SudestePET 2017 – VITÓRIA/ES

Após o encontro local dos grupos PET e GET (PET Institucional) no XV InterP(G)ET, os petianos da Universidade Federal de Juiz de Fora aguardavam ansiosos  pela integração de toda a região sudeste do país, evento de maior alcance que proporcionaria grandes discussões acerca dos trabalhos realizados, das lutas futuras e da importância do Programa de Educação Tutorial: o XVII SudestePET.

E nos dias 17 a 19 de março deste ano, aconteceu o SudestePET 2017 em Vitória/ES, sediado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com o tema “Política e Educação: Influências no Programa de Educação Tutorial”. A UFJF foi representada pelos PET’s das faculdades de Educação Física, Psicologia, Engenharia Elétrica, pelo GET Engenharia Computacional, e é claro que o PET Civil não poderia faltar!

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Logo do SudestePET 2017.

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Grupos PET’s da UFJF que participaram do evento.

 

O EVENTO

Os (participantes) da UFJF foram recebidos pelos petianos da Universidade Federal de Juiz de Fora na noite do dia 16 de março para credenciamento no evento.

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Programação oficial do evento.

 

SEXTA-FEIRA (17 de março)

ABERTURA

                Na manhã do dia 17, sexta-feira, todos os petianos foram recebidos para a Abertura Oficial do XVII SudestePET. A mesa era composta por:

  • Mario Lima Brasil, tutor do PET Conexão de Saberes | Música do Oprimido (UNB – Brasilia/DF) e presidente do CENAPET (Comissão Executiva Nacional do PET);
  • Zenólia C. Campos Figueiredo, diretora da PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação) da UFES.
  • Silvia Neves Salazar, tutora do PET Serviço Social da UFES;
  • Samara Henrique Maschetti, petiana do PET Engenharia Florestal (UNESP – Botucatu/SP) e diretora de comunicação do CENAPET;
  • Camila Maria Grijó de Almeida, estudante de Artes Visuais e egressa do PET Conexões – Projeto Educação (UFES).

 

Durante a abertura, realizada no Teatro Universitário da UFES, os petianos foram apresentados à criação e trajetória do Programa de Educação Tutorial. Todas as dificuldades enfrentadas pelo Programa e destacadas na fala de Mario Lima, presidente do CENAPET, foram efetivas para entendermos a importância desse sistema do qual fazemos parte e o porquê de estarmos nesse encontro regional.

ABERTURA

Na mesa de abertura, temos, da esquerda para direita: Camila Grijó, Samara Maschetti, Zenólia Figueiredo, Mário Lima e Silvia Salazar.

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Todos reunidos para abertura do evento no Teatro Universitário da UFES.

 

Aproveitando o tema “Política e Educação: Influências no Programa de Educação Tutorial”, os petianos e tutores que compuseram a mesa ressaltaram nosso dever, como integrante da comunidade petiana, de agir e não ficarmos restritos apenas aos trabalhos individuais. Os 842 grupos precisam mostrar presença nas atividades e lutar pelo o que é nosso, afinal, somos todos agentes políticos. É por isso que precisamos marcar presença no MOBILIZA PET e no próximo ENAPET, eventos apresentados durante a abertura. Ambos acontecerão em Brasília, em julho deste ano.

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Alguns petianos vieram de Brasília para divulgar o XXII ENAPET, que ocorrerá em julho deste ano.

 

GDT’S

Nesse primeiro dia de evento, foram organizados os GDT’s (Grupos de Trabalho) com a ideia de convidar os petianos a participarem de debates sobre temas importantes para a atuação do PET. Dentre os vários GDT’s organizados pelo SudestePET, estes são os grupos que PET Civil participou:

  • PET e o colegiado – relações com o CLAA e a IES.
  • Desafios, Integração dos grupos PET.
  • Financiamento do programa: custeio.
  • PET, ação e prática política: MobilizaPET.
  • Intervenção dos grupos PET na Sociedade.

 

SÁBADO (18 de março)

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

Dando sequência à programação, a manhã do dia 18 de março foi reservada para a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos diversos grupos PET da região sudeste. Cada grupo poderia submeter até 2 trabalhos, que seriam apresentados na forma de banner.

A proposta é conhecer as atividades de cada grupo, conhecendo novas pessoas, formas de atuar de seu respectivo PET e, quem sabe, motivar-se para também colocar em prática alguma ideia que tenha gostado. Além disso, haveria avaliação dos trabalhos por uma comissão do Sudeste PET.

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Apresentação de trabalhos.

