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Japão em reconstrução

Os japoneses são conhecidos por sua competência e habilidade em tudo o que fazem e mostraram isso mais uma vez após o terremoto que atingiu o país no dia 11 de março de 2011. Uma rodovia na região de Naka que ficou parcialmente destruída após o abalo, foi totalmente e perfeitamente reconstruída em apenas seis dias e mostrou que eles estão realmente dispostos a reerguer seu país no menor tempo possível. A empreitera NEXCO foi a responsável por reconstruir os 150 metros de pista danificados até onde se sabe em tempo recorde.
As obras no local, que fica numa das regiões mais afetadas pela tragédia, começaram no dia 17 de março e na noite do dia 23, já haviam sido finalizadas. Abaixo segue as fotos que mostram a estrada destruída pelo terremoto e após sua recuperação.

Fontes: Car Magazine, Folha.com

Obras e Projetos para a Copa e Olimpíadas – Parte 2

24/02/2011 2 comentários

Praça Mauá - Rio de Janeiro

Futura Praça Mauá - Imagem de divulgação do Projeto Porto Maravilha

Desafios

O Brasil teve pouco mais de cinco anos para preparar a realização de sua segunda Copa do Mundo de futebol. A primeira, em 1950, teve partidas disputadas em seis cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Recife. Na Copa de 2014, o número vai dobrar: doze cidades vão receber o mundial e, para isso, precisam correr contra o tempo. As reformas ou construções dos estádios devem começar no máximo até o dia 31 de janeiro de 2010. Já o prazo final para a entrega definitiva de todos os estádios em plenas condições de uso será o dia 31 de dezembro de 2012. Em 2013, o país deverá receber a Copa das Confederações, que serve como uma espécie de ensaio geral para o Mundial.

Além disso, as cidades terão de melhorar a infraestrutura para receber as seleções e torcedores estrangeiros.

Projetos

O Ministério do Turismo (MTur) apresentou, em Brasília (DF), uma proposta para a elaboração do Plano Estratégico do Turismo Brasileiro para a Copa do Mundo da FIFA de 2014. A ideia é estabelecer uma Matriz de Responsabilidades do Turismo Brasileiro para o Mundial de 2014. “Ao definir o plano estratégico do turismo para Copa, otimizam-se recursos e somam-se esforços para que o evento tenha o planejamento e o tratamento adequado”, ressalta o secretário Nacional de Políticas de Turismo, Carlos Silva.

Já para a secretária de Turismo do Amazonas, Oreni Braga, a proposta da câmara temática não seria mais oportuna ao momento que o país vive. “O coração da Copa é o turismo. O setor é a coluna vertebral do evento, precisamos de bons aeroportos, mão-de-obra qualificada, bons hotéis. Esse planejamento permitirá a oferta de bons serviços turísticos e infraestrutura adequada ao turista em 2014”, destaca Braga.

O plano será focado em seis áreas principais: estruturação da oferta turística (meios de hospedagem, alimentação, receptivo e atrativos naturais e culturais); infraestrutura turística (sinalização e centros de atendimento ao turista); qualificação profissional (gerentes a prestadores de serviços turísticos); promoção e apoio à comercialização (nacional e internacional); e combate à exploração sexual (campanhas de sensibilização) e estruturas e serviços temporários para a Copa.

Roteiro elaborado pelo CREA-MG com os desafios para a execução das obras

Nos próximos anos teremos um fluxo consistente de investimentos. A Copa de 2014 permitirá ao Brasil ter uma infra-estrutura moderna. Em termos sociais será muito benéfico. A Copa do Mundo vai muito além de um mero evento esportivo, será uma ferramenta interessante para promover uma transformação social.

Em 31 de agosto de 2009, a agência estadual de gestão dos aeroportos da Infraero divulgou um plano de investimentos de R$ 5,3 bilhõespara atualizar os aeroportos de dez cidades sede, aumentando a sua capacidade e o conforto para os centenas de milhares de turistas esperados para a Copa. Uma parcela significativa (55,3%) do dinheiro será gasto reformulando os aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro. O valor de investimento abrange obras a serem realizadas até 2014.

O anúncio feito pela Infraero veio em resposta às críticas feitas pela Associação Brasileira de Aviação Geral, um grupo de proprietários de aviões particulares, de que os aeroportos do Brasil atualmente não poderiam lidar com o afluxo causado pela Copa do Mundo. A maioria dos aeroportos do Brasil foram construídos antes do fim da Segunda Guerra Mundial e vários estão em ponto de saturação em termos de passageiros, de acordo com a associação.

