Parque de diversão sustentável

Buscando unir diversão com conscientização, uma empresa de entretenimento e uma empresa de energia limpa resolveram juntar forças e criar um novo conceito de parque temático na Holanda, um parque sustentável.

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A ideia é transformar equipamentos que fornecem energia em brinquedos. Visando promover aos visitantes não só o lazer, com experiências únicas, mas também informações sobre formas limpas de energia, como a eólica, que têm sofrido um crescimento expressivo.

O projeto do parque conta com atrações que não podem faltar como montanha russa, além de uma torre de queda livre de noventa e cinco metros de altura, um toboágua gigante, entre outras em um terreno de oito mil metros quadrados.

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 A proposta é uma solução para o elevado consumo de energia em parques de diversão no movimento de brinquedos, áreas úteis e de alimentação, banheiros e administração, por exemplo. Para assegurar o fornecimento de energia serão instaladas turbinas eólicas espalhadas pelo parque e painéis de energia solar para funcionamento dos restaurantes.

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Um símbolo do futuro, parque7o primeiro parque de diversão sustentável no mundo não esquece do seu objetivo educacional de contribuir na conscientização do público sobre o benefício das energias renováveis, levando isso de uma forma recreativa e prazerosa.  “Criar um
ambiente no qual as pessoas possam experimentar as energias limpas de uma forma divertida e educacional pode ser uma destas formas. E não seria engraçado dizermos aos nossos amigos que demos uma voltinha numa turbina eólica verdadeira? ”, afirmou Richard Klatten, CEO da empresa responsável pelo projeto.

Fontes: Pensamento Verde                                                                                                                     Blog da Engenharia

Circuito Praça Mauá

No sábado 11 de junho, o grupo PET Civil UFJF realizou uma viagem ao Rio de Janeiro. Saímos de Juiz de Fora por volta de 5:30 da manhã e chegamos no Centro da capital fluminense perto das 10:00.13428553_1028369803898078_6120163319909648174_n13427978_1028369810564744_2112666165810159265_n (1)33b8806e-67bd-41aa-a25c-9c19a212c6ab

O objetivo principal da viagem era realizar uma visita técnica ao Museu do Amanhã, situado na Praça Mauá.2fc71b65-660e-427f-abb8-87ae4f615aa9

Logo na entrada, surpreende-se com a magnitude da estrutura metálica em balanço que serve de cobertura para os turistas durante a fila de entrada. Uma professora de arquitetura que estava realizando a viagem também explicou que a concepção da estrutura metálica de cobertura tem o design de modo a maximizar a captação de luz solar e, assim, gerar energia para o museu. Além disso, a construção, cerceada por espelhos d’água, remete a um navio que adentra o mar.

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Nós petianos fomos uns dos primeiros a entrar e não enfrentamos muitas filas. A primeira atração foi um simulador, em que, deitados no chão, pudemos assistir a um vídeo de 8 minutos que versava sobre o Cosmos.  d80d19f7-3d75-454f-9f3b-fe6a0b6bcbf4

Em seguida, a exposição assumia um caráter extremamente tecnológico e interativo; entre ambientes na forma de cubos e bancadas eletrônicas, era possível absorver a mensagem passada pelas instalações. Dentre as atrações que mais chamaram a atenção, está o quiz em que era possível calcular a Pegada Ecológica de cada um e ver como seria possível reduzi-la.

No fim do andar superior, passamos por telas extremamente elevadas, da maneira dos anúncios da Times Square, nas quais vimos os impactos da ação humana no planeta como um todo; entramos na “Oca”, que representava a parte do “Nós” e, por fim, chegamos no mirante em que se via a Estrela do Amanhã, as águas da Baia de Guanabara e a Ponte Rio-Niterói.3a1c26bb-3fbe-42bf-a4bc-e15f956ab1526840e41f-5777-4dc6-8c7a-0a7c9ec26afa

