Quarta Universitária – O Sonhado Intercâmbio – Parte 2

Que tal aproveitar esse ano para literalmente mudar de ares?

Conforme foi dito na Parte 1 desse post, um intercâmbio pode promover experiências incríveis, e desenvolver características que serão cruciais no decorrer da sua carreira. Maturidade, fluência em uma segunda língua, independência e capacidade de se adaptar a culturas diferentes são apenas alguns pontos que a experiência no exterior garante.

Como embarcar nessa?

A primeira decisão a ser tomada é descobrir qual o programa mais adequado para seu caso. Isto é influenciado pela sua idade, seu grau de escolaridade e suas pretensões num país diferente.

A instituição que você escolher, será aquela que lhe dá certificações para sua futura carreira e vida. Então é melhor você escolher uma escola com uma boa reputação e com uma grande credibilidade. Para isso é preciso que o estudante se informe bem sobre a instituição de ensino que irá freqüentar. A principal preocupação deve girar em torno das especificações do curso, se ele oferece aquilo que o aluno espera em relação ao conteúdo programático, aos professores, às edificações e também ao acolhimento de estrangeiros. Algumas cidades ainda têm problemas de afinidades com outras culturas e isto pode ser um diferencial na hora de escolher o local pra onde se quer ir.

Além disso, deve se levar em conta qual a modalidade de intercâmbio que cabe no seu bolso. A maioria das boas universidades inglesas e americanas é, por exemplo, particular. As “tuition fees” ou anuidades, giram em torno de 12 mil libras esterlinas (Inglaterra) ou cerca de 50 mil dólares (EUA). Portanto, é sempre bom ficar ligado nas oportunidades de bolsas das universidades e das fundações governamentais, como as FAPEs e a CNPQ.

Quanto gastar?

Quem sonha em estudar no exterior, mas tem pouco dinheiro, não precisa perder as esperanças. Há muitas maneiras de economizar na viagem. Diretores de agências de intercâmbio e estudantes contam que o segredo é planejar com antecedência e obter o máximo de informações possíveis sobre o destino.

Marcelo Capucci tem 27 anos e vai passar três meses na cidade de Vitória, no Canadá, estudando inglês. Ele só embarca em abril, mas já sabe até quanto custa um Big Mac por lá. Em fóruns na internet e mesmo no Facebook, o estudante encontrou brasileiros que estavam na cidade canadense. Assim, ficou mais fácil conseguir dicas sobre o preço da comida, do transporte e até das roupas.

Um material enviado pela universidade onde ele vai estudar também ajudou nesse ponto. Colocando tudo na ponta do lápis, Capucci calculou que vai gastar cerca de R$ 1.400 (US$ 800) por mês no Canadá.

Marcia Mattos, gerente de cursos no exterior do STB (Student Travel Bureau), recomenda planejar a viagem com, pelo menos, oito ou nove meses de antecedência. Isso ajuda, por exemplo, a conseguir passagem aérea mais barata. Vale sempre tentar comprar a passagem de estudante (para quem tem menos de 35 anos), que costuma ser mais em conta.

Quem vai viajar por agências precisa ter cuidado na escolha, alerta Maura Leão, da Belta, associação de instituições que trabalham com intercâmbios no estrangeiro: “O ideal é que seja uma empresa com referências, seja da associação [Belta] ou mesmo de pessoas que já usaram o serviço. O estudante precisa confiar na agência e se sentir seguro.”

Via R7

Saindo do papel

O primeiro passo é verificar no consulado do país que se pretende estudar quais documentos são exigidos para dar entrada no visto. As exigências variam de país para país, mas o atestado de antecedentes criminais e uma carta convite que informe que o estudante foi aceito numa universidade estrangeira são mais comuns. Quando o visto e o passaporte estiverem em suas mãos, será necessário providenciar uma apólice do seguro saúde para levar consigo na viagem.

A grande maioria das Instituições de Ensino Superior brasileiras possuem um canal de relações exteriores e convênios com faculdades estrangeiras. Seja enviando alunos ou recebendo pessoas de outros países, esse setor tem uma série de oportunidades de intercâmbio disponíveis. Na maioria das vezes as taxas acadêmicas são eliminadas e algumas instituições financiam o curso cobrindo despesas com estadia, alimentação e transporte. Para isso é preciso conferir a disponibilidade de bolsas de estudo para o tipo de ensino pretendido.

Se você tem real interesse em viajar para fora, fique ligado nos editais da sua universidade. Para os alunos da UFJF, existe a Coordenação de Relações Internacionais. Agora, é só ver o país que melhor se adéqua às suas condições, e arrumar as malas!

Mais dicas: Manual do Intercambista (Vida Universitária)

Fontes: Vestibular Brasil Escola

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