7 Dicas para falar em público

Considere o nível intelectual dos ouvintes

Saiba quem é a sua plateia e o que ela espera de você. Isso evita que a fala seja muito complexa ou muito superficial e disperse o público.  Além disso, dê espaço à interação.

Acabe com o “nééééééé” e com o ”ãããããããããã”

Quando o pensamento é mais veloz que a escolha das palavras, acabamos preenchendo essa defasagem com ruídos que, em casos graves, chegam a desconcentrar os ouvintes. Preste atenção em sua fala e procure evitar tal situação.

Vocabulário

Elimine palavras vulgares e gírias da fala, mas tenha cuidado com o vocabulário rebuscado. É importante que o ouvinte entenda o que está sendo dito. Pelo mesmo motivo, reserve a linguagem técnica para os iguais. Faça uso de estrangeirismos na medida certa e com a devida pronúncia.

Xiiiii, deu branco!

Esqueceu o que ia dizer? Não se desespere. Utilize sinônimos: “Na verdade, o que quero dizer é…” ou diga que retornará ao assunto mais a diante.

Ria de si mesmo

Se cometer uma gafe, ria com o público e prossiga. Não peça desculpas, pois isso dá a impressão de insegurança e despreparo.

Rápido ou devagar?

O modo de falar é natural de cada um e não há porque mudar isso. Se você fala rápido, procure ter uma boa dicção e fazer pausas ao final de cada raciocínio, com inflexão de voz que demonstre que o pensamento está encerrado. Para aqueles que falam mais calmamente, a dica é manter o contato visual com os ouvintes e, após pausas, volte a falar com mais ênfase e energia.  Rápido ou devagar, ponha ritmo na fala, alternando o volume e a velocidade.

Expressão Corporal

Evite mãos no bolso, braços cruzados, coçar a cabeça ou movimentos abaixo da linha da cintura. Procure agir naturalmente e manter contato visual, interagindo com o público.

Fontes: Superdicas para falar bem em público, Reinaldo Polito, Ed. Saraiva; M de mulher.

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2 pensamentos sobre “7 Dicas para falar em público

  1. Realmente, levar em consideração a plateia é um fator que muitos palestrantes esquecem, e é fundamental. Uma vez assisti várias apresentações em um congresso.
    O congresso era científico, mas era aberto para todas as faixas: graduação, mestrado, doutorado, indústria…
    E mesmo assim muitos palestrantes se ativeram ao que há de mais complexo e rebuscado no campo deles, sem nem se importar com o público e falando pros doutores presentes (que nem eram a maioria!).

    Achei muito chatas as apresentações por causa disso… quem sabe se os apresentadores tivessem levado um pouco mais em conta o nível intelectual de quem estava assistindo, poderíamos ter aproveitado melhor o evento…

  2. Pingback: Oratória e a arte de convencer | PET Engenharia Civil - UFJF

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