No andar de baixo, estava ocorrendo a exposição de Santos Dummont com um cunho bem sofisticado: havia uma esteira ilustrada com mapas no centro e aviões suspensos que davam a ideia do movimento; além disso, cerca de 50 pequenos aviões moviam-se por engrenagens e roldanas ao redor de todo o teto; para os mais criativos tinha como fazer seu próprio aviãozinho de papel, subir uma escada e lançá-lo em uma pista de voo.49b854f3-9231-4662-a784-48affe3b5818

Aproveitamos o intervalo para saborear um Food Truck na própria praça e, logo depois, fomos no Museu de Arte do Rio, ainda na praça. O MAR é intrigante; uma cobertura única em forma de ondas interliga dois prédios e remete ao movimento das águas. Pudemos ter contato com as exposições que ocupavam 4 andares. Essas tinham um cunho mais literato e, através de palavras ou artes visuais, passavam mensagens pertinentes. Uma em particular que chamou a atenção foi a que abordava a questão da violência na cidade e algumas das cenas exibidas eram bem fortes e faziam o público refletir bastante sobre a realidade.be1bf176-8558-47b3-b54a-bb0566cd2827

Ao fim da segunda visita, ficamos esperando a van de retorno sentados na Praça Mauá enquanto os jovens andavam de skate e uma banda de rua ecoava ao longe.

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Usina de Itaipu

Líder mundial em produção de energia limpa e renovável, a Usina Hidrelétrica de Itaipu impressiona ao atingir marcas de funcionamento bastante significativas, como a geração recorde de 98,6 milhões de MWh no ano de 2013, valor este batido pela usina Três Gargantas somente no ano seguinte, com uma diferença de apenas 0,2%, mesmo com seus 14.000 MW contra os imponentes 22.400 MW da usina chinesa.

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Firmada em um acordo em 1966, entre Paraguai e Brasil, a usina fornece cerca de 15% da energia consumida brasileira e 75% da paraguaia, utilizando os recursos hídricos do Rio Paraná. Foram gastos cerca de US$ 17,4 bilhões para sua construção, que obteve em sua história, dados numéricos relevantes e até mesmo, espantosos .

Uma vez que o rio precisava ter seu leito secado para a construção da barragem, foi necessário a elaboração de um desvio para o mesmo, com cerca de 150 metros de largura, 2 km de extensão e 90 metros de profundidade. Além disso, apenas para a formação da barragem foram despejados 12,3 milhões de metros cúbicos de concreto, o que para se ter ideia, por exemplo,  em único dia foram lançados 7.207 metros cúbicos, o equivalente a 10 andares por hora. Mais de vinte mil caminhões e aproximadamente sete mil vagões foram utilizados no transporte de materiais, contando ainda com o trabalho de cerca de 40.000 operários no ápice de sua construção.

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Itaipu segue o princípio básico de funcionamento de uma hidrelétrica que busca aproveitar o potencial hidráulico de um rio afim de gerar energia elétrica. Nas mesma, a água que sai do reservatório é conduzida com muita pressão através de enormes tubos até a casa de força, onde estão instaladas as turbinas e os geradores que produzem eletricidade. A turbina é constituída por uma série de pás ligadas a um eixo, o qual é ligado ao gerador.

O movimento giratório do eixo da turbina produzido pela pressão da água, implica na formação de um campo eletromagnético dentro do gerador, produzindo assim, a eletricidade. Ou seja, ocorre a conversão de potência hidráulica em potência mecânica quando a água passa pela turbina, fazendo com que esta gire, e, no gerador, que também gira acoplado mecanicamente à turbina, e só então, a potência mecânica é transformada em potência elétrica.turbina

Em 2004, quando a binacional completou 20 anos de atividade, a mesma já tinha gerado energia suficiente para suprir o mundo por 36 dias, evidenciando, mais uma vez, sua capacidade. Itaipu apresenta 1350 km² de área inundada, da qual, a cada 0,10 km² é gerado 1 MW. O esperado é que o recorde de 2013 seja batido, e cerca de 100 milhões de MWh sejam produzidos.

Fontes: Itaipu.gov        Infoescola

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