Uma outra iniciativa interessante partiu de uma das ações do Sebrae-DF para preparar os micro e pequenos empresários para a Copa do Mundo de 2014: a realização de uma missão internacional para a África do Sul. A viagem, que ocorreu após a realização da Copa do Mundo em 2010, funcionará como um benchmarking pós-copa. Isso quer dizer que os empresários selecionados para a missão terão na África do Sul exemplos a serem seguidos ou não na Copa que antecede a do Brasil.

Plano B

A Copa do Mundo-2014 corre risco de sofrer alterações em seu projeto inicial. Orlando Silva, ministro do Esporte, admitiu em meados do ano passado  que o Governo pensa em um plano B para o Mundial, com a redução de 12 para oito as cidades brasileiras que receberão jogos do torneio.

“Caso não se cumpra o prazo de início das obras, o plano B para a Copa será a exclusão de cidades”, afirmou o ministro durante sua participação no Fórum Empresarial de Comandatuba (Bahia).

Caso o Brasil não dê conta da tarefa, a Fifa pode transferir o Mundial para outro país que já tenha a estrutura pronta. Os Estados Unidos, por exemplo, poderiam se preparar rapidamente.

À época do anúncio do Brasil como sede da copa 2014, nenhum estádio tinha condições de abrigar um jogo de Copa. Muito pelo contrário: todos os postulantes estavam bem longe do padrão exigido pela Fifa.

A Fifa já havia apontado problemas no Morumbi (em São Paulo) e Maracanã (no Rio de Janeiro). No estádio paulistano, houve diversas críticas referentes ao projeto das obras. Problemas de visibilidade e de infraestrutura no entorno da arena também foram citados pela entidade.  Esta também apontou problemas no projeto de reforma do Maracanã, o que levou a um novo adiamento da licitação da obra. Entre os pontos levantados pela Fifa, estão questões como visibilidade, acesso dos torcedores e impermeabilização do gramado e dos vestiários. Os custos das reformas no estádio, inicialmente previstos em R$ 430 milhões, já estão estimados em R$ 600 milhões e devem aumentar ainda mais.

Até mesmo o maior garoto-propaganda do esporte brasileiro está preocupado em pagar mico perante o mundo. Pelé revelou nesta sexta-feira (18 de fevereiro de 2011) que está preocupado com os atrasos na organização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, no Rio.

Resta saber se vamos estar preparados para sermos vistos por torcedores de todo o mundo. E torcer muito para que as obras não atrasem nem mais um pouco.

Via: UOL Copa do Mundo, Portal Fator Brasil, Gazeta Esportiva Copa 2014, Portal Copa 2014, Site Veja, SEBRAE, CREA-MG, Wikipedia, R7

As 10 estradas mais incríveis do mundo

22/02/2011 5 comentários

Na escolha das 10 estradas mais surreais do mundo, foram levados em consideração beleza, dificuldade de construção e/ou dificuldade de se percorrer.

Muitas estradas são pouco movimentadas dado o grau de dificuldade para completá-las ou a distância dos grandes centros urbanos. Essas estradas realmente são impressionantes. veja a lista abaixo:

10. Autoestrada Overseas, Florida Keys (EUA)

Florida Keys é um arquipélago tropical de 1.700 ilhas que se encontram ao largo da costa da península da Flórida. A Florida Keys pode ser acessada pela famosa rodovia Overseas Highway (Estrada Sobre o Mar), que liga todas as ilhas do arquipélago entre si e com o continente. A maior porção de sua extensão fica sobre o mar e tem uma vista incrível.

A Overseas Highway é uma estrada 127,5 milhas (205,2 km) nos EUA levando a Rota 1 através de Florida Keys. Grandes partes dessa rodovia foram construídas na antiga da estrada de ferro, a extensão da Ferrovia da Flórida  da costa oeste. Concluído em 1912, esta ferrovia foi fortemente danificada e parcialmente destruída no  Furacão de 1935. Impossibilitada financeiramente de reconstruir os trechos danificados, a Ferrovia da Flórida vendeu o leito da estrada e as pontes restantes ao Estado da Flórida por  US$640,000, e assim, foi construída essa bela rodovia.