 

O grupo PET Civil enviou trabalho sobre o “III Concurso de Pontes de Papel das Escolas Públicas de Juiz de Fora”, que foi apresentado pelos petianos Gustavo e Letícia Spínola. Os mesmos comentaram que foi uma experiência bacana e que ficaram felizes pela maneira como o Concurso foi bem recebido: “Todos gostaram muito!”.

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Gustavo e Letícia Spínola preparados para sua apresentação.

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PET Civil ao lado de seu banner.

 

A programação para sábado estava realmente cheia. Ainda para esse dia, teríamos o GAPD e a Plenária, as Oficinas, Reunião de Tutores e Festa Oficial do evento.

  • GAPD (Grupo de Ajustes às Propostas Deliberativas)

Com base na ementa do GAPD, disponível no documento final das propostas, “O Grupo de Ajustes às Propostas Deliberativas (GAPD) é composto por três representantes de cada universidade, a priori um tutor e dois petianos, e tem como objetivo ajustar e melhorar a redação das propostas advindas dos GDTs, a fim de facilitar o entendimento e a compreensão das mesmas na Assembleia Geral.”

  • PLENÁRIA

A plenária constituiu-se uma sessão de debates, que abordou temas como diversidade, pluralidade e gênero, discutindo uma formação crítica e livre de quaisquer preconceitos.

Em consonância com deliberação do último ENAPET, constituiu ótima iniciativa, pois trouxe espaço para assuntos importantes que merecem ser ouvidos e debatidos.

  • OFICINAS

Criando um momento de descontração, o SudestePET 2017 trouxe também algumas atividades lúdicas para aprendizagem e também interação entre os participantes. Tivemos oficinas de Circo, Teatro, Luta, Mosaico, Vídeo, Dança Afro e, ainda, Visita ao Centro Histórico de Vitória.

DOMINGO (19 de março)

ASSEMBLEIA GERAL

No último dia do evento, estava programada para acontecer a Assembleia Geral, com a reunião de toda a comunidade petiana participante do SudestePET.

Reunidos no Teatro Universitário da UFES, todos votaram a fim de acordar sobre o regimento interno do SudestePET, moção sobre rotatividade desse encontro regional e, por fim, o documento final do GAPD foi lido e as propostas discutidas e votadas. Após a Assembleia, deu-se por encerrado o XVII SudestePET.

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Leitura dos documentos redigidos durante o SudestePET para votação final.

 

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Comunidade petiana erguendo seus crachás para computar os votos na Assembleia Geral.

AGRADECIMENTOS

Foram dias de muita inspiração para todos os petianos, que chegaram motivados a compartilhar essas experiências e, claro, participar do Encontro Nacional dos Grupos PET (ENAPET), que será realizado em julho de 2017, em Brasília/DF.

O PET Civil agradece aos organizadores, à UFES e também à nossa UFJF, que possibilitaram a participação nesse evento enriquecedor.

E, ainda, agradecemos ao estado do Espírito Santo e à Vitória, que nos conquistou com suas belezas naturais, suas pontes, nos recebeu na praia do Camburi, no Convento da Penha (Vila Velha) e na Rua da Lama, com sua deliciosa pizza em cone.

Até a próxima!

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Visita ao Convenho da Penha pelos grupos PET da UFJF, com vista para a famosa Terceira Ponte – Vila Velha/ES.

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PET Civil no SudestePET 2017.

 

Para saber mais, acesse:

Site oficial do evento: SUDESTEPET 2017

Mais fotos do evento em: SudestePET no Facebook

Comissão Executiva Nacional do PET: CENAPET

Tema do trabalho apresentado no  SudestePET: III Concurso de Pontes das Escolas Públicas de Juiz de Fora

Universidade do Colorado em Boulder

Por Luciano Souza Junior

 

Universidade

A Universidade do Colorado teve como pioneiro o campus de Boulder, e hoje conta com mais 3 campi espalhados pelo estado (Colorado Springs, Denver e Anschutz Medical Campus). Sendo pioneiro, o campus de Boulder, é o principal do sistema e conta hoje com 32 mil estudantes e 1100 professores, divididos em 9 unidades e 150 cursos (majors and minors). Localizado próximo da base das Flatirons Mountains, o campus é considerado um dos mais bonitos do país pela natureza exuberante que o cerca e o estilo arquitetônico característico que remete à geologia da região.

