Ressaca e uma Barreira anti-ondas

Manchete:

Ressaca destrói Praia do Forte em Cabo Frio

Há pouco tempo, o mar começou a invadir um dos municípios mais bonitos e famosos de todo o Rio de Janeiro. Cabo Frio, na Região dos Lagos, sofreu com a fúria de ondas muito fortes que trouxeram alguns prejuízos. Os moradores estão muito assustados com o que esta acontecendo, pois a distância do mar para o calçadão era de mais de 20 metros com cerca de 2 metros de altura e, mesmo assim, foi destruída por ondas enormes. Em alguns pontos o asfalto não resistiu a força das águas.

O que causa a ressaca do mar?

A chegada de ondas violentas à costa começa quando rajadas de vento fazem subir o nível do oceano e aumentam, já em mar aberto, o tamanho dos vagalhões. Impulsionada por correntes marítimas, a massa de água caminha com velocidade crescente até encontrar o litoral. Ao chegar à praia, o mar agitado inunda a faixa de areia e as ondas quebram bem próximas da orla. A força da ressaca costuma alagar avenidas e danificar construções à beira-mar – há também relatos de banhistas tragados pelo mar e levados para longe da praia pelas fortes correntes marítimas. “No Brasil, as ressacas são quase sempre causadas por frentes frias que atingem o Sul e o Sudeste. Podem ocorrer dezenas de vezes por ano, mas, felizmente, é possível prevê-las até cinco dias antes”, diz o oceanógrafo Joseph Harari, da USP.

Fonte: Mundo Estranho

A inovação

Barreira antiondas


Engenheiros do Serviço de Pesquisas Agrícolas (ARS) dos Estados Unidos projetaram um novo tipo de barreira que é mais eficaz para deter o avanço das ondas em áreas costeiras.

Depois de coletar dados do impacto das ondas, os pesquisadores testaram vários tipos de barreiras em um tanque oceânico de 63 metros de comprimento.

Os resultados indicaram que uma barreira flutuante, mantida no lugar por duas fileiras de estacas, fornece a proteção mais eficaz contra a ação das ondas.

Como a barreira móvel fica confinada entre as duas fileiras de pilastras, ela pode subir e descer com a flutuação dos níveis de água, ao contrário das barreiras fixas, como as feitas de concreto, que podem ficar submersas pela elevação do nível da água e deixar de cumprir seu papel.

Dissipação de energia

A equipe descobriu que uma barreira com apenas dois tubos é capaz de dissipar 75 por cento da energia das ondas antes das ondas impactarem contra a proteção final, esta sim, feita de concreto ou alvenaria.

As ondas perdem uma parte de sua força quando atingem o primeiro tubo e em seguida, perdem ainda mais energia quando quebram contra o segundo tubo.

Fontes:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=barreiras-flutuantes-contra-ondas&id=010125100810

http://www.informaticaeinternet.com.br/imoveis/ressaca-destroi-praia-do-forte-em-cabo-frio/

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