A Arquitetura Como Realidade Virtual

Sabemos que, nos dias atuais, a tecnologia trás um grande fluxo de informações, o que acaba levando a criação e aprimoramento da própria tecnologia. Estamos, dessa forma, em um cenário que nos mostra um ciclo com uma progressão absurda, cabendo a nós selecionar as informações convenientes para aplicar não somente em nosso lazer, mas também na forma que trabalhamos. O Assunto hoje abordado é um forte exemplo de como podemos incorporar a tecnologia em nosso ambiente de trabalho. Os principais temas abordados serão a relação com os clientes e o processo de criação de projetos.

 Em 1968, foi lançado o primeiro dispositivo óptico que se relacionava com essa realidade virtual, de fato, não se trata de algo recente, mas foi nos últimos dois anos que a indústria teve um ganho altamente significativo. Lançado pela Google, o gboard promete uma experiência de imersão  por um baixo custo. Isso acontece pelo material aplicado na construção do aparelho. Composto por um papelão resistente, um par de lentes e velcros, sem dúvida é uma opção para aqueles que desejam experimentar essa realidade.

 

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A imersão nessa realidade virtual fica fácil de ser compreendida ao analisar o jogo recentemente difundido pelo mundo: Pokémon GO. Esse aplicativo conta com uma tecnologia chamada realidade aumentada, o que gera uma expansão do mundo real. Dessa forma, para se entender o funcionamento da realidade virtual, imagine que todo aquele mundo criado pelo aplicativo é o único mundo que existe, e mais, você está dentro dele e consegue interagir 360°. Basicamente, essa é a proposta dos óculos de realidade virtual.

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O funcionamento da ferramenta é de certa forma simples. Seus elementos construtivos contam com, basicamente, três componentes: Um par de lentes que permite a imersão, uma bandeja para colocar um smartphone para gerar a imagem virtual e o acabamento externo do produto que permite o isolamento do mundo real.

Os óculos contam com lentes especiais, sendo uma para cada olho, em contra partida na extremidade oposta do equipamento temos duas imagens geradas pelo smartphone, gerando uma ilusão de um espaço em 3D.

Após essa breve explicação, somos capazes de entender como essa tecnologia pode ser incorporada na construção civil. Uma das grandes dificuldades na relação entre vendedor e comprador de imóveis é fazer com que o cliente entenda aquilo que ele irá comprar, o que muitas vezes não é possível através de uma planta baixa, fazendo com que o projetista recorra as animações. Com os óculos de realidade virtual essa interação fica muito mais fácil e proveitosa. É possível passar ao comprador a sensação de se estar dentro da construção negociada, possibilitando uma experiência mais completa. Para se criar esse mundo virtual, contamos com a ajuda de aplicativos que transformam vídeos e rederizam imagens, sendo possível uma imersão na ideia proposta pelo criador do projeto.

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Agora imagine profissionais de diferentes locais do mundo responsáveis pela materialização de um projeto em um mundo virtual, dentro de um prédio virtual que será construído em um lugar real discutindo questões estruturais e compartilhando suas próprias percepções antes mesmo da construção ser iniciada. Isso reduziria as chances de erros e alterações durante a fase de construção por conta de algum fator não pensado anteriormente. Essa é uma das propostas que pode se tornar realidade em um futuro não muito distante.

 

 

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