VIsta do Campus com as Flatirons Mountains ao fundo

Vista do Campus com as Flatirons Mountains ao fundo

 

Qualidade da Educação

Atualmente a Universidade do Colorado é reconhecida nacionalmente e internacionalmente principalmente pelos seus programas de Engenharia Civil, Ambiental e Aeroespacial, além dos conhecidos programas de Ecologia e Biologia Evolucionária, Geologia e Física. Em questão de ranking, o programa de Engenharia Civil está ranqueado como o 15º melhor do país e está entre os 50 melhores do mundo. O programa de Aeroespacial está entre os 10 melhores do país e já formou mais de 20 astronautas. Além disso, a Universidade conta com 4 agraciados com um Nobel em seu corpo docente

Além de uma excelente estrutura e professores renomados, o apoio que a Universidade oferece ao aluno é excepcional. São diversas feiras de carreiras onde representantes de grandes empresas estão a todo momento em contato com os alunos em busca de novos talentos. Os departamentos se preocupam muito em como os alunos vão se portar em entrevistas e por isso oferecem orientação constante a quem procura ajuda para fatores cruciais na busca de um novo emprego, como por exemplo, confecção de currículos.

Por esse ser um blog de Engenharia Civil, o foco desse artigo será  o curso de Engenharia Civil, destacando um pouco de como o curso é dividido, a estrutura e um pouco sobre as diferenças com o que é visto do Brasil na visão de um aluno de graduação.

O curso de Engenharia Civil

Como dito anteriormente, o Departamento de Engenharia Civil e Ambiental é reconhecido como um dos melhores disponíveis em todo o país. Como todo curso de Graduação em Engenharia Civil, ele é dividido em grandes áreas de concentração, sendo elas: Construction Engineering and Management, Environmental Engineering, Geotechnical Engineering, Structural Engineering e Water Resources Engineering.

O currículo segue o padrão nacional e está certificado pela ABET. Nos 4 primeiros períodos os alunos tem contato com as famosas disciplinas básicas de qualquer engenharia, como cálculo e física, além de contar com disciplinas específicas da Engenharia Civil que vão introduzindo os conceitos básicos de projeto e liderança. A grande diferença para o que é visto no Brasil começa no 3º ano. Os alunos tem 1 ano de disciplinas comuns a qualquer curso de Engenharia Civil, como Análise Estrutural, Mecânica dos Solos, Mecânica dos Fluidos e Hidráulica, e no 4º e ultimo ano, os alunos são livres para escolher dentro de uma lista de matérias eletivas, aquelas que mais os interessem. Podem inclusive escolher matérias de mestrado e doutorado.

A didática também é extremamente diferente. É possível sentir um cuidado maior com o aprendizado onde as notas são apenas uma consequência daquilo que foi aprendido dentro de sala de aula. Normalmente, grande parte das notas de qualquer disciplina é dividida entre tarefas e projetos. Para disciplinas mais avançadas, a parte destinada a tarefas pode chegas aos 60% da nota final. Uma frase que é consenso entre os intercambistas brasileiros aqui é: “ No Brasil você começa o semestre reprovado e tem que batalhar até o final para conseguir a aprovação. Aqui você começa com 100 e tem que aprender para se manter com a mesma nota”.

Para finalizar, a estrutura que o departamento oferece é, sem dúvida nenhuma, magnífica. Os laboratórios de ensino do Brasil não devem em nada ao que se vê por aqui . Os laboratórios de pesquisa, porém, são de uma qualidade impressionante e são muitos espalhados na ala destinada ao departamento. Os alunos de pós-graduação, que em sua maioria são internacionais, tem a sua disposição equipamentos de primeira linha (incluindo um supercomputador somente para simulações computacionais) e contam com muita verba para desenvolver sua pesquisa.

Faculdade de Engenharia

Faculdade de Engenharia

 

Adaptação

Entrando um pouco mais no lado pessoal, a adaptação é quase um pré-requisito para o sucesso acadêmico em uma experiência de intercâmbio. Mas tudo é mais fácil quando você se muda para uma cidade tão incrível como Boulder. São muitos os benefícios de se morar em Boulder. Começando com o clima de cidade pequena, mas muito próxima de uma capital de estado. Tradicionalmente conhecida como liberal, a cidade de Boulder é reduto de atletas, artistas e “entusiastas da sustentabilidade” e tem várias opções de lazer ao ar livre.

O custo de vida é um pouco alto em comparação a outras cidades do mesmo porte e isso se deve a uma recente onda migratória de pessoas de classe alta que viram na cidade perfeitas condições para  viver com qualidade de vida e com as comodidades que a vida urbana pode oferecer. São diversos os supermercados de comida orgânica, restaurantes com comidas de todos os lugares do mundo, cinemas com filmes independentes, galerias de arte e museus. A população em si é muito aberta a pessoas do mundo inteiro e sempre se mostram dispostas a ajudar.

