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Posts Etiquetados ‘inovaçao’

Edifício Transportável

22/09/2011 2 comentários

Na onda do Tudo Se Transporta, foi construído em Torku, na Finlândia, o primeiro edifício transportável do mundo!

Ele tem 220 toneladas e foi construído pela companhia finlandesa Neapo Oy. Iniciado em dezembro do ano passado, o projeto, com três andares, tem 12 metros de altura, 33 metros de comprimento e 12 metros de largura.

Depois de construído dentro do estaleiro STX de Turku, o edifício foi transportado em uma embarcação a um terreno alugado próximo ao litoral. A estrutura é toda feita de células de aço, particularmente rígidas, leves e resistentes. Sua instalação foi feita com ajuda de um guindaste.

O prédio, que conta com um área útil de 864 metros quadrados, demorou apenas oito meses para ficar pronto. A companhia responsável pela obra patenteou os painéis de aço utilizados para a construção. De acordo com a empresa, o material se destaca por ser resistente, rígido e leve, além de relativamente barato.

“Uma construção similar feita de concreto pesaria pelo menos cinco vezes mais, por isso não seria possível transportá-la da mesma maneira”, disse à rede de televisão estatal YLE o executivo-chefe da Neapo, Olli Vuola.

Especializada em construção residencial em módulos, a companhia finlandesa pretende exportar esta tecnologia inovadora a outros países, especialmente a regiões da Ásia onde terremotos são comuns.

Acompanhe as etapas da construção:



Via: ZAP, F5

Imagens: O GLOBO

Pontes Flutuantes

23/08/2011 1 comentário

Você já viu uma ponte que flutua? Não? Então, prepare-se! No post de hoje você irá conhecer dois projetos fantásticos de pontes que flutuam. Infelizmente elas não estão concretizadas, mas em um futuro não muito distante, você poderá ver uma dessas ao vivo, já pensou?

Ilhas Maldivas

Até 2013 deve ser iniciada a construção de uma ponte flutuante nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico. A construção deve ligar a ilha Gulhi Falhu à ilha de Vilingili. A ponte, já aprovada pelo governo, terá 330 m de extensão e será sustentada por plataformas de aço circulares de 4 m de diâmetro e ocas, semelhantes a “patas”, para flutuar. De acordo com o arquiteto Jorge Moura, do escritório holandês de engenharia e arquitetura Royalhaskoning, “a inspiração veio de um pequeno inseto que tem um corpo leve e pequeno e consegue flutuar com suas quatro patas grandes e que se mantêm suspensas com a tensão superficial da água”.

Ponte flutuará sobre plataformas ocas

As plataformas de aço serão preenchidas com gás para evitar sua corrosão. Mas, segundo o arquiteto, ainda está sendo estudada a possibilidade da utilização de um outro material em substituição ao aço.

A ponte em estrutura metálica terá uma via em sentido único e uma via para pedestres e bicicletas. Será formada por seções de 20 m de extensão com duas plataformas cada, somando 16 pares ao todo. Para se manter na posição, cada plataforma será presa por dois cabos fixados ao fundo do mar, que em alguns pontos pode chegar a até 66 m de profundidade. “Um design convencional implicaria em fundações gigantescas no fundo do mar, que não são só caras e complexas, mas teriam um grande impacto negativo em qualquer forma de vida existente naquele espaço”, diz Moura. “Olhando para as Ilhas Maldivas, você pode encontrar um grupo de ilhas deslumbrantes, rodeadas por uma quantidade imensa de água. Me parece natural que eu queira utilizar essa água de algum modo como um suporte estrutural para a ponte”, acrescenta.

Plano Geral

A ponte faz parte de um plano geral desenvolvido pelo arquiteto Jorge Moura, do escritório holandês Royalhaskoning, para uma área de 1,1 milhão de m² da ilha. Ainda está sendo estudada a construção de outra ponte, dessa vez com 1.400 m de extensão, que seria executada somente após a construção de todos os equipamentos previstos no plano geral.

O projeto realizado pela Global Projects Development Company prevê, em cinco anos, a construção de 2,5 mil casas, um shopping center, um campus de 100 mil m² para uma faculdade, um hospital, um complexo de escritórios e áreas de lazer com campo de golfe e uma praia pública.

Todas as estruturas da ilha serão construídas de modo a evitar problemas com marés altas e ondas. Além disso, cinco pequenas ilhas, chamadas “cinco maravilhas”, serão transformadas em espaços verdes abertos para a população. A fase 1 do projeto já foi finalizada e a segunda fase deve ser iniciada em setembro.

Ponte terá 330 m de extensão
Ponte terá rodovia de sentido único e via para pedestres e bicicletas
Corte da ponte no ponto mais profundo do trajeto
Vista aérea do plano geral

Coreia do Sul

O site DesignBoom divulgou fotos e detalhes sobre um projeto que a Coreia do Sul pensa em realizar. Trata-se da construção de uma ponte em Seul, a qual recebeu o nome de Maik Nam June Media (em homenagem a um artista coreano). As informações indicam que a ponte terá mais de 1 quilômetro de comprimento, espaço suficiente para comportar diversas obras.

O planejamento principal inclui a construção de shoppings, bibliotecas e outras obras (tudo dentro da ponte). Além disso, a ponte terá conexões com docas e jardins. Para alimentar tudo o que estiver dentro da ponte, boa parte da energia será obtida através de painéis solares. A temperatura do ambiente é regulada através de um sistema especial que utiliza a água do rio para funcionar.

O detalhe mais curioso do projeto está na tecnologia antigravidade, que fará a ponte flutuar. Não há especificações de como será utilizado esse recurso, mas considerando o tamanho e o peso da ponte prevê-se que a tecnologia é muito avançada.

O projeto não tem data definida para execução, mas os projetistas pensam que tal construção deve atrair muitos turistas.

Vista longitudinal

Corte longitudinal

Vista superior

Fontes: PINIweb, Tecmundo, DesignBoom.

Tudo sobre GPS – Parte 2

27/05/2011 1 comentário

Um ano de blog!

Sobre os mapas

Sistemas de coordenadas

São padrões de quadrados e retângulos superpostos aos mapas que permitem identificação de todo e qualquer ponto. O sistema mais usado que cobre o mundo todo é o LATITUDE/LONGITUDE. Para GPS é utilizado o Sistema UTM de Coordenadas – Universal Transversa de Mercator.

A genialidade da grade UTM está na facilidade e precisão que ela permite na leitura de mapas muito detalhados. Foi criado por Gerardus Mercator, cartógrafo belga do século XVI.

A grade UTM divide o mundo em 60 zonas de 6º de largura. A zona número 1 começa na longitude oeste 180º (W 180º=E180º). Continuam em intervalos de 6º até a zona de número 60. Cada zona é projetada num plano e perde sua característica esférica. Assim suas coordenadas são chamadas “falsas”. A distorção produzida pela projeção limita o mapa à área compreendida entre as latitudes N 84º e S 80º. A grade UTM não inclui necessariamente letras na sua designação.

Datum de uma carta geográfica

As cartas geográficas são confeccionadas de forma que todos os pontos estão a determinada distância de um ponto de referência padrão chamado DATUM. Antigamente cada país escolhia independentemente seu próprio DATUM. Resultava que as mesmas localidades tinham diferentes coordenadas em cartas de diferentes países.

O GPS tem seu próprio DATUM chamado WGS 84 – World Geodetic System 1984. Todos os receptores podem usá-lo como referência.

Aplicações do G.P.S.

Além de sua aplicação óbvia na aviação geral e comercial e na navegação marítima, qualquer pessoa que queira saber sua posição, encontrar seu caminho para determinado local (ou de volta ao ponto de partida), conhecer a velocidade e direção de seu deslocamento pode se beneficiar com o sistema. A comunidade científica o utiliza por seu relógio altamente preciso. Durante experimentos científicos de coleta de dados, pode-se registrar com precisão de micro-segundos (0,000001 segundo) quando a amostra foi obtida. Naturalmente a localização do ponto onde a amostra foi recolhida também pode ser importante.

Agrimensores diminuem custos e obtêm levantamentos precisos mais rapidamente com o GPS. Unidades específicas têm custo aproximado de 3.000 dólares e precisão de 1 metro, mas existem receptores mais caros com precisão de 1 centímetro. A coleta de dados por estes receptores é bem mais lenta.

Guardas florestais, trabalhos de prospecção e exploração de recursos naturais, geólogos, arqueólogos, bombeiros, são enormemente beneficiados pela tecnologia do sistema. O GPS tem se tornado cada vez mais popular entre ciclistas, balonistas, pescadores, ecoturistas ou por leigos que queiram apenas planejar e se orientar durante suas viagens.

Com a popularização do GPS, um novo conceito surgiu na agricultura: a agricultura de precisão. Uma máquina agrícola dotada de receptor GPS armazena dados relativos à produtividade em um cartão magnético que, tratados por programa específico, produz um mapa de produtividade da lavoura. As informações permitem também otimizar a aplicação de corretivos e fertilizantes. Lavouras americanas e européias já utilizam o processo que tem enorme potencial em nosso país.

Limitações

A leitura da altitude fornecida pelo receptor também é afetada pelo erro do sistema. Porém, um erro de 10 metros numa dimensão de 100; 200 ou 500 metros é proporcionalmente muito grande e perigosa, dependendo da atividade desenvolvida.

Os sinais dos satélites não penetram em vegetação densa, vales estreitos, cavernas ou na água. Montanhas altas ou edifícios próximos também afetam sua precisão.

Para o uso automotivo, deve-se providenciar uma extensão para fixar a antena externamente ou posicionar o receptor junto ao pára-brisas. Os conectores são do tipo LM-1 e LF-1, usados por rádio-amadores.

Escolha do receptor

O item mais importante é definir a aplicação básica que você terá para um receptor GPS. Identifique então os modelos disponíveis no mercado e liste-os sob a forma de uma tabela comparativa contendo preços, características principais e acessórios disponíveis. Acessórios ou características supérfluas à sua aplicação encarecem desnecessariamente o modelo a ser adquirido.

Via PlusGSMWikipediaGPS Track Maker

A Ponte do Futuro

26/05/2011 4 comentários

Um ano de blog!

Ponte é projetada para gerar energia solar e eólica

Arquitetos italianos projetaram uma ponte que, além de servir para transporte de veículos, pode produzir energia limpa. A Solar Wind , como o projeto foi batizado, agrega 26 turbinas eólicas, que podem gerar 36 milhões de quilowatts ano. Além disso, ao longo dos 22 quilômetros de pista, serão instalados painéis solares, produzindo mais 11,2 milhões de quilowatts. A soma da produção de energia eólica e solar seria suficiente para abastecer uma cidade de aproximadamente 15 mil casas.

A ponte ainda ganhará um pequeno parque com quiosques, onde serão vendidos alimentos orgânicos dos produtores locais, com a intenção de tornar o local – que tem uma vista incrível! – um ponto turístico italiano.

Já considerada a “ponte do futuro”, este inovador projeto arquitetônico é de autoria do trio Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino. Eles apostaram na produção de energia limpa no novo ambiente concurso Solar Park South promovido pelo site New Italian Blood e pelo governo o governo da região da Calábria, na Itália, para revitalizar uma ponte atualmente desativada que faz a ligação entre as áreas de Bagnara Calabra e Scilla. Apesar de ser uma brilhante ideia, o Solar Wind ficou com o segundo lugar no concurso Solar Park South e ganhou uma premiação de 7,5 mil euros (cerca de R$ 17 mil).

Via Vida, Universo e Algo Mais, Blog da Construção, Gizmodo, People Power

Tudo sobre GPS – Parte 1

Um ano de blog!

O GPS é um sistema de navegação por satélite que fornece a um aparelho receptor móvel a posição do mesmo, assim como informação horária, sob todas quaisquer condições atmosféricas, a qualquer momento e em qualquer lugar na Terra, desde que o receptor se encontre no campo de visão de quatro satélites GPS. Encontram-se em funcionamento dois sistemas de navegação por satélite: o GPS americano e o GLONASS russo. Existem também dois outros sistemas em implementação: o Galileo da União Europeia e o Compass chinês.

O receptor tem que reconhecer as localizações dos satélites. Uma lista de posições, conhecida como almanaque, é transmitida de cada satélite para os receptores. Controles em terra rastreiam os satélites e mantém seus almanaques acurados.

Fatores que afetam a precisão do sistema

O Sistema foi originalmente projetado para uso militar, mas em 1980, uma decisão do então presidente Ronald Reagan liberou-o para o uso geral. Na época, o Departamento de Defesa americano implantou um erro artifical no Sistema chamado “Disponibilidade Seletiva”, para resguardar a segurança interna do país. A Disponibilidade Seletiva foi cancelada por um decreto do Presidente Clinton em maio de 2000, pois o contínuo desenvolvimento tecnológico permitiu ao Departamento de Defesa obstruir a precisão do Sistema onde e quando os interesses americanos exigissem. Com o decreto, o erro médio de 100 metros na localização do receptor ficou dez vezes menor.

Outra fonte de erro é a interferência resultante da reflexão do sinal em algum objeto, a mesma que causa a imagem ‘fantasma’ na televisão. Como o sinal leva mais tempo para alcançar o receptor, este ‘entende’ que o satélite está mais longe que na realidade…

Outras fontes de erro: atraso na propagação dos sinais devido aos efeitos atmosféricos e alterações do relógio interno. Em ambos os casos, o receptor GPS é projetado para compensar os efeitos.

Aspectos técnicos do GPS

Rastreamento de Satélites

Um receptor rastreia um satélite pela recepção de seu sinal. Sinais de apenas quatro satélites são necessários para obtenção de uma posição fixa tridimensional, mas é desejável um receptor que rastreie mais de quatro satélites simultaneamente. Como o usuário se desloca, o sinal de algum satélite pode ser bloqueado repentinamente por algum obstáculo, restando satélites suficientes para orientá-lo. A maioria dos receptores rastreia de 8 a 12 satélites ao mesmo tempo.

Um receptor não é melhor que outro por rastrear mais satélites. Rastrear satélites significa conhecer suas posições. Não significa que o sinal daquele satélite está sendo usado no cálculo da posição. Muitos receptores calculam a posição com quatro satélites e usam os sinais do quinto para verificar se o cálculo está correto.

Entrada de dados

Receptores GPS são projetados para serem compactos, não possuindo teclado alfa-numérico. Todos os dados são digitados uma letra ou número ou símbolo por vez. Embora a maioria dos receptores possa enviar dados para equipamentos periféricos, nem todos podem receber dados.

Aplicações de saída de dados

Alguns equipamentos úteis apenas recebem informações de um receptor GPS. Os dados são continuamente enviados para o equipamento acoplado ao receptor, que os utiliza para outras finalidades:

  • Mapa dinâmico: um mapa no computador que traça deslocamentos.
  • Visão gráfica de posição em relação a outros pontos.
  • Piloto automático: o receptor informa a posição ao piloto automático.
  • Mapeamento: transferência dos dados obtidos durante a viagem.

Aplicações entrada/saída de dados.

O receptor pode também receber dados do computador. Os usos comuns são:

  • Transferência de pontos plotados no computador para o receptor GPS;
  • Transferência de pontos plotados no receptor GPS para o computador, liberando sua capacidade de armazenagem de dados;
  • Transferência das coordenadas de um ponto selecionadas em um mapa na tela de um computador para o receptor GPS;

Via PlusGSM, Wikipedia, GPS Track Maker

As aplicações dessa tecnologia veja na parte 2 do artigo ainda essa semana!

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