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Dez Dicas Práticas para Comprar um Imóvel Residencial na Planta

A aquisição de um imóvel na planta pode ser um negócio repleto de vantagens, a economia pode ser de até 30% em relação aos imóveis prontos, as taxas condominiais geralmente são menores, há grande facilidade de realizar modificações ainda na fase de construção, as condições de financiamento são flexíveis e as taxas são menores, entre diversos outros benefícios, há maior facilidade na obtenção da documentação, estes entre outros benefícios tornam a compra na planta uma opção atraente. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados  para que este tipo de investimento não se torne uma dor de cabeça, não faltam casos de fraudes, atrasos na obra e promessas não cumpridas, além de deficiências sérias no produto final. Seguem algumas dicas, publicadas em um artigo da revista Imóveis News, que podem ajudar o consumidor a fazer um bom negócio.

1 – Solicite a assessoria de um corretor de imóveis
Pesquisar de forma aleatória na internet e visitar vários empreendimentos sem ter um foco definido, além de ser cansativo, tende a não trazer resultados satisfatórios. Então, solicite a ajuda de um corretor de imóveis com registro no CRECI e que conheça bem o mercado. Evidencie para ele quais serão os fatores decisivos na hora da comprar (valor que você tem disponível para a entrada, valor do imóvel, localização, entre outros). Este serviço poupará seu tempo e dará maior segurança no negócio.

2 – Visite as ofertas selecionadas pelo corretor
Com as seleções dos imóveis realizadas pelo corretor, agora sim é hora de acessar os sites dos empreendimentos e das empresas interessadas em vender. Dedique algum tempo para visitar os plantões de vendas e decorados e não tenha vergonha de fotografar, pedir folders e pegar informações sobre tudo (preços, condições, quantas unidades já foram vendidas, quando será entrega a obra, etc.). Também dê uma atenção especial à implantação do empreendimento, à posição da(s) unidade(s) em relação ao sol, nível de infraestrutura e avaliação da vizinhança (barulho, bancos, praças, escolas, pontos de ônibus, entre outros). Faça isto durante o dia e durante a noite. Além de saber como será o nível de segurança para sua família é um bom referencial para verificar se o imóvel tende a valorizar, manter-se estável ou depreciar.
3 – Busque Saber o Histórico da Construtora ou Incorporadora
Certifique-se de que existe um RI – Registro de Incorporação e que a construtora ou incorporadora é idônea. Você poderá buscar informações no site Reclame Aqui, no PROCON, nos Juizados Especiais, nas mídias sociais e utilizar o próprio Google para verificar como a empresa trata os consumidores e como estão os cronogramas de entrega de outras obras. Caso o terreno ainda esteja em alguma disputa entre herdeiros ou com outras limitações legais que possam vir a prejudicar o andamento da obra, evite fazer o negócio. É importante que você visite outras obras feitas pela empresa e, se possível, converse com os moradores ou com o síndico para saber mais sobre como foi o processo de compra e relacionamento pós-venda.

4 – Evite comprometer mais que 30 % da renda familiar
Em geral, os bancos, imobiliárias e construtoras fazem uma análise criteriosa de quanto você poderá comprometer da renda familiar para pagar as prestações da casa própria. Pela nossa experiência, um bom parâmetro é não deixar mais que 30 % das despesas para este negócio, mesmo que não existam muitas exigências dos vendedores. Desta forma, você evitará aborrecimentos.

5 – Prestações intermediárias e índices de reajuste
Verifique atentamente o contrato. Se for o caso, contrate um advogado para assessorá-lo. Em geral, as empresas solicitam sinal, prestações intermediárias (balões) e outro valor na entrega das chaves. Quanto ao índice de reajuste, esteja atento para saber qual deles será adotado e quanto representarão os reajustes nas prestações ou no valor anual do imóvel.  Os valores que deverão ser pagos para a construtora antes do financiamento variam entre 20 e 30 % do total. Este valor deverá ser pago até a data de entrega da obra.