9. Iroha-Zaka, Japão

Esta rodovia sinuosa é composta de uma pista para subida e outra para descida, ambas com 48 curvas muito fechadas. Cada uma das curvas recebeu o nome de uma letra de um alfabeto antigo japonês (são 48 no total), começando com a letra i-ro-ha.

A estrada na época de sua construção era usada por monges budistas para peregrinação. As mulheres e os cavalos não eram autorizados a subir a encosta, por isso sua entrada era chamada Umagaeshi, o que significava Retorno do Cavalo.

8. Rodovia Atlântica, Noruega

A estrada foi escolhida como a construção norueguesa do século e como um dos trajetos do mundo por publicações especializadas. Com oito quilômetros de extensão, liga as cidades de Molde e Kristiansund. Com varias elevações, em alguns momentos dá a impressão de acabar no nada e é cercada por um cenário impressionante.

Na estação quente, poucos se lembram de que a construção da Atlantic Ocean Road foi uma verdadeira façanha.Durante os anos que antecederam sua inauguração, em 1989, a região foi atingida por 12 furacões.

Mais informações no post A Incrível Estrada do Atlântico

7.Van Zyl Pass, Namíbia

A Passagem Van Zyl, ou o DR3703, localizada na Namíbia, é um caminho clássico extremo e tem a reputação de ser uma das mais difíceis passagens na África. Não é exatamente uma estrada, apenas uma rota feita sobre a montanha pelos viajantes ao longo do tempo. A passagem escandalosamente íngreme proporciona uma descarga de adrenalina pura, e o caminho que leva até ela é de 10-15km de condução difíceis onde se tem que abrir caminho através das rochas, pedregulhos, areias movediças e ravinas. No final, a estrada desce para o antigo vale glacial chamado Vale Marienfluss, um dos pontos turísticos mais belos do planeta que aguarda apenas os bravos de coração.

6. Camino a Los Yungas (ou “estrada da morte”), Bolívia

O North Yungas Road (também conhecido como o El Camino de la Muerte, “Estrada da Morte”, em espanhol) é uma estrada de 43 milhas de ligação La Paz e Coroico, 35 quilômetros a nordeste de La Paz, na Bolívia. Famosa por seu extremo perigo, ela foi batizada como a estrada mais perigosa do mundo em 1995 pelo Inter-American Development Bank.

Yungas não tem grade de proteção. A largura da pista simples, declives extremos e falta de proteção apenas contribuem para sua fama; e a chuva e neblina, comuns na região, atrapalham a visibilidade dos motoristas. Com uma estatística de cerca de 300 mortes ao ano causadas por acidentes, hoje ela é pouco usada, mas é mui geralmente é procurada por quem anda em busca de aventuras.

5. Túnel Guoliang, China

O magnífico túnel- estrada nas montanhas Taihang foi construído por 13 moradores locais liderados por seu chefe, Shen Mingxin, e levou cerca de cinco anos para terminar. Muitos moradores perderam suas vidas em acidentes durante a construção do túnel, mas os outros continuaram sem trégua.

O túnel foi aberto ao tráfego em 1 de maio de 1977. O túnel de 1.200 metros desde a cerca de 5 metros de altura e 4 metros de largura. Ele está localizado na província de Henan de China. Apelidado como “a estrada que não tolera qualquer” erros, a maioria dos acidentes no túnel são primariamente causado pela negligência do viajante. No entanto, é um caminho extremamente cênico e é um destino-chave no mapa do turismo chinês.

4. Estada de Los Caracoles, Chile e Argentina

O caminho sinuoso que passa pela Cordilheira dos Andes não conta com grades de proteção. Com muitas curvas inclinadas, a estrada fica coberta de neve em grande parte do ano, o que a torna ainda mas desafiadora.

Transpondo o túnel internacional, a rodovia adentra o Chile por um desnível de 670m, num percurso sinuoso, movimentado e pouco sinalizado, de aproximadamente 30km através dos “caracoles”- outra considerável obra na qual a ousadia humana controla a geografia. A encosta da Cordilheira vista desse lado é mais abrupta, mais rochosa. A bonita estrada que sobe pela montanha através de exatas 365 curvas.

3. Estrada da Montanha Jebel Hafeet, Emirados Árabes Unidos

Com uma extensão de quase 12 km sobre uma montanha de 1.219 metros de altura, a estrada impressiona pela beleza do deserto. O caminho, que mistura retas para alta velocidade e boas curvas é um convite para quem gosta de dirigir. Ela termina em um local com apenas um estacionamento, um hotel e um palácio, que pertence ao governante do país.

2. Estada Stelvio, Itália

Localizada nos Alpes italianos, é a estrada pavimentada mais alta da Europa, com 2.757 metros acima do nível do mar. Tem 48 “zigue-zagues” inclinados entre as montanhas e desafia a habilidade do motorista em um cenário fantástico.

Embora possa não ser tão perigosa quanto as outras rotas, é certamente excitante. Os discos mais resistentes e mais espetaculares são do lado Prato. A passagem de montanha é uma das melhores rotas hairpin contínua do mundo.

A passagem de Stelvio retem uma importância para o esporte quando está aberta de junho a setembro. Faz as delícias de ciclistas e motociclistas.

1. Rodovia Lysebotn, Noruega

O Fiorde na Noruega tem muitas estradas que atraem os turistas. A mais notável delas é a Trollstigen que é uma série de estradas com vista deslumbrante para cachoeiras. A palavra Trollstigen significa Escada Troll.
Trollstigen faz parte da Rodovia Nacional 63, que liga as cidades de Andalsnes e Valldal no condado de Møre og Romsdal. A rodovia Trollstigen foi inaugurada em 31 de julho de 1936, pelo rei Haakon VII, após 8 anos de construção.

A estrada, embora não desprovido de normas de segurança, exige concentração e habilidade motriz para vencer. As vertiginosas ladeiras, intenso conjunto de grampos e ruas estreitas não deixam margem para erro. No entanto, quando você estiver no topo, a vista é simplesmente deslumbrante. O deslizamentos de rocha freqüentes na região resultaram em algumas atualizações para a estrada em 2005. No topo, há uma varanda com vista para a visualização da estrada e da cachoeira Stigfossen, uma cachoeira de 320 m de comprimento que desce a encosta da montanha.

A rodovia Trollstigen permanece aberta ao tráfego desde meados de maio até o início de outubro, quando as condições climáticas são favoráveis ao tráfego e fechada durante o outono e inverno.

Via: Revista Galileu, AutoClassic, Site Curiosidades

Asfalto Permeável

25/01/2011 1 comentário

 

Pensando nessa imagem, e nas recentes notícias de chuvas, não fica a vontade de se exigir soluções para os alagamentos? A Universidade de São Paulo, USP, começa dar os primeiros passos nessa direção.

Assista ao vídeo:

Desenvolvido pela USP em parceria com a prefeitura da capital paulista, o asfalto de concreto poroso permite que a água seja absorvida e fique armazenada em uma camada de 35 centímetros de pedra abaixo da superfície. A água, armazenada temporariamente no espaço vazio entre as pedras, vai aos poucos saindo por um sistema de drenagem.

A pesquisa do professor José Rodolpho Martins, do Departamento de Hidráulica da Universidade de São Paulo. Ele estuda a água e os mecanismos de uma enchente. Depois de muita pesquisa, viu que a solução poderia estar exatamente no vilão. O asfalto seria um aliado para evitar o alagamento.

“A nossa ideia era poder absorver a água da chuva no revestimento da pavimentação que se usa nas ruas, nos loteamentos, condomínios e estacionamentos. Absorver rapidamente essa água e permitir que ela pudesse ser armazenada na parte inferior do pavimento”, afirma o professor.

Seja em uma estrada movimentada ou rua tranqüila, basicamente, a pavimentação é feita da mesma forma. Começando por cima, vem a pista: uma camada de cerca de cinco centímetros, composta de pequenas pedras, unidas pelo asfalto. Precisa ser bastante resistente, para que o trânsito passe, sem soltar qualquer pedaço.

Logo abaixo, está a base, uma camada mais espessa de brita – rochas maiores. Essa base possui muitos espaços vazios, que poderiam funcionar como um reservatório. Mas aí vem o problema: como a superfície poderia deixar a água passar, sem se tornar um piso frágil, quebradiço, frente a um trânsito pesado.

Entrou em cena o Laboratório de Tecnologia de Pavimentação da própria USP, ligado à engenharia de transporte. No local, unindo pedras, cal e asfalto, que serve de liga na mistura, foram produzidos diferentes pisos.

Todas as misturas asfálticas passaram por testes. Assim nasceu a Camada Porosa de Asfalto (CPA). O asfalto absorvente é feito com pedras maiores, para que haja vazios entre elas. O projeto prevê até 25% de espaço para a água infiltrar.

À direita, asfalto convencional. À esquerda, o asfalto permeável.

Á esquerda, o asfalto permeável. À direita, o asfalto comum.

Apesar da boa notícia, o asfalto permeável ainda tem suas limitações. Por ser frágil, o material não suportaria tráfego pesado e repetitivo de veículos. Outro problema é que ele ainda não pode ser usado em regiões enlameadas, por perigo de entupimento dos poros. Por esses motivos, a idéia da prefeitura é usar o material em áreas de estacionamento, principalmente de supermercados e hipermercados, como método auxiliar de drenagem da água. Infelizmente, o poder municipal admite que o pavimento permeável não é a solução imediata para os problemas de alagamento em São Paulo. Uma medida interessante seria o aumento de áreas não pavimentadas, capazes de absorver até 90% da água da chuva.

O custo do novo material é de 20% a 22% mais alto que o comum, mas feito em larga escala, segundo pesquisadores da USP, ele tende a ter seu preço reduzido até se igualar ao asfalto convencional. O pavimento permeável já é usado em diversos países do mundo, No Brasil, os estudos começaram a ser feitos no final de 2009 e a expectativa da universidade é de ter até o final deste ano uma parte da pesquisa concluída. Em 2011, os técnicos devem começar a estudar a capacidade de ampliar a carga suportada pelo asfalto.

Mas já é uma grande iniciativa para evitar cenas como esta:

Via O ECODespoluirG1

 

A Incrível Estrada do Atlântico

Apenas oito quilômetros – provavelmente bem menos do que você costuma fazer diariamente para chegar ao trabalho. Mas a experiência de realizar este percurso ficará guardada na memória para sempre, afinal, é uma das estradas mais bonitas do mundo. A Atlantic Ocean Road, conhecida aqui como a “Estrada do Atlântico” e localmente como Atlanterhavsveien, liga as cidades de Molde (famosa por suas flores, atmosfera romântica e festival de jazz) e Kristiansund, na costa oeste da Noruega.

Clique na imagem para ampliar

O que faz dela um dos caminhos mais inspiradores do planeta para quem segue sobre quatro rodas é o fato de que foi construída sobre as águas, uma estrada estreita e sinuosa que presenteia os viajantes com paisagens sensacionais. Ligando a ilha de Averoy à ilha principal de Eide, oferece a vista do mar, dos fiordes e montanhas, além de permitir bons pontos de pesca.

Atlanterhavsveien foi eleita a “Construção da Noruega do Século”, em 27 de setembro de 2005. Ao longo da estrada é possível encontrar áreas de repouso onde se pode desfrutar um piquenique, e restaurantes onde se pode desfrutar de uma refeição tradicional norueguesa. Não é por acaso que esta estrada é o segundo destino turístico mais visitado da Noruega.

Na estação quente, poucos se lembram de que a construção da Atlantic Ocean Road foi uma verdadeira façanha. Embora tenha sido um sonho desde o início do século 20, as obras começaram apenas em 1983. Durante os anos que antecederam sua inauguração, em 1989, a região foi atingida por 12 furacões. Isso significa que a região pode ser boa principalmente em duas épocas do ano: o verão, quando o sol permite experiências fora do carro, e o outono, quando ondas agressivas quebram na rodovia oferecendo verdadeiros espetáculos.

As obras de construção da estrada começaram em 01 de agosto de 1983, com a inauguração a ter lugar a 07 de julho de 1989. Durante este período, foram nada menos que 12 tempestades, furacões, na área. Os 8,3 km (5 milhas) da estrada longa são construídos entre várias pequenas ilhas e ilhotas, e são atravessados por oito pontes e aterros diversos.

No sol quente ou em tempestades furiosas, Atlanterhavsveien tem algo para todos. Suas curvas fechadas e a  selvageria da natureza a classificaram em primeiro lugar na lista do  The Guardian de Melhores Viagens do Mundo em Estrada, em competição acirrada com atrações de renome  mundial, tais como costa da Irlanda do Norte.

Via Ig Turismo, Wikipedia.

Slideshow: A Estrada do Atlântico

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