X Olimpíada de Engenharia Civil da UFJF- Pontes de Papel 2014

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Na última quarta-feira, dia 19 de novembro, ocorreu na Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora ( UFJF) a X Olimpíada de Engenharia Civil. edição esta que se tornou ainda mais especial por coincidir com aniversário de 100 … Continuar lendo

Rochas inteligentes vão impedir que pontes caiam

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Para realizar o monitoramento de pontes, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram o que eles chamam de “rochas inteligentes”.

As rochas inteligentes são estruturas de formato esférico que foram projetadas para serem despejadas nas fundações das pontes e no leito dos rios ao redor da construção.

A erosão é uma  das principais causas de colapsos de pontes, nesse processo o fluxo da água leva embora o solo do leito do rio, criando buracos ao redor dos pilares.

O formato arredondado das rochas inteligentes é  justamente para que estas rolem para o interior das  fossas que se formam ao redor dos pilares,mantendo assim o engenheiro continuamente informado sobre a sua profundidade, que é o maior indicador de risco para a estrutura da ponte.

“É um conceito simples, mas muito útil. As rochas inteligentes seguem o rastro da progressão da erosão – conforme ela se aprofunda, as rochas também mergulham mais e mais para o fundo,” explica o professor Genda Chen, que desenvolveu o projeto com seus colegas David Pommerenke e Rosa Zheng.

Rochas ativas e passivas

Os pesquisadores estão testando três abordagens para as rochas inteligentes: passivas, ativas e semiativas.

As rochas inteligentes passivas possuem um ímã que pode ser lido por um magnetômetro remoto, permitindo uma medição de profundidade.

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As rochas inteligentes ativas possuem um aparato eletrônico completo, incluindo sensor de pressão, giroscópio, temporizador, indicador de bateria e identificador individual, transmitindo dados através de comunicação sem fios.

As rochas inteligentes semiativas incluem um ímã de rotação livre, que pode ser controlado com circuitos eletrônicos apropriados.

Todas as rochas são recobertas com uma camada de cimento, para suportar os rigores do ambiente.

O grupo  está se preparando para retirar do rio os primeiros protótipos que eles lançaram ao redor de duas pontes e ver como a estrutura se comportou e qual será a estimativa de sua vida útil.

No caso das rochas inteligentes ativas, suas baterias duram até 10 anos.

Fonte:  InovaçãoTecnologica