6 – Quem pagará a corretagem?
A taxa média de corretagem é de 6% (seis porcento) e quem paga é o vendedor do imóvel. Atente para este item, pois, pode ser uma boa moeda de troca na negociação, caso você tenha este recurso disponível.

7 – Valor do condomínio
Procure saber com o corretor qual o valor provável do condomínio. Hoje com empreendimentos com infraestrutura similares a de um clube é importante você deixar uma reserva para estes custos, quando for morar no imóvel. Evite surpresas!

8 – O financiamento
Avalie as diversas ofertas de financiamentos bancários. Não tenha pressa, pois, os juros podem variar muito de um banco para outro conforme o padrão da construção. Os principais bancos que operam no mercado imobiliário são : Banco do Brasil, HSBC, Santander, Bradesco, Itáu e Caixa Econômica Federal.

9 – O Contrato
Se tiver dúvida, procure um advogado. O PROCON orienta que no contrato devem constar os dados da construtora e do vendedor, valor total do imóvel, forma de pagamento ou de financiamento, periodicidade e índice de reajuste, local de pagamento, penalidades no atraso de pagamento de parcelas (a multa é de até 2%), valor do sinal antecipado, indicação da unidade privativa e garagem adquiridas (localização, confrontação, metragem total, área privativa, área comum, garagem etc.) e outras condições prometidas pelo vendedor. No contrato também devem constar o prazo para início e entrega da obra. Caso seja prevista multa por atraso na entrega, é importante que ela esteja incluída nas cláusulas do documento. Anexo ao contrato também deverá estar o memorial descritivo, constando tudo que o imóvel deverá ter depois de pronto.

10– Entrega da obra
Atualmente existe segurança na compra de um imóvel na planta, em virtude dos avanços legais do setor imobiliário. Além do patrimônio de afetação, existem modelos de estruturação do negócio que “blindam” o empreendimento, tais como as SPEs – Sociedades de Propósito Específico. Mas, se você ainda não se sentir confortável, uma forma cômoda é fazer um seguro de garantia de entrega da obra (custa de 1 a 3% do valor do imóvel). Várias empresas já possuem este seguro, principalmente se elas estiverem utilizando recursos de financiamento para a construção (exigência dos próprios bancos). Se a empresa for de capital aberto você pode acompanhar a “performance” financeira dela pela própria internet. Elas publicam balanços abertos aos acionistas, que você também pode acessar.

Seguindo estas dicas você com certeza estará mais preparado para fazer a compra certa sem arrependimentos! Bons negócios!

Fonte: Blog Edvaldo Correa

Bambu: a madeira do milênio

A necessidade de repensar o consumo de materiais na construção civil para torná-la mais sustentável, atrai a exploração de novas alternativas e o bambu é visto como a promessa para este século. Uma construção de bambu utiliza de uma tecnologia muito simples, que não prejudica o meio ambiente tem uma estética atraente, além de ser econômica. O bambu pode ser empregado em inúmeras atividades do homem. O material é completamente ecológico, pois não polui o meio ambiente e sua extração não representa desmatamento, uma vez que se renova em pouco tempo. “Na verdade, o bambu, por ser uma gramínea, precisa de corte para se renovar”, diz o artista plástico Paulo Saloni, um dos pioneiros no estudo e utilização dessa madeira no Brasil. Ele integra a ONG Ebiobambu, que trabalha para a disseminação do uso e da exploração do bambu no Brasil.

Saloni salienta que é preciso desmitificar as pessoas sobre certos preconceitos quanto essa madeira: “Pensa-se que o bambu é um material fraco, mas no Japão ele já é usado como viga de concreto para prédios de até 4 andares”, diz Paulo.

O fibrocimento:

placa de fibrocimento produzida pelos pesquisadores

Uma alternativa para a utilização do bambu foi proposta por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) que desenvolveram uma nova técnica para utilizá-lo como matéria-prima para a produção de materiais de fibrocimento. A intenção é substituir o amianto, que vem sendo banido mundialmente por ser cancerígeno.

Para a fabricação do fibrocimento é realizado um processo denominado organossolve, por meio do qual se retira a polpa do bambu. No processo, são utilizados solventes orgânicos, basicamente etanol e água. A polpa obtida é adicionada diretamente à matriz de cimento, dando uma maior resistência às placas de fibrocimento, inibindo a propagação de fissuras e proporcionando uma maior absorção de impactos em relação à matriz sem fibras.

No estudo realizado a polpa do bambu foi adicionada em diferentes proporções, e avaliou-se a qualidade das placas de fibrocimento obtidas. O melhor resultado foi apresentado com a adição de 8% de teores em massa seca, em relação à matriz cimentícia. Os testes comprovaram outra vantagem do material ,em relação à absorção de água de apenas 26%, muito inferior ao limite de 37% permitido.

Mas além do seu emprego no fibrocimento, o bambu também pode ser empregado na construção civil com outras finalidades como pontes (inclusive para passagem de carros), telhas, contenção de encostas de rios, mobiliários, sustentação para lajes, barracas, stands comerciais,divisórias de casas ou escritórios… O importante é expandir o seu uso, o maior produtor é a China que fatura 3 bilhões e meio de dólares por ano com as atividades referentes ao bambu, mas nas outras regiões seu emprego está muito abaixo do potencial, “América do Sul possuir um terço do bambu de todo o mundo”, enfatiza Paulo Saloni. Ainda segundo Saloni, o bambu já sofre uma industrialização pesada em todo o planeta. Trinta por cento do papel do planeta já é feito de bambu. Basta, agora, direcionar a produção para todas as outras áreas em que essa madeira se encaixa.

 Fontes: Inovação tecnológica, Nosso Impacto, Arquitetando Sustentabilidade

Adições Minerais ao Concreto de Cimento Portland

Os agregados minerais são compostos por uma mistura que pode reunir pó de quartzo, materiais metálicos, escória granulada de alto forno, sílica ativa, metacaulin, pigmentos e aditivos. O uso dessas adições tem proporcionado concretos cada vez mais resistentes e duráveis, com a simplicidade de apenas melhorar as propriedades já existentes no concreto tradicional.

Quando se substitui parte de cimento Portland por cinza volante, cinza de casca de arroz, escória de alto-forno, sílica ativa, cada uma destas adições minerais atua de modo distinto, de acordo com sua granulometria e atividade química ou física.

O desenvolvimento das reações pozolânicas proporciona a formação de compostos hidratados mais homogêneos e induz a uma diminuição nos teores de hidróxido de cálcio na solução dos poros do concreto, originando uma pasta mais densa e homogênea, substituindo poros grandes por menores, o que dificulta o ingresso e deslocamento de agentes agressivos no interior da pasta.  Por efeito físico, as partículas pequenas propiciam um maior empacotamento com o cimento e diminuem o efeito parede da zona de transição, promovendo o aumento da resistência do concreto. A proporção para substituição do cimento por adições varia conforme o tipo de adição.

O uso de adições minerais traz grande benefício à sociedade, por dar um destino a esses resíduos e, principalmente, por reduzir o consumo de energia e poluição do ar gerados pela produção do cimento, ao substituir grande parte desse produto na indústria da construção civil.

De acordo com o tipo de adição e dosagem, diversas características importantes podem ser obtidas:

  • Redução do calor de hidratação;
  • Incremento de resistência em idades avançadas;
  • Melhoraria da coesão;
  • Diminuição da exudação;
  • Melhoria da fluidez do concreto;
  • Melhoria da resistência na zona de transição entre a pasta e o agregado;
  • Redução da permeabilidade;
  • Influência na resistividade elétrica;
  • Aumento da resistência química.

Pozolanas:

“Material silicoso ou sílico-aluminoso que em si mesmo possui pouca ou nenhuma propriedade cimentante mas, numa forma finamente dividida e na presença de umidade, reage quimicamente com o hidróxido de cálcio a temperaturas ambientes para formar compostos com propriedades cimentantes.” (Mehta e Monteiro (1994, p.217)

As pozolanas podem ser naturais, materiais de origem vulcânica, geralmente ácidos, ou de origem sedimentar; podem também ser artificiais, materiais provenientes de tratamento térmico ou subprodutos industriais com atividade pozolânica (NBR 5736/91). Exemplos mais comuns:

Sílica ativa – mais utilizada em concreto de alto desempenho em todo mundo. Sua contribuição consiste na alta reatividade nas primeiras idades, induzindo a um aumento nas resistências mecânicas iniciais e finais; diminuição da taxa de absorção e no aumento da resistência capilar.

Cinza volante – melhora a trabalhabilidade e a coesão, diminuindo a exsudação e a segregação, facilitando a operação de transporte, lançamento e o acabamento, pois ocorre o retardamento do tempo de pega, baixo calor de hidratação; redução da permeabilidade e aumento da durabilidade.

Cinza de casca de arroz (Imagem) - comportamento similar ou até melhor que a sílica ativa. Por isso, alguns pesquisadores a consideram como uma ‘superpozolana’, quando obtida por meio de queima controlada.

Filler calcário – devido às suas propriedades físicas, tem um efeito benéfico sobre as propriedades do concreto convencional, tais como: trabalhabilidade, densidade, exsudação, permeabilidade, capilaridade. É quimicamente inerte – não possui atividade pozolânicas.

Cal hidratada (imagem) – tem por finalidade repor parcialmente ou totalmente, as reservas de hidróxido de cálcio para as reações pozolânicas e, ainda, restabelecer a reserva alcalina do concreto, a qual sofre decréscimo variável dependendo da reatividade e teor de cada adição. A adição de cal hidratada diminui a porosidade total, com a formação de uma estrutura mais densa e acelera a taxa de hidratação do cimento.

Embora em outros países seja corrente o emprego da escória de alto forno em canteiros de obras ou usina, onde ela é adicionada ao concreto preparado com cimento Portland tradicional, no Brasil esse prática é restrita por razões diversas, incluindo-se a falta de dados técnicos e desenvolvimento de métodos a respeito.

 Fontes: Cimento Itambé

Paulo Ricardo de Vargas Furquim – ESTUDO ESTATÍSTICO DE PRODUÇÃO DE CONCRETOS COM ADIÇÕES MINERAIS

Cura do Concreto de Cimento Portland

A cura é uma série de procedimentos adotados para controlar a hidratação do cimento, para que o concreto endureça corretamente e as estruturas apresentem, após o processo completo, o desempenho esperado. Uma das principais funções da cura é evitar que o concreto perca água para o ambiente e retraia abruptamente, o que acarreta o surgimento de fissuras.

O endurecimento do concreto ocorre por um processo químico de hidratação. Hidratação é a reação entre cimento e água que dá origem às características de pega e endurecimento. A velocidade de hidratação, por sua vez, depende da composição e finura do cimento, da presença ou não de aditivos e de condições externas, como temperatura e umidade relativa do ar.

Ao contrário do que se possa pensar, para uma boa cura não basta deixar o concreto simplesmente secar ao tempo. É um processo mediante o qual se mantêm um teor de umidade satisfatório, evitando a evaporação de água da mistura, garantindo ainda, uma temperatura favorável ao concreto durante o processo de hidratação dos materiais aglomerantes, de modo que se possam desenvolver as propriedades desejadas.

As características superficiais são as mais afetadas por uma cura inadequada como a permeabilidade, a carbonatação, a presença de fissuração, etc. Nos concretos convencionais, com emprego de valores de relação água cimento (a/c) maiores que os dos concretos de alto desempenho, há unanimidade em aceitar que a cura adequada é condição essencial para a obtenção de um concreto durável.

A cura do concreto deve ser iniciada imediatamente após o endurecimento superficial.

As especificações indicam que se deve manter o concreto numa temperatura acima de 10°C e em condições de saturação, pelo menos durante os sete primeiros dias depois de lançado, para concretos produzidos com cimento Portland. Quanto mais tempo durar a cura (até três semanas), melhor será para o concreto.

tabela1

A cura pode ser feita por um dos seguintes processos:

Cura úmida: deve-se manter a superfície do concreto úmida por meio de aplicação de água na sua superfície, manter o concreto coberto com água ou totalmente imerso em água para evitar que ocorra evaporação da mesma.

  • Aplicação de folhas de papel (como por exemplo, sacos de cimento vazios), de tecidos (aniagem, algodão) ou camadas de terra ou areia (com espessura de 3 a 5 cm) mantido úmidos durante o período de cura;
  • Aplicação de lonas ou lençóis plásticos impermeáveis, de preferência de cor clara (para evitar o aquecimento excessivo do concreto). A prática mais comum é molhar o concreto por aspersão de água, e/ou usar panos ou papel para reter a umidade junto ao concreto o máximo possível;

Cura química: consiste em aspergir um produto que forma uma película na superfície do concreto e que impede que haja evaporação da água do concreto (imagem abaixo);

Cura ao ar do concreto: não são tomados cuidados especiais para se evitar a evaporação prematura da água necessária para a hidratação do cimento.

Cura térmica: feita em câmaras, contribui para a otimização do traço ao mesmo tempo em que garante a umidade necessária ao concreto, acelerando a velocidade de ganho de resistência pelo aquecimento. É considerada a cura mais eficiente e é muito utilizada em empresas que trabalham com concreto pré-moldado.

Fontes: Revista Téchne, DIVISI Engenharia

10 dicas para uma boa convivência em grupo

Manter uma boa relação de convívio entre colegas de sala ou de trabalho é essencial, até porque essas pessoas (goste você ou não) estão presentes no seu cotidiano e tratá-las de uma forma harmoniosa e respeitosa pode fazer diferença na sua vida profissional, além de tornar o ambiente muito mais agradável.

1) Coloque a ética em primeiro lugar: não há nada pior do que aquelas pessoas que querem ganhar vantagem em tudo. Pessoas assim, não deixam passar uma oportunidade sem querer sair ganhando em cima.

2) Invista em informação: estude, leia, viaje sempre que puder, vá ao cinema, ao teatro!

3) Adquira desenvoltura social: participe sempre que puder de jantares de negócios, coquetéis, feiras, palestras, cursos. Você poderá ganhar muitos pontos positivos na sua carreira se conseguir se sair bem nessas situações. É bom manter contatos profissionais.

4) Cuide da aparência: é muito difícil ter uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão. Pense nisso!

5) Seja seletivo, não preconceituoso: não torça o nariz para tudo o que é novo ou diferente daquilo do qual esta habituado. O preconceito faz com que as pessoas percam novas oportunidades.

6) Saiba ser reverente sem ser subserviente: a hierarquia existe para que todos respeitem, mas não confunda respeito ao chefe com bajulação.

7) Mantenha o bom humor: mantenha o alto astral no seu dia a dia, ele faz seu trabalho render e aparecer mais, pode confiar. Nada mais desagradável do que um colega mal humorado que só sabe reclamar do trabalho e da vida.

8) Seja cooperativo e não competitivo: saber trabalhar em equipe é hoje uma das qualidades essenciais de um bom profissional.

9) Fuja das fofocas: não seja aquele profissional que aproveita a hora do cafezinho para ficar falando da vida alheia. Escute mais do que fale.

10) Gerencie seu estresse: lembre sempre que há vida fora do trabalho. Problemas pessoais devem ser resolvidos em casa e problemas profissionais na empresa.

Fonte: Supersecretária

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