Etiqueta Corporativa – Parte 2 – Vestuário

Continuando nosso assunto sobre Etiqueta Corporativa, aqui vão mais dicas sobre o comportamento em ambiente de trabalho (que também valem para aulas, entrevistas, viagens…)
A expressão “a primeira impressão é a que fica” é inquestionável na vida profissional, no entanto, saber manter essa primeira impressão é mais importante ainda. É necessário que se transmita uma imagem de solidez, discrição, seriedade e credibilidade o tempo todo. As regras podem variar bastante de acordo com o lugar e área de atuação, mas, independente de mais ou menos formal, todos os ambientes requerem comportamentos básicos.
As noções de etiqueta ultrapassaram a fronteira dos restaurantes e jantares e se aplicam em muitos setores da sua vida profssional. Beber além da conta, vibrar com o toque do seu time de coração no celular, usar uma roupa exagerada em plena segunda-feira às 15h. Tudo isso pode comprometer sua imagem no ambiente de trabalho, se você não estiver atento. Mesmo assim, mantenha a calma. Algumas situações a que somos expostos todos os dias podem parecer traiçoeiras, mas a mais fiel aliada da etiqueta corporativa ainda é o bom senso.
Professora do curso online de etiqueta empresarial, da Catho Online, Maria Elisabeth Farina Guirao defende que a forma de vestir-se no ambiente de trabalho é uma ferramenta do marketing pessoal que contribui decisivamente para a formação de uma imagem de profissionalismo e credibilidade. “O traje formal que mais transmite esses valores é o terno e gravata para os homens e terninhos e tailleurs para as mulheres. No entanto, dependendo da profissão, a pessoa pode vestir-se menos social e mais esporte, desde que seja de forma discreta, harmônica e que transmita seriedade.”
Observar o código de comunicação da empresa, ou seja, como as pessoas se vestem, também é a dica da professora Margareth Bianchini, diretora da MBianchini Assessoria Empresarial. Para ela, perceber se o ambiente é mais informal ou formal, e se a gravata e o paletó são utilizados de segunda à sexta-feira dá parâmetros para o colaborador saber como deve se vestir. Mas, mesmo assim, a professora alerta: “independente deste código, ambiente de trabalho, como o próprio nome diz, é para se utilizar roupas de trabalho e não de passeio.”

- Tailleur
Mulheres:
Evite: saltos muito finos e altos; a sandália rasteirinha ou muito aberta; excesso de acessórios, muitas pulseiras, muitos anéis e brincos muito grandes; camiseta, quando estiver acima do peso, já que marca o sutiã e deixa a mostra as gordurinhas; decotes; transparências; microssaia; roupas muito justas; cintura baixa; calça de moletom e de ginástica; fendas, maquiagens muito pesadas; alças de sutiã a mostra; camiseta e vestido de um ombro só e tomara que caia.
Esmaltes diferentes demais são inadequados e chamam mais atenção do que suas ideias. Para ambos os sexos, evitar calças jeans surradas demais, customizadas demais, justas demais. O jeans que vai deixá-lo bem na fita em qualquer circunstância é o bom e chique jeans clássico.
Homens:
O homem deve mostrar, sempre, que está em dia com a higiene pessoal, e dar preferência a tecidos que caiam bem e não amassem com facilidade. O ideal é que a roupa tenha, no final do dia, o mesmo aspecto que tinha pela manhã. A camisa deve ser social, com a manga um pouco dobrada, para ficar um ar mais jovial, e não pode ser muito aberta. O cabelo deve estar sempre limpo, bem cortado e arrumado. As roupas devem estar sempre impecáveis: limpas, livres de manchas e bem passadas, com as bainhas firmes e todos os botões.
Evite: barba por fazer; bonés, chapéus, camiseta regata; tênis; gravatas chamativas; jeans rasgado, desfiado e desbotado; chinelos de dedos.

- Vestuário Masculino
E, finalizando, um pequeno toque que pode fazer grande diferença. Ao escolher um traje, não deixe de refletir se sua opção é algo adequado à sua faixa etária. Nada mais esquisito e meio desajustado do que olhar para gente madura vestida como adolescente. Todas as idades têm seu charme e seu encanto — descubra o que de fato valoriza você e se enquadra mais à sua geração.
Fontes: Aprenda as regras básicas de etiqueta corporativa | Portal Carreira & Sucesso , Artigos Você S.A. – Célia Leão, CATHO EDUCAÇÃO EXECUTIVA, Jornal da Metodista

Uma questão que divide opiniões é a adoção do prazo de carência nos contratos de compra e venda: um período de tolerância que pode se estender a até 180 dias a partir da data de entrega. Construtores defendem que a carência é indispensável devido à complexidade do desenvolvimento de uma obra. O advogado Edwin Britto, membro da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), justifica: “Pode haver algum problema de fundações, algum ajuste econômico, atrasos no financiamento. Há uma série de fatores imprevisíveis inerentes ao próprio empreendimento”.
A primeira vista, a atribuição de Eric não parecia muito difícil. Ele foi convidado para auxiliar o engenheiro-chefe com os testes de um novo produto. No entanto, uma análise das tarefas da primeira semana de Eric revela aspectos da obra de engenharia que são praticamente liderança e gestão orientada. Sua missão incluía desafios, tais como:
Duas das definições mais fundamentais de gestão são “uso criterioso de meios para realizar um fim”, e “a habilidade de fazer as coisas com a ajuda de pessoas e outros recursos.” Nenhuma destas definições básicas de gestão é exclusiva para pessoas que têm empregos como gerentes.
Os gestores devem compreender plenamente as competências de liderança e de gestão que são necessários para executar projetos e objetivos, e delegar responsabilidades que não são melhor indicados para suas próprias habilidades e interesses. Os membros da equipe deve ser abertos e honestos sobre o seu nível de interesse a respeito das oportunidades para as responsabilidades de liderança e gestão. Os engenheiros precisam ter em mente que a liderança e a gestão são parte de seu trabalho, portanto, não possuir estas responsabilidades não é realmente uma opção.
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas porrecursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas – estão ligadas às mais diversas áreas – que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
A partir da década de 80 com a utilização da micro informática houve uma contribuição no processo de projeto com a automatização de tarefas especificas. Estas automatizações tornavam as atividades já existentes do processo de projeto mais rápidas e eficientes além de permitir um aumento do fluxo de informações a serem processadas. No começo essas ferramentas eram genéricas como planilhas eletrônicas, sistemas de banco de dados e editores de texto. Posteriormente foram utilizadas ferramentas especializadas para ajudar no desenvolvimento de desenhos (CAD), na elaboração de orçamentos e no gerenciamento de projetos. Foram criadas então as chamadas “ilhas de automação” onde diversas ferramentas eram utilizadas de forma independente em departamentos ou em empresas distintas. Na década de 90 as contribuições da TI no processo de projeto da Construção Civil permitiram que vários sistemas começassem a se integrar. Os departamentos foram comunicáveis através de redes de computadores e sistemas cliente/servidor. Neste estágio os vários intervenientes do processo de projeto podiam trocar mais facilmente seus dados.
Atualmente com os avanços na área de comunicações e computação distribuída e a popularização da Internet, os vários sistemas operacionais, administrativos e de gerenciamento, são integráveis e colaborativos. Com isso pode-se aplicar a engenharia simultânea no processo de projeto onde os sistemas permitem a troca e o gerenciamento das informações dos diversos parceiros e diminuição no tempo de projeto com desenvolvimento de trabalhos em paralelo por vários agentes. Dessa forma é mais fácil integrar o projeto ao processo de produção pois podem ser discutidos antecipadamente todas as etapas e elementos do ciclo de vida da construção, desde o conceito inicial do projeto, tendo em vista qualidade, tempo e os requisitos dos clientes finais.
Os dados do Censo do Ensino Superior, divulgados pelo MEC, mostram que de 2008 para 2009, um total de 896.455 estudantes abandonaram a universidade, o que representa uma média de 20,9% do universo de alunos. Nas instituições públicas, 114.173 estudantes (10,5%) largaram os cursos. Nas particulares, um total de 782.282 alunos (24,5% dos estudantes) evadiram.