Pearl Street Mall - um dos principais pontos turisticos da cidade

Pearl Street Mall – um dos principais pontos turísticos da cidade

 

Conclusão

Após ler o texto, improvável alguém não ter se convencido a mudar para Boulder o mais rápido possível. A qualidade de vida que a estrutura da cidade e da universidade oferecem, não se equipara a  vida em cidade grande. Estudar em Boulder é certeza de uma experiência acadêmica incrível e o desejo de voltar começa antes de mesmo de ir embora.

Centrifuga Geotécnica onde estou tendo a oportunidade de trabalhar

Centrifuga Geotécnica onde estou tendo a oportunidade de trabalhar

 

 

XXXVIII Semana da Engenharia

Alinhado com os pilares da instituição e com o compromisso de contribuir para a formação cidadã dos alunos, o DAEng realiza eventos que valorizam o caráter técnico, social e humano do profissional.

A Semana de Engenharia é um evento tradicionalmente realizado pelo Diretório Acadêmico, e esse ano conta com a participação de todos os segmentos da Engenharia, que fazem parte do Conselho dos Segmentos: Atlética, Code, Equipe Baja, Equipe Capivara, Escuderia SAE, GET-Ambiental e Sanitária, GET-Computacional, GET-Produção, IEEE, Impacto, Mais, Microraptor, PET-Civil, PET-Elétrica, Porte, SEEPRO e Supernova Rocketry.

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Durante essa tradicional Semana os graduandos podem se capacitar, se integrar, e desenvolver responsabilidade social , por meio de atividades e temas relativos aos cursos da Faculdade.

A 38a Semana da Engenharia que este ano acorre de 19 a 22 de Janeiro, na Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora, conta com palestras, minicursos, visitas técnicas e competições.

Diferente de edições anteriores, nessa edição as palestras foram divididas entre as gerais e as específicas: as gerais tratam de temas que abrangem todas as 10 modalidades de Engenharia oferecidas atualmente pela UFJF, e as específicas são palestras voltadas para uma modalidade de Engenharia, podendo ser Ambiental e Sanitária, Civil, Computacional, Mecânica, Produção, Elétrica (Sistemas de Potência, Sistemas Eletrônicos, Telecomunicação e Energia).

Serão 5 palestras gerais, 15 palestras específicas, 7 minicursos, 6 visitas técnicas e 2 competições durante esses 4 dias de evento.

Palestras Específicas:

AMBIENTAL: A obra de despoluição do Rio Paraibuna; Drenagem urbana.

CIVIL: Concreto projetado por via úmida, Projeto e construção de sistemas sob trilhos, Estrutura de barragem.

COMPUTACIONAL: Empreendedorismo, inovação e aplicações da modelagem computacional no setor industrial, Modelagem computacional envolvendo ​proteínas.

ENERGIA: Mercado de energia elétrica, Chernobyl: causas e conseqüências do maior acidente de engenharia da humanidade.

POTÊNCIA: Ferramentas computacionais utilizadas no planejamento e operação de sistemas elétricos de potência de grande porte, Evolução da proteção de sistemas elétricos: o RTDS como ferramenta de proteção.

MECÂNICA: Competição Brasileira Universitária de Foguetes: pelo direito de voar mais alto.

PRODUÇÃO: Engenharia da Qualidade aplicada em indústrias, Empreendedorismo com valor.

Palestras Gerais:

A Engenharia nacional e o projeto nacional de desenvolvimento; As expectativas do mercado de trabalho para os novos engenheiros: a formação pessoal e profissional em debate; Ferrovias: do macro ao micro; Desenvolvimento econômico e meio ambiente; Os novos paradigmas da educação em Engenharia: como formar um profissional mais empreendedor.

Minicursos: Python; Revit; Inglês técnico; LTspice; SolidWorks; Minicurso de Desenvolvimento de Placa de Circuito Impresso; GitHub.

Visitas Técnicas: U&M; Pedra Sul; IMBEL; Geoconcret; Votorantim Energia; Natura.

Competições: Quiz Cultural: disputa organizada pelo PET CIVIL entre equipes formadas pelos alunos da Faculdade de Engenharia onde cada equipe tem um tempo limitado para responder perguntas sobre assuntos gerais. A equipe que acumular mais pontos, respondendo corretamente as perguntas, é a vencedora e ganhará prêmios!

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Para mais informações sobre a Semana da Engenharia acesse: DAEng; Facebook PET Civil.

Fonte: DAEng; PET Civil.