10 Dicas para inscrição no Ciência sem Fronteiras

quarta universitaria

Por Thiago Vilela Cruz

O Ciência sem Fronteiras é um programa em conjunto da Capes e do CnPq que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional.

Até o momento foram implementadas 22.229 bolsas, sendo que a maior parte foi destinada a estudantes de engenharia, sendo 8.734 no total. A previsão é que até o final do programa, sejam contempladas até 101 mil bolsas.

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Já estão abertas inscrições para os seguintes países: Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, Finlândia, Hungria, Japão e Reino Unido.

Do último edital para o edital atual ocorreram algumas mudanças importantes, como a obrigatoriedade de ter feito o ENEM a partir do ano de 2009 e o veto de pessoas que já participaram de outra bolsa de graduação sanduíche no exterior ou já ter sido aprovado anteriormente pelo CsF em outra chamada.

Confira algumas dicas para os interessados em ingressar no programa:

1. De acordo com o seu perfil, seu interesse, e na sua área de atuação, escolha o melhor país que se adeque nessas condições.

2.  Informe-se sempre: fique muito atento aos editais. Cada país possui diferenças nos critérios de classificação, documentação e datas de inscrição.

3. Ter o certificado de proficiência para o país que você deseja ir: Procure fazer a prova de certificado de proficiência com antecedência. Com a saída de Portugal do programa, todos os países agora exigem um certificado de proficiência.

Os certificados TOEFL IBT e IELTS, ambos de língua inglesa, são os aceitos na maior parte dos países participantes, inclusive em países como Japão e Hungria. O MEC disponibiliza gratuitamente um curso preparatório, o My English Online que, apesar de muito bom, não deve ser a única fonte de material a ser estudado para essas provas. O MEC também disponibiliza um curso básico de francês denominado Reflets.

No caso de Japão, Estados Unidos e Hungria, também é aceito o certificado de TOEFL ITP, oferecido gratuitamente para os inscritos e com data marcada para acontecer.

4. Participar ou ter participado de algum programa como bolsa de iniciação científica ou tecnológica: será dada preferência para estes candidatos.

5. Ter no mínimo 20% do curso completado e no máximo 90%: Se você ainda não tiver completado 20% do curso, deverá esperar por futuros editais.

6. De preferência ter um bom rendimento acadêmico: Apesar de não ser critério classificatório no edital, isso influenciará para qual universidade você irá.

7. Fique atento à documentação que será exigida pela universidade que você estuda para regularizar sua situação.

8. Conversar com pessoas que já participaram ou estão participando do programa, seja com pessoas conhecidas ou nos grupos de Facebook: É ótimo para  conseguir tirar suas dúvidas e trocar informações.

9. Ter paciência: É difícil a comunicação com os órgãos responsáveis pelo processo seletivo. Muitas vezes há informações imprecisas ou até mesmo conflitantes.

10. Certificar-se que o intercâmbio é o que você realmente deseja: A ideia de estudar e morar no exterior é algo muito atraente, mas muitas vezes são esquecidas as dificuldades que você enfrentará. Serão grandes diferenças culturais e climáticas, além da fase de adaptação e morar longe dos familiares e amigos por um período relativamente longo de 12 a 18 meses.

Esperamos que as dicas ajudem. Boa sorte, futuros intercambistas!

Fonte: Ciência sem Fronteiras, Travelingla, Francoclic

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