Abrigos Diferentes

Um ano de blog!

Tenda vira concreto quando molhada

Dois engenheiros britânicos inventaram uma tenda que, ao ser regada com água, se transforma em um abrigo de concreto. A invenção de Peter Brewin e Will Crawford ganhou diversos prêmios.

BBC

A tenda produzida pelos engenheiros é inflável. Do lado de dentro, há um revestimento de plástico, e por fora ela é feita com o tecido especial, que contém concreto. Uma vez inflada, a tenda é presa ao chão com pregos de metal. Em seguida, ela é regada com água, que não precisa necessariamente ser potável ou doce. Em 24 horas, o tecido de concreto endurece e a tenda está pronta para ser usada.

Como em prédios normais, a tenda pode ser perfurada e receber fiação, tomadas e luzes no teto. Eles dizem que as tendas são alternativas viáveis para campos de refugiados, já que os abrigos podem durar décadas, são a prova de fogo, podem ser fechados com portas e não atingem grandes temperaturas sob o sol.

Veja com seus próprios olhos:

Custo
Atualmente o maior problema da invenção é o seu alto custo. Cada tenda custa US$ 16 mil (mais de R$ 25 mil).

Brewin admite que o preço é alto, sobretudo para entidades que trabalham em países pobres e possuem recursos limitados. O engenheiro diz que o problema do custo pode ser resolvido se houver maior demanda no futuro.

Via G1

Tenda inflável protege obras da chuva

Afetada por enchentes, Barreiros (PE), ganhou galpões infláveis para permitir a construção de novas casas até em dias de chuva Leia Mais

Afetada por duas enchentes em menos de um ano, Barreiros (a 107 km de Recife) ganhou um reforço para manter o ritmo de construção das novas casas para as cerca de 12 mil famílias desabrigadas da cidade: galpões infláveis e impermeáveis que permitem aos operários trabalhar até em dias de chuva.

Sob dois grandes balões de lona plástica branca, com 3.000 m2 cada um, os trabalhadores erguem até 20 casas simultaneamente.  Segundo o engenheiro-chefe da obra, Gustavo Chagas, os galpões infláveis foram a solução encontrada pela Egesa, empresa responsável pela construção de 3.573 casas no município, para não interromper os trabalhos no período de chuva na região.

“Neste ano a chuva começou mais cedo, em abril, e tomamos essa decisão”, disse ele. Os galpões são alugados e custam R$ 87 mil por mês. Se a obra fosse paralisada, a empreiteira, que é responsável pelo custo extra, gastaria cerca de R$ 1,2 milhão somente com a folha de pagamento dos 750 empregados, disse o engenheiro.

Para implantar a infraestrutura de estrada asfaltada, água e esgoto das casas, os infláveis também serão usados –a Egesa já encomendou um com 200 metros de extensão. “Já usávamos essa técnica em gasodutos, mas agora foi aprovada com moradias.”

Em Barreiros (PE), serão construídas 3.573 casas para vítimas de enchentes; galpões impermeáveis facilitam o trabalho em época de chuva Leia Mais

Veja mais fotos aqui.

Via Folha Online.

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