6 dicas para você sair na frente depois da graduação

Depois de anos de esforço e estudos, em meio ao estresse da monografia e da festa de formatura, nós universitários seremos lançados sem dó para o mercado de trabalho. Mas como um recém-formado pode conseguir um bom emprego se as empresas exigem … Continuar lendo

Universidade inovadora na preparação para a vida profissional

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Imagine uma escola sem professores, sem salas de aula e sem provas. Horário também não tem: funciona dia e noite, sem interrupção. Os alunos comparecem quando querem, e ainda assim seus grandes salões repletos de computadores estão quase sempre cheios. Às vezes bate o cansaço e alguns alunos dormem pelos cantos sobre colchonetes ou camas infláveis sem que ninguém reclame.

Essa escola existe. Fica em Paris, em um edifício de três andares, instalações modernas e bem- equipadas, com computadores de última geração. Em julho ,completará um ano de funcionamento. Seu nome é École 42 e custou 70 milhões de euros. Concebida, fundada e financiada por Xavier Niel, empresário da área de comunicações e detentor da 10ª maior fortuna da França, a escola é inteiramente gratuita, com todas as despesas arcadas pelo próprio Niel.

A escola está mais calcada no conceito de aprender do que no de ensinar. Nela, desde o momento em que ingressa, o aluno recebe tarefas e tem que se virar para cumpri-las. O aluno dispõe de todos os recursos necessários: computadores, internet e o que mais imaginar, além de uma lista de vídeos com informações genéricas sobre o tema. É ele quem pesquisa a melhor maneira de cumprir sua missão e resolver o problema.

Os alunos contam com monitores, alunos mais adiantados que se oferecem para ajudar. Mas é preciso entender que, nesse contexto, ajudar não significa ensinar a resolver o problema, mas sim auxiliar a encontrar o caminho que leva à solução.

“É uma universidade ‘mãos na massa’, já no primeiro dia eles recebem projetos para fazer e serão orientados por uma equipe de monitores gente fina que não estão aqui para ensinar coisas mas sim para mediar esta comunidade para que ela se desenvolva”, explica Yamgnane, diretor acadêmico e fundador.

A École 42 não visa apenas fazer com que os alunos aprendam, mas prepará-los para a vida profissional fazendo-os enfrentar, e superar, dentro da própria escola o mesmo tipo de dificuldades que encontrarão no mundo das empresas. Por isso, usa métodos tão pouco convencionais.

No curso são avaliadas qualidades como capacidade de trabalhar em grupo, criatividade e, claro, a habilidade em programar e conhecimentos específicos da área de informática. Isso porque, segundo um dos monitores, “na vida real nunca se sabe como seremos julgados”.

Apesar de nova, a Ecole 42 já nasceu cheia de prestígio e extremamente disputada. Quando abriram as inscrições, 70 mil pessoas se candidataram. Na primeira peneira de testes e de lógicas, realizados online, passaram 20 mil. Da segunda, sobraram quatro mil. Agora eles brigam pelas mil vagas definitivas.

Na última etapa de seleção os candidatos passam quatro semanas dentro da escola sem nenhum dia de folga. Eles fazem exercícios, provas e trabalhos de grupo.

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Você gostaria de estudar em uma universidade com esta?

 

Fonte: GloboNews

 

Jogar Super Mario pode aumentar a sua inteligência

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Para os amantes de videogames essa é uma ótima notícia: jogar pode contribuir para um aumento considerável do volume da massa cinzenta do cérebro. Incrível não? E essa região do cérebro é a responsável por importantes funções do corpo humano, como o controle muscular, a memória, linguagem e percepção sensorial.

Um estudo realizado na Alemanha por cientistas da Universidade Humboldt de Berlim e o Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano, recrutou adultos para jogarem Super Mario 64, um clássico do console Nintendo 64. Os participantes jogaram 30 minutos por dia durante dois meses.

Os resultados obtidos com esse grupo de adultos foram comparados com outro grupo de controle. Depois de dois meses de experimento constatou-se que o grupo dos participantes do estudo tiveram um aumento significativo da sua massa cinzenta.

Super Mario World

Os pesquisadores afirmam ter analisado através de ressonância magnética áreas onde essa massa cinzenta se expandiu, como no hipocampo direito, no córtex pré-frontal direito e no cerebelo. Mesmo esses nomes não sendo muito populares, essas são partes do cérebro que estão diretamente ligadas a funções cognitivas do órgão pensativo.

Além disso, a pesquisa encontrou evidências que sugerem que o desejo de jogar videogame implica de forma positiva, ou seja, quem jogou e gostou teve um aumento ainda maior da massa cinzenta se comparado ao restante do grupo.

Muito além da simples diversão, cientistas acreditam que os games podem servir como treinamento intensivo para o desenvolvimento de várias habilidades. De acordo com os pesquisadores, este tipo de treinamento pode ser usado no combate a fatores de risco para transtorno de estresse pós-traumático, doenças mentais e neurodegenerativas.

Lembre-se: em excesso pode ser prejudicial!

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Game pode ser usado para o desenvolvimento de novas habilidades

Você deve ter escutado diversas vezes em sua vida a frase: “Tudo em excesso faz mal”. Ela também vale para os videogames. Jogar pode influenciar positivamente o estado emocional dos jovens, a vitalidade, o empenho, a competência e autoaceitação. Esse hábito também está associado a uma maior autoestima, ao otimismo, à resiliência e a relacionamentos saudáveis.

Por outro lado, jogar videogame em excesso, assim como abusar de tecnologias em geral, claramente não é bom para a saúde mental das pessoas, esse mau hábito está associado a efeitos negativos como ansiedade e insônia; além disso, pode levar ao vício, o que prejudica sua vida social como um todo: o relacionamento com os amigos e a família, o seu desempenho no trabalho, e até nos seus estudos.

 Fontes: Exame.com, Hora de Santa Catarina, HypeScience, CanalTech.