Parceria PET Civil x Jovens Talentos para a Ciência

O PET Civil recebe dois novos membros colaboradores através do programa Jovens Talentos para a Ciência, implementado este ano. O programa revela-se uma grande oportunidade para os alunos que acabam de ingressar em Intituições Federais de Ensino Superior, permitindo sua inserção nos programas institucionais desde o primeiro período.

O programa

O novo programa de incentivo à iniciação científica, Jovens Talentos para a Ciência, é destinado a estudantes de graduação de todas as áreas do conhecimento e tem o objetivo de inserir precocemente os estudantes no meio científico. Estas bolsas buscam identificar precocemente os melhores Jovens Talentos entre os ingressantes universitários, para estimulá-los ao interesse e dedicação plena ao aprendizado acadêmico e a prática em ciência e tecnologia.

Para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, “O Programa vem mostrar ao estudante que vale a pena estudar e se engajar, frisando que este é uma porta aberta para o Ciência sem Fronteiras”. A seleção ocorre por meio de teste, cuja nota poderá ser utilizada ainda para futuras classificações no programa Ciência sem Fronteiras.  “Nossa prioridade é o desempenho acadêmico no curso”, complementa Glaucius.

Nesta primeira seleção, foram alocadas 6.000 bolsas com duração de 12 meses, distribuídas proporcionalmente ao número de estudantes inscritos em cada instituição, o que totalizará um investimento de cerca de R$ 30 milhões. Nos próximos anos, esta modalidade de bolsa será estendida para os alunos ingressantes em universidades estaduais e também não públicas.

A visão dos alunos

Camila Leonel Goretti (18 anos) e Thiago Vilela Cruz (19 anos) foram selecionados pela universidade, mediante prova de conhecimentos gerais, aplicada em abril de 2012 e, nos próximos 12 meses, serão membros do PETCivil.

  • Como vocês tomaram conhecimento a respeito do programa?

Thiago: Ao longo da aula de Introdução à Engenharia Civil, o professor Nalon comentou a respeito da bolsa e que a prova seria em breve e que esta é uma boa oportunidade para participar de programas que envolvem iniciação científica desde o primeiro período.
Camila: Foi o professor Nalon que mencionou o programa durante a aula. O trabalho com iniciação científica me motivou a participar da seleção.

  • Como se deu o processo seletivo? Como é a prova? Foi difícil?

Thiago: A prova foi no estilo ENEM, com 70 questões de múltipla escolha a respeito de conhecimentos gerais, com escolha de língua estrangeira (inglês ou espanhol). O exame foi nível médio, exigia raciocínio além dos conhecimentos gerais.
Camila: Achei a prova tranquila, com questões de mútipla escolha a respeito de assuntos gerais.

  • Vocês já conheciam o PET?

Thiago: O conhecimento a respeito do PET se fundamentou na visita a aula de introdução, além da remuneração, a ideia de adquirir maiores conhecimentos é motivadora para participar do programa.
Camila: Conheci o PET na aula de introdução, mas achei que o PET era diferente do que eu vejo agora. Eu sabia que o PET desenvolvia os três tripés unversitários (pesquisa, ensino e extensão), mas não tinha noção de como essa ideia seria posta em prática.

  • Qual é a expectativa de vocês neste ano de atividades petianas?

Thiago: Espero aprender bastante, fazer novos amigos, poder ajudar, viajar e curtir tudo o que há de legal no programa.
Camila: Espero que seja um período proveitoso.

Maiores informações: Capes

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