamento das camisas Ocean Plastic e o UltraBOOST Uncaged adidas X Parley, nós convidamos cada consumidor, jogador, equipe e torcedor para impactar junto com a Parley e definir seu papel no meio ambiente”, afirma Cyrill Gutsch, fundador da Parley for the Oceans.

O projeto da marca para 2017 significará que pelo menos 11 milhões de garrafas plásticas retirada das áreas costeiras pela Parley Global Clean-up Network serão recicladas e repostas em produtos de elite de performance.

Fonte: Globo EsporteParley for the OceansCiclo Vivo

AquaRio: o maior aquário da América do Sul

Com vias de inauguração no próximo dia 09 de novembro, a Cidade Maravilhosa abre as portas para uma experiência que, até então, não podia oferecer aos turistas. Localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, o aquário “AquaRio” está situado em uma área cercada pelo Museu do Amanhã , o Museu de Arte do Rio (MAR) e pela praça Mauá.

A atração foi orçada em R$130 mi de reais e custeada totalmente pela iniciativa privada. Com uma expectativa de receber cerca de 1000 visitantes por hora, acredita-se que, no primeiro ano, 1 milhão de pessoas terão passado pelo local.

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A infra-estrutura é de um prédio de 5 andares, com 26 mil m² de área construída e 4,5 milhões de litros de água salgada. Em um mesmo corredor, terão 28 aquários seguidos, numa tentativa de imergir o visitante numa atmosfera semelhante ao fundo do mar, com tons azuis que variam do claro ao escuro e uma iluminação tênue.

O que mais chama atenção no projeto é um túnel que passa no meio do tanque principal. A estrutura de acrílico tem 26 metros de comprimento, 3 de altura e 2 de largura. Situada 7 metros abaixo do nível d’água, a passagem está sujeita a uma pressão de 3,5 milhões de litros de água. É possível interagir visualmente com os peixes e se sentir realmente submerso. Alguns eventos já ocorreram no local, como um desfile de moda; outros, por sua vez, são os sugeridos pelo próprio estabelecimento: como o de dormir com os tubarões; crianças a partir de 6 anos e adultos poderão dormir sob o acrílico como se estivessem deitados no fundo do oceano.

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Além dos números impressionantes, o aquário assume um caráter tecnológico que permite ao visitante criar um peixe virtual que o acompanhará por todos os lugares e disponibiliza telas led em todos os aquários para passar as informações dos respectivos habitantes. Com capacidade para 8 mil animais de cerca de 350 espécies diferentes, o local já começou a fase de povoamento e pretende inaugurar com 3 mil criaturas.

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Conversando com os museus ao seu redor, contará com instalações que alertem para a importância da preservação da fauna e sobre o impacto do ser humano nos oceanos. E, em consonância com a preocupação ambiental, os animais ali colocados são de origem da costa brasileira, onde alguns sofriam ampla perseguição por serem o pescado comum da população; dessa maneira, os tanques estarão possibilitando a preservação de algumas espécies fora do meio selvagem. No futuro, o museu/aquário terá um centro de reprodução em cativeiro que será anexado à estrutura inicial.

A água salgada dos aquários é bombeada do alto-mar por meio de navios, uma vez que a Baia de Guanabara é contaminada por metais pesados. Após canalizada e devidamente tratada, ela segue para os tanques.

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Segundo o biólogo marinho Marcelo Szpilman, o aquário conta com a função de ensinar: ensinar as pessoas sobre a importância de preservar a natureza; e, a partir do momento em que elas entenderem como o ecossistema aquático funciona e se sentirem conectadas a ele, elas terão uma perspectiva diferente no seu dia-a-dia.

Maior Aquário da América do Sul

Globo-G1

A surpreendente ideia do cimento sem água

    Muito se discute sobre o uso do cimento na sociedade atual. O material tem grande importância e se tornou indispensável no mundo da engenharia, porém possui alguns pontos a serem discutidos. Riscos à saúde humana e ao meio ambiente são as principais vertentes que geram críticas ao uso do cimento tradicional. Doenças de pele e pulmonares e a considerável emissão de dióxido de carbono são exemplos desses fatos que incentivam pesquisadores do ramo da Engenharia Civil a procurarem melhorias e adaptações a uma das matérias primas mais utilizadas atualmente na construção civil.

Por essas e outras razões, pesquisadores e professores da Universidade Estadual de Oregon, nos EUA, tiveram a ideia de modificar a composição do cimento tradicional de maneira simples. Ao substituir a água por dióxido de carbono e silicato de cálcio, foi criado o “cimento de silicato de cálcio carbonatado” ou “CCSC”. Além de diminuir a emissão de gases de efeito estufa e ser menos impactante à saúde humana, o “cimento sem água” se mostrou mais durável e com baixo custo. Outro fator a ser destacado é a diminuição do consumo de água que o uso dessa nova alternativa acarreta, já que vivemos em tempos de crise hídrica.

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O novo material se parece muito com o convencional, entretanto suas propriedades geram maior durabilidade e resistência, em decorrência da carbonatação. Dessa forma, é muito possível que o produto ganhe credibilidade no mercado do cimento, principalmente para o uso de produtos de concreto pré-moldados, que podem ser criados em uma fábrica e transportados para onde serão usados.

A inovação da Universidade Estadual de Oregon pode se tornar uma alternativa muito interessante, uma vez que o cimento é indispensável na composição do concreto, o qual possui uma produção anual de 2 a 4 toneladas. Desse modo, adesão pela nova tecnologia impulsionaria a diminuição da emissão de CO2 no mundo a uma taxa de 1 a 3%.

Um dos únicos pontos negativos da inovação tecnológica é a sua produção, já que esta demanda mais trabalho do que uma simples mistura de água sobre a massa. A carbonatação, por exemplo, exige botijões com CO2 sob pressão. Assim, a aderência generalizada por parte de engenheiros e empresas pode demorar mais tempo.

Fonte: inovacaotecnologica